Arquivos

Posts Tagged ‘Regildênia’

Jogador exagera e abraça árbitra em campo

Um lance inusitado marcou a rodada da Copa Kaiser, o principal torneio do futebol amador de São Paulo, no último domingo. No segundo tempo da vitória do Nápoli/Vila Industrial sobre o Coroado/Guaianases por 2 a 0, a árbitra Regildenia Holanda de Moura foi abraçada e levantada pelo atacante Digão, do Nápoli, durante a comemoração de gol.

A juíza, que faz parte do quadro feminino da Fifa, não se impressionou com a festa: anulou o lance, marcando falta no goleiro Caveira.

O jogo terminou, mesmo, 2 a 0 para o time da Vila Industrial.

comemoracao

Fonte: Papo de Várzea UOL

CategoriasNotícia Tags:

Gaciba divulga lista de árbitros FIFA 2012

30/12/2011 1 comentário

O éx-árbitro Leonardo Gaciba, atual comentarista de arbitragem na SporTV e Rede Globo, divulgou em seu blog a análise sobre a provável lista de árbitros FIFA para o ano de 2012. Confira!

Texto do blog do Gaciba:

De forma oficiosa confira as mudanças que deverão ocorrer no quadro Brasileiro da FIFA para a temporada de 2012.

No quadro de árbitros assistentes masculino a troca de Erich Bandeira (alcançou o limite de idade de 45 anos) deverá ser pelo competente assistente Goiano Fabricio Vilarinho da Silva que já vinha “beliscando” a vaga há algumas temporadas.

No quadro masculino de árbitros nenhuma troca por “idade limite”!

A primeira vaga é a de Sálvio Spinola Fagundes Filho que foi retirado da lista por não possuir idade para concorrer a uma vaga na Copa do Mundo no Brasil (mesmo tendo idade para permanecer no quadro Internacional por mais dois anos e sendo o número um do ranking da CBF). Preferindo encerrar sua carreira “no topo” Sálvio decidiu parar ao invés de permanecer por dois anos no quadro especial (ex-FIFA). Para o seu lugar a CBF propõe o nome do alagoano Francisco Carlos Nascimento, o Chicão, dando pela primeira vez na história um escudo da FIFA para um árbitro daquele estado.

A segunda e disputada troca é o retorno do árbitro do Rio de Janeiro Péricles Bassols Cortez que, após ter permanecido um ano fora da FIFA como árbitro especial retorna ao quadro. O interessante é que em Janeiro de 2011, Péricles “cedeu” a vaga ao seu conterrâneo Gutemberg de Paula Fonseca que, após uma temporada onde não conseguiu “firmar” seu nome no quadro, dia primeiro irá “devolver” o escudo.

Oficialmente a confirmação se dá no dia 1º de Janeiro, mas se tudo correr conforme o proposto pela CBF estes deverão ser os nomes do quadro Brasileiro:

Destacados em verde os “novos” nomes do quadro:

Já no quadro feminino, uma revolução! Entram 5, ficam 3!

Priorizando a forma física (já que o Brasil teve vária árbitras e assistentes “devolvidas” em competições e cursos internacionais por não obterem êxito nos testes físicos) o quadro será formado por 8 árbitras (essa é a proposta!). Restando apenas uma confirmação, confira o nome das 4 centrais e 4 assistentes do Brasil para 2012.

Árbitras que ficaram: Ana Karina Marques Alves (PE) e Simone Xavier de Paula e Silva (RJ).

Árbitras que ingressam: Daniela Coutinho (BA) e Regildênia de Holanda Moura (SP).

Assistente que ficou: Katiuscia Mayer Berger Mendonça (ES).

Assistentes que ingressam: Janette Mara Arcanjo (MG), Lilian da Silva F. Bruno (RJ) e Tatiana J. de Freitas (RS).

Relembro que oficialmente só no dia primeiro, mas dificilmente a FIFA irá revogar o desejo da CBF!

Abraços e sorte para os que entram! Que possam representar a arbitragem Brasileira de forma honrosa!

