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Assistente Ana Paula vai atuar nos palcos com Flávio Prado

Jornalistas esportivos se lançam no “stand up” usando causos do futebol.

Nomes experientes do microfone esportivo de rádio e TV começam a despertar para o potencial dos espetáculos stand up, que experimenta momento de febre no país, com espaço receptivo a novas ideias. Neste cenário, Flavio Prado e Jorge Kajuru puxam a fila na missão de levar para os palcos de teatro a bagagem de anos na cobertura do futebol.

O stand up é um modelo de apresentação individual, geralmente com viés cômico, numa espécie de monólogo reflexivo, sem recursos cênicos. Comandante do tradicional ‘Mesa Redonda’ da TV Gazeta, em São Paulo, Flavio Prado estreia o seu espetáculo neste sábado, sem o rótulo de humor e com foco no que o jornalista testemunhou no universo do futebol. A atração foi batizada de ‘Flavio Prado celebra os Deuses do Mundo da Bola’.

Veterano diretor de TV e teatro Nilton Travesso dirige espetáculo do jornalista Flavio Prado

“Eu não sou ator, não tenho capacidade de atuar, não sou um Rafinha Bastos. Sou um jornalista, que vou contar histórias. Tudo com um fundo teatral, dirigido por um gênio como Nilton Travesso”, afirma Flavio Prado, em menção ao veterano diretor, um dos pioneiros da transmissão esportiva na TV.

“Vou contar muito da minha vivência com grandes estrelas do futebol, como Pelé, Zico, o relacionamento com Rivellino, Ademir da Guia. Vai ter alguma coisinha de música. Vamos ter também uma homenagem especial ao Jorge Mendonça, um exemplo do jogador que não consegue aproveitar o seu auge, usando uma música do Benito de Paula, o ‘Tributo a um Rei Esquecido’”, acrescenta o jornalista.

A noite de Flavio Prado no teatro foi marcada propositalmente para o dia 19 de novembro, mesma data do milésimo gol de Pelé, inicialmente em apresentação única, no Café Paon, bairro de Moema. O espetáculo contará com participações especiais, como da assistente de arbitragem Ana Paula Oliveira, que contará sua experiência de mulher nos campos, e da cantora Rita Graziella, filha do jornalista.

Colega de Flavio no ‘Mesa Redonda’ e na rádio Jovem Pan, o repórter Wanderley Nogueira dará o tom de humor do espetáculo, ao subir no palco para contar o episódio em que tomou um trem errado na Coreia do Sul durante a Copa de 2002, com todos seus desdobramentos divertidos.

A ideia do espetáculo nasceu inspirada no argentino Alejandro Apo, que levou seu carisma de jornalista esportivo para o teatro de seu país. No caso de Flavio Prado, conta a experiência no comando do programa de rádio ‘No Mundo da Bola’, em que usa música e cultura em geral para tratar de futebol de vários países. O brasileiro também aproveita no show o quadro que desenvolveu para a internet, em que improvisa uma conversa telefônica, hipotética e provocativa, com algum personagem do futebol.

“O Nilton Travesso trouxe a coisa para a vida. Até escrevi alguns textos, mas ele achou que funcionaria melhor no improviso. Claro que existe uma ordem a ser seguida, mas ele trouxe disciplina a esse improviso, que conta com acompanhamento de vídeos no telão e de música”, explica.

Hoje na TV Esporte Interativo, o popular comentarista Jorge Kajuru também se arriscou recentemente nos palcos do Rio de Janeiro. Neste ano, o jornalista foi incentivado a montar o seu show de teatro depois de contar ao humorista Sergio Malandro alguns causos divertidos de sua vivência no futebol.

No show, o jornalista apresenta a vibração oratória característica de seu ‘Kajuru Sob Controle’, programa no Esporte Interativo em que geralmente encara missões de comentar algum tema proposto em um intervalo de tempo cronometrado.

Também no Rio de Janeiro, outro jornalista já se arriscou no stand up. Trata-se de Lucas Gutierrez, um dos apresentadores do ‘Tá na Área’, do Sportv. Inclusive, o programa já exibiu certa vez um trecho da apresentação de seu anfitrião no teatro.

Autor: Bruno Freitas
Fonte: UOL

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Ana Paula é destaque na imprensa Venezuelana

Para venezuelanos a bandeirinha brasileira é a miss da arbitragem!

Antes de ir para A Fazenda 4, Ana Paula Oliveira concedeu uma entrevista para o portal esportivo Translajugada.com da Venezuela. Para os venezuelanos Ana Paula é considerada a miss da arbitragem do futebol. Na entrevista a bandeirinha contou fatos de sua vida esportiva, comentários sobre a Seleção Brasileira e seus sonhos. Ana possui muitos fãs na Venezuela, país que na última Copa América chegou até as semifinais.

- O que te inspirou a ser árbitra assistente?
Minha paixão começou aos 14 anos, quando acompanhava meu pai, que era árbitro amador, em alguns torneios. Eu o ajudava como mesária, anotando tudo da partida. Quatro anos depois os jogadores me pediram para trabalhar com meu pai. Foi um jogo que valeu a pena.

- O que significa o futebol na sua vida?
Tudo. Amo o futebol. Foi por meio da arbitragem que sou conhecida, e sem dúvida devo muito ao esporte, tudo que sou.

- Porque o futebol e não outro esporte?
Na verdade pratiquei outros esportes como vôlei e kung-fu. Não gostava muito do futebol, era mais por influência de meu pai, mas acabei treinando e gostando muito.

- Tem algum ritual antes de entrar em campo?
Sempre faço uma oração, pedindo proteção a Deus.

- Qual é sua maior inspiração? O que te motiva dia a dia?
Minha inspiração é o futebol, o amor que tenho pela arbitragem, a esperança de construir uma família e realizar uma carreira profissional de sucesso. Creio que seja o maior desafio da mulher moderna.

- Tua família sempre te apoiou?
Não, no começo não. Com o tempo foram apoiando.

- Algum esporte favorito?
Pratico artes marciais e atualmente tenho feito muito tai chi chuan.

- Torce por algum time?
Para a seleção brasileira de futebol e o Barcelona.

- Quem é seu ídolo?
Lionel Messi. Creio que seja o homem do momento.

- O que espera do futuro?
Quero votlar a fazer um bom trabalho no campo de futebol e em paralelo construir uma carreira sólida no jornalismo.

- Quais as razões que te impulsionaram a aceitar a proposta de posar para uma revista masculina?
Minha decisão foi por minha família. Meu pai estava doente e minha mãe tinha problemas, e com isso não sabia se teria uma nova chance de oferecer algo melhor para eles. Hoje minha mãe tem uma casa, meu pai faleceu há um ano. Mas com o dinheiro consegui dar o confornto e o tratamento médico que precisavam.

- Como foi sua experiência como árbitra assistente?
Meus principais jogos foram 3 finais de Campeonato Paulista, dois jogos de Copa Libertadores e a final da Copa do Brasil em 2006.

- Acredita que ainda existe preconceito com as mulheres no futebol? Já sofreu alguma discriminação?
Creio que ainda existe o preconceito, mas cada vez menos. Eu sofri discriminação por ser mulher, no começo da carreira.

- Já esteve na Venezuela?
Infelizmente ainda não conheci o país.

- Como vê a evolução do futebol venezuelano nos últimos anos?
Tenho visto uma evolução da equipe, está aparecendo cada vez mais e tem jogadores capacitados em campo.

- Se considera a árbitra mais bonita do futebol?
(risos) Não, tem outras árbitras que também merecem elogios.

- O que achou da Seleção Brasileira na Copa América 2011?
É uma equipe em formação, com grandes talentos, mas que ainda terão que provar sua competência. E continuam sendo favoritos, embora não tenham ido bem, como os brasileiros esperavam.

- Neymar é talvez o  jogador mais importante do momento. Como vê seu futuro?
Vejo que Neymar tem os pés no chão e em seu trabalho poderá chegar a ser o melhor jogador do mundo, como Kaká, Ronaldinho, Ronaldo e Rivaldo.

- Conte a nossos leitores alguma  experiência particular que tenha passado.
Bom, uma vez um jogador me convidou para jantar e eu disse que não. Ao final no jogo, o mesmo jogador veio pedir desculpas.

- Deixe uma mensagem a todos os seus fãs na Venezuela e que sempre seguem tua carreira.
A todos os meus fãs da Venezuela agradeço o carinho e por me acompanharem dentro e fora do campo de futebol. Espero que a equipe da Venezuela tenha sucesso este ano. Muita força e determinação, em especial às mulheres que escolherem ser árbitras de futebol. Beijos a todos!

Fonte: Blog da Ana Paula / Traslajugada.com
Link: http://www.anapaulaoliveira.com.br/blogpost.php?id=125

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Ex-árbitra volta a reality show

A ex-árbitra assistente FIFA, Ana Paula Oliveira, voltou ao reality show A Fazenda da Rede Record. Desta vez, a musa dos gramados vai tentar entrar no programa televisivo por uma espécie de repescagem.

Ana concorre com a apresentadora Monique Evans e a atriz Franciely Freduzeski. As três sairam das edições passadas do programa na primeira semana, e agora disputam o voto do povo para entrar novamente na sua quarta edição.

Para votar, entre aqui: http://afazenda.r7.com/a-fazenda-4/roca/a-fazenda-4-roca.html

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Os árbitros que são sucesso na mídia

07/07/2011 1 comentário

O modelo Guilherme Ceretta

Ultimamente, o árbitro paulista Guilherme Ceretta de Lima tem ganhado todos os holofotes para si, e não é devido à sua atuação dentro dos gramados, nem por polêmicas fora dele. Ceretta, que também é modelo profissional, tem sido convidado por inúmeros veículos de diversas mídias para exibir seus atributos físicos, o que tem lhe dado grande notoriedade fora dos gramados.

O juiz da cidade de Votorantim já foi convidado para participar de reportagens e programas de TV e rádio e até mesmo para posar como modelo de revistas e desfiles de moda. Em dezembro de 2010, Ceretta foi assunto da reportagem para o Globo Esporte. Mas, agora em 2011 é que o árbitro estourou em popularidade.

O árbitro-modelo foi entrevistado pelo Record Notícias da TV Record, apitou o clássico paulista entre São Paulo e Corinthians – que teve o histórico centésimo gol do goleiro Rogério Ceni, recebeu homenagem da Câmara Municipal de Sorocaba, foi eleito o terceiro melhor árbitro do Paulistão, participou do programa do Jô Soares na TV Globo, foi o entrevistado do programa Pânico da Rádio Jovem Pan, saiu nos editoriais das revistas Ego by Will e da ESPN e teve uma aparição no programa Amaury Jr da Rede TV.

Uma cronologia de eventos que o elevam ao status de celebridade, muito mais do que apenas árbitro de futebol. Dentro ou fora dos gramados, o sucesso de Cerreta realmente chegou.

Ana Paula já foi chamada de musa da arbitragem

Outro árbitro que também está na moda, dentro e fora dos gramados, é o baiano Diego Pombo. Sucesso no apito, foi escolhido o árbiro revelação do Campeonato Baiano e eleito pelas conterrâneas como o mais bontido da temporada. Pombo agora tem um empresário que agencia sua carreira de modelo e investe forte neste caminho, sem deixar de lado o apito, é claro.

A árbitra assistente paulista Ana Paula Oliveira também é outra profissional do futebol que atingiu fama nacional tanto pelo dotes na bandeira, quanto pelos dotes físicos. Foi fotografada para a revista Vip, e em 2007 foi capa da revista Playboy, participou do reality show A Fazenda em 2009 e atualmente trabalha a mesma emissora de TV, a Record. Agora tenta voltar a atuar no futebol e projeta o retorno para 2012.

É um novo patamar na carreira dos árbitros de futebol que, historicamente, sempre foram reservados e discretos, sem muito direito a desfrutar dos louros da fama e do prestígio. Os tempos são outros, e privar os juizes de fama e dinheiro parece ser coisa do passado.

Ana Paula Oliveira – A dama do futebol

A ex-árbitra Ana Paula Oliveira, famosa por sua beleza e por posar nua para uma revista masculina, quer voltar a bandeirar em 2012 no Brasil, onde é celebridade.

A apelidam de “dama do futebol” e reafirma plenamente com uma personalidade que se impõe e remete ao futebol. Veste uma minisaia rosa, camisa brance e porta com garbo sua principal ferramenta de trabalho: o apito.

Conversamos com a árbitra assistente brasileira Ana Paula Oliveira, famosa por seu trabalho nos campos de futebol e porque em 2007 causou grande alvoroço e polêmica quando decidiu posar nua para uma revista masculina.

Desde os 14 anos já dirigia partidas amadoras, inspirada por seu pai, que foi árbitro, e pouco a pouco forjou uma carreira na arbitragem até chegar a ser profissional de ponta.

Participou dos Jogos Olimpicos de Atenas em 2004 e é a única árbitra mulher que esteve em um duelo da Copa Libertadores da Américas, ainda que as polêmicas a tenham perseguido por suas decisões em campo e fora dele. Há dois anos fora da arbitragem, as fotos lhe trouxeram benefício econômico, mas nem tanto em sua carreira esportiva.

“Foi uma decisão pessoal porque minha família não tinha dinheiro, sou a mais velha de três irmãos e não tínhamos condições, meus pais estavam com problemas de saúde e tomei a decisão de posar nua porque o dinheiro podia dar uma condição digna à minha família, comprar uma casa…”

“Como profissional a revista ajudou muito. Tive muitos prejuízos, não sei porque. Depois de três anos está tudo mais tranquilo, tenho a possibilidade de voltar (na arbitragem)”, revela Ana Paula.

Sua beleza não passa despercebida pelos curiosos que se aproximam, interrompem a entrevista e pedem autógrafo e fotos. Aos 33 anos, acredita que voltará à arbitragem em 2012.

“Existem boas perspectivas, é muito importante o trabalho que tenho que realizar na preparação física, porque agora as mulheres tem que fazer o mesmo teste físico que os homens, por isso vou trabalhar para voltar este ano ou em 2012, ano olímpico, de novas possibilidades.”

“Minha notoriedade no Brasil e no mundo levou muitas garotas a procurar esta nova profissão. Penso que o saldo é muito positivo, muitas mulheres no Brasil são árbitras por minha causa”, se orgulha.

Oliveira sorri fácil, simpática, principalmente quando se faz referência à sua beleza, que agradece com certa timidez. Perguntada se algum jogador já a convidou para sair, responde.

“Somente uma vez, mas não direi quem é (risos). Foi no Campeonato Brasileiro. Mas não direi a equipe nem o jogador nem nada. Não aceitei porque sou muito profissional”, conclui a também analista de arbitragem na tevê brasileira.

Fonte: Traduzido do portal Record (México)
Link: http://www.record.com.mx/futbolinternacional/2011-06-30/la-dama-del-futbol

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Arbitragem admite crise emocional e vai ao divã

Qual o sistema emocional que aguenta passar sem abalos por um pacote de pressão que inclui bate-bocas com jogadores, ofensas pesadas de torcidas e a necessidade de tomar cerca de 200 decisões rápidas, tudo isso em um espaço de duas horas? A função de árbitro está cada vez mais sujeita ao desgaste emocional e pede ajuda da psicologia. CBF e Federação Paulista já foram confrontadas a esta necessidade e contam hoje com profissionais da área para conter o stress que tirou de atividade um dos nomes da elite na última década e que já é comparado ao esgotamento de um alto executivo.


O gaúcho Leonardo Gaciba abandonou a arbitragem precocemente em 2010 graças a um esgotamento mental com consequências físicas que o tirou da briga para ir à última Copa do Mundo.

Recentemente o debate se expandiu graças ao estudo do árbitro e psicólogo Mauro Viana pregando a necessidade de suporte desta natureza para a classe. Na briga para caminhar rumo à profissionalização da atividade, ou por uma condição que se aproxime disso, a Anaf (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol) reconhece a carência de auxílio psicológico na preparação de juízes de futebol.

“A nossa função sofre mais pressões que um ser humano normal. Se um ser humano normal já precisa de um psicólogo, imagina o arbitro”, Marco Antonio Martins, presidente da entidade.  “Existe essa necessidade, a gente cobra da CBF, mas já acontece de alguma forma, ela tem uma psicóloga que dá atendimento aos árbitros. O problema é que estamos em um país continental com uma psicóloga só. Tem que ser por e-mail, por Skype. O ideal seria “tête-à-tête“, mas já é um avanço”, emenda.

São Paulo também conta com um profissional que trabalha durante o ano todo para acompanhar os árbitros do Estado. “São Paulo dá todo esse suporte. Esse profissional acompanha os treinamentos físicos, técnicos, está no campo de jogo. Por isso que temos gente apitando finais regionais em todo o Brasil, como o Sálvio (Spinola), o (Cleber) Abade, o PC (de Oliveira) e o (Wilson) Seneme”, diz Arthur Alves Junior, presidente da Safesp, Sindicado dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo.

Desde 2007 a CBF conta com os serviços da psicóloga Marta Magalhães Sousa no suporte emocional da arbitragem do país. A profissional costuma acompanhar os testes físicos dos juízes e está a postos para resolver outras demandas assim que elas surgirem. Os acompanhamentos são feitos in loco, por telefone e até por Skype, software que permite comunicação pela internet através de conexões de vídeo e voz. Em pauta temas como pressão por resultados e stress pela necessidade de manter outro tipo de trabalho para o sustento familiar.

A Federação Paulista também conta com um profissional que serve os árbitros do Estado com auxílio psicológico. É Gustavo Korte, que descarta o consultório e prefere o trabalho dentro de campo. “Trabalhamos onde as emoções estão, dentro de campo, nos jogos. Trabalhamos concentração, comunicação verbal, não verbal, foco, visão periférica, em pratica orientada em equipe”, diz. O psicólogo compara o nível de stress dos juízes de futebol com homens de negócio de sucesso. “A pressão é muito grande. O alto executivo tem de lidar com pressão de administrar tempo, da mesma forma atletas de alto rendimento e árbitros neste nível. Lembra a pressão de liderança do mundo corporativo”, diz.

Eleito quatro vezes o melhor do Brasileirão, Leonardo Gaciba abandonou o apito em 2010 antes da idade limite para a aposentadoria, aos 39 anos. O árbitro gaúcho falhou em testes físicos para se manter no quadro da Fifa e posteriormente não conseguiu passar em exames semelhantes da CBF, tudo graças a um bloqueio emocional publicamente assumido. “Participei desse processo junto com a Dra. Marta (CBF), ele tinha um bloqueio, não conseguia executar os testes”, disse Marco Antonio Martins, da Anaf. Na época, Gaciba falhou em uma bateria de 20 km, em quatro etapas, e disse: “Está difícil vencer esse bloqueio psicológico”.

A presença recente de mulheres em trios de arbitragens suscitou uma série de críticas, como a do ex-corintiano Carlos Tevez e a do ex-dirigente do Botafogo Carlos Augusto Montenegro. Outras cornetadas resvalaram no preconceito. Mas segundo a mais célebre representante feminina da arbitragem nacional, a assistente Ana Paula de Oliveira, esse não é o maior problema. “A própria família pressiona muito. A sobrinha quer saber o motivo de você estar ausente da escala, o irmão questiona as críticas do comentarista, ‘por que ele disse isso?’, etc”, diz. Outra pressão adicional sobre as mulheres é a obrigatoriedade de elas passarem por padrões de testes físicos com as mesmas exigências para os homens, em decisão que vigora desde 2007.

Fonte: UOL
Link: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2011/06/15/arbitragem-admite-crise-emocional-e-vai-ao-diva-psicologa-da-cbf-atende-via-skype.htm

Ana Paula Oliveira comanda jogo entre masters de Corinthians e São Paulo

29/04/2011 1 comentário

Ana Paula Oliveira é convidada especial para apitar o jogo entre masters de Corinthians e São Paulo.

Será realizado domingo, dia 01/05/2011, um jogo no Estádio Achilles Sormani, Vila Professor Simões, em Agudos, a partir de 15h30 entre os times Masters do Corinthians e São Paulo.

Entre os nomes confirmados estão: pelo Corinthians Dagoberto, Pavão, Ezequiel, João Paulo, Gino, Valdeir, Vagner Basilio, Guinei, Dinei e Viola. Pelo lado do São Paulo estão: Marcão, Zé Carlos, Ronaldão, Wilson, Axel, Nelsinho, Macedo, Alexandre, Eliel, Elivelton, Sidnei, Vitor e Muller.

Quem irá apitar a partida será Ana Paula Oliveira, árbitra que já fez parte do quadro da Fifa e é conhecida em todo o Brasil.

Logo após o jogo irá acontecer um grandioso show com a dupla André e Matheus com seu trio eletrico apaixonado.

A festa é uma realização da Prefeitura Municipal de Agudos e SindSERV (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais).

Fonte: Website oficial da Ana Paula de Oliveira
Link: http://www.anapaulaoliveira.com.br/noticia.php?id=50

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Copa do Mundo feminina não terá nenhuma árbitra do Brasil

Ex-árbitras lamentam ausencia de brasileiras na lista das 51 selecionadas, divulgada nesta segunda-feira pela FIFA

A Fifa divulgou nesta segunda-feira a lista das 51 selecionadas para trabalhar na arbitragem da Copa do Mundo de futebol feminino. Não há nenhuma brasileira entre as selecionadas. Na última edição do Mundial, em 2007, a árbitra Sílvia Regina esteve na China.

Aposentada, Silvia trabalhou como monitora do processo de seleção. “A Fifa sempre buscou a excelência e fez um trabalho minucioso de garimpagem até chegar ao quadro final. Assim como é feito com os homens para a Copa do Mundo, as meninas passam por vários testes e o melhor momento de cada uma é que acaba determinando quem vai ser designada”, afirma.

Duas juízas, a argentina Estela Mary Olivera e a peruana Silvia Elizabeth Juarez, e quatro auxiliares sul-americanas estarão na Alemanha em junho na Copa do Mundo. Cleidy Nunes Ribeiro, de Santa Catarina, e Maria Eliza Barbosa, de São Paulo, foram indicadas pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol), mas acabaram não sendo selecionadas pela FIFA.

“É lamentável. Até vejo que temos uma dificuldade entre as árbitras, até porque as escolhidas são muito boas. Mas entendo que nossas assistentes estão à altura das que foram escolhidas”, afirmou a ex-auxiliar Ana Paula Oliveira, que não chegou a trabalhar em um Mundial, mas esteve nas Olimpíadas de 2004.

Maria Betina Odone, do Uruguai, Yoly Esperanza Colmenares, da Venezuela, Marlene Leyton, do Peru e Maria Eugenia Rocco, da Argentina, serão as assistentes da América do Sul. “Talvez tenha pesado o idioma, o fato delas todas falarem espanhol”, diz Ana Paula.

Quatro brasileiras estão no quadro de árbitros da FIFA: Francielli da Costa, de Minas Gerais, Ana Karina Marques, de Pernambuco e Simone Xavier, do Rio de Janeiro. Nenhuma delas, entretanto, não foi selecionada pela entidade para o Mundial.

Testes físicos e inglês
A Comissão de Árbitros da FIFA elaborou uma lista inicial de 500 árbitras para depois fazer um corte prévio e reduzir este número para 110 no fim de 2010.

Para compor a seleção definitiva, a entidade submeteu as aspirantes às provas regulares para comprovar a forma e as técnicas no campo, além do desempenho do inglês, idioma oficial da arbitragem.

A FIFA anunciou que submeterá todas as escolhidas a um último exame de forma física em Frankfurt, aproximadamente uma semana antes da partida inaugural do mundial, no dia em 26 de junho, no Estádio Olímpico de Berlim.

Fonte: ig
Link: http://esporte.ig.com.br/futebol/copa+do+mundo+feminina+nao+tera+nenhuma+arbitra+do+brasil/n1300083328535.html

Ana Paula Oliveira apita treino especial

A árbitra Ana Paula Oliveira, esteve presente no Parque São Jorge, dia 17 de abril, no treino de futebol da Seleção de deficientes, que irá representar o Brasil nos jogos de Verão do Special Olympics em Atenas, na Grécia, de 25 de Junho a 4 de Julho de 2011.

Foi um treino muito importante na carreira de Ana Paula, que apitou pela primeira vez para pessoas com deficiência ” Eu fiquei impressionada com eles, possuem uma técnica excelente e sabem jogar muito futebol” disse a árbitra. O Special Olympics, é uma entidade sem fins lucrativos reconhecida pelo COI e presente em mais de 180 países!

Por meio de treinamento esportivo e competições de qualidade, melhora a vida de pessoas com diferentes capacidades intelectuais e, consequentemente, a vida de todas as pessoas que a cercam.

O Special Olympics Tem como missão proporcionar treinamento e competições esportivas durante todo o ano em diversas modalidades olímpicas, dando oportunidade para que desenvolvam suas aptidões físicas, demonstrem coragem, tenham momentos alegres e compartilhem seus valores, habilidades e companheirismo com suas famílias, outros atletas da Special Olympics e a comunidade em geral.

Todos os momentos do treino especial , será exibido na matéria especial do repórter Nardini , no Esporte Fantástico, na Rede Record no próximo domingo, dia 24 de abril.

Fonte: Website oficial da Ana Paula de Oliveira
Link: http://anapaulaoliveira.com.br/noticia.php?id=47

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As primeiras mulheres no mundo do futebol

Confira o video da reportagem especial da Rede Record

Em grande e merecida homenagem às mulheres, que celebrou o seu dia na data de ontem (8 de março), este video mostra quem são as as personagens femininas que foram as primeiras no mundo do futebol, tido no Brasil como masculino.

O video entrevista a ex-árbitra e atual diretora da escola de árbitros da Federação Paulista de Futebol, Silvia Regina de Oliveira, que foi a primeira mulher a apitar jogos no Brasil. Além dela, outras mulheres notáveis como Marlene Mateus e Patrícia Amorim são destaques.

A primeira árbitra, a primeira bandeirinha, a primeira mulher a dirigir um time e um clube de futebol. Assista ao vídeo e saiba como elas chegaram lá.

Confira o video no site de Esportes do R7 da Rede Record.

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