Fonte: Blog do Gaciba
Link: http://sportv.globo.com/platb/blog-do-gaciba

Árbitra do ABCD vence preconceitos no futebol

Gil Moura, moradora do Jardim Detroit, aposta na carreira dentro do gramado

Driblar preconceitos, viver sob pressão de atletas no campo e jamais ter receio de punir infratores com o cartão amarelo ou vermelho. A velha máxima de que “futebol é coisa para homem” não está no vocabulário de Regildênia de Holanda Moura, a Gil, 36 anos, moradora no Jardim Detroit, em São Bernardo. Desde 2004, é uma das três melhores árbitras assistentes da FPF (Federação Paulista de Futebol), onde ingressou após passar em muitos testes.

Em 2007, Gil foi incluída também no quadro da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). A partir daí, passou a viajar por esse interior afora e buscou forças para a sua auto-afirmação. Afinal, a oportunidade de apitar na Primeira Divisão (após trabalhar nas Séries A2, A3 e Segundona) bateu mais rápido do que previa à sua porta. Em seu álbum, ela valoriza fotos dos principais jogos e partidas de final de ano com a estrela Marta, Rubens Barrichello, Carlos Alberto Parreira e Felipe Massa.

Separada, sem filho, Gil começou a apitar futebol na várzea em 1990 nos campeonatos da Liga de São Bernardo. Já apitou decisão da tradicional Copa Kaiser e optou por ser árbitra central, e não apenas assistente. “Juiz ganha R$ 2 mil por partida e assistente apenas a metade. Portanto, eu quero estar no centro do campo comandando. Sou feliz assim.”

Desde os tempos do “terrão na várzea”, segundo Gil, ela sempre foi vaidosa fora de campo: usa batom, cremes caros, perfumes, pinta o cabelo, unhas e se veste bem para chegar aos estádios. Dentro de campo, Gil muda sua personalidade, assume a postura de árbitra e se faz respeitar. “Meu ex-marido já me dizia: você é mandona.”

Nascida na pequena cidade de Ouricuri, Pernambuco, Gil veio morar no ABCD com pouco mais de 10 anos. “A Gil sempre foi muito determinada, é respeitada e merece tudo o que conseguiu até hoje”, elogia o vice-presidente da Liga, Saul Lino.

A árbitra não quer filhos em função da carreira, excesso de viagens e, principalmente, por estar na Primeira Divisão. Para Gil, a ex-árbitra Sílvia Regina “abriu as portas” para a mulher na profissão, mas admite ser fã de um homem, o também juiz Wilson Luiz Seneme.

Por: Edélcio Cândido / ABCD Maior
Link: http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=28631

CategoriasNotícia Tags:,

Árbitras inauguram novo gramado da Vila Belmiro

O estádio Urbano Caldeira do Santos Futebol Clube, também conhecido como Vila Belmiro, teve seu gramado totalmente reformado. O antigo havia sido retirado e um novo e moderno piso foi colocado no lugar.

A estreia ocorreu na tarde de hoje em uma partida amistosa entre as equipes femininas do Santos e a seleção da Coréia do Norte, em partida de despedida da Rainha Marta, a melhor jogadora do mundo por 5 vezes. Marta deve voltar para os Estados Unidos.

As meninas da Federação Paulista de Futebol foram as árbitras da partida, comandada pela árbitra Regildênia Holanda de Moura e pelas assistentes Renata Ruel e Clarice Ferreira.

O técnico Adilson Batista aprovou e elogiou o gramado, e a equipe principal vai estrear na próxima sexta-feira, em jogo contra o Noroeste, válido pela oitava rodada do Campeonato Paulista. A equipe profissional deve fazer treinos durante a semana para se ambientar ao seu novo palco.

A troca do gramado da Vila Belmiro está sendo realizada após 14 anos. A providência foi tomada assim que o clube alugou o estádio para a realização do show de Luan Santana, ídolo teen da música sertaneja, que se apresentou na Vila no último dia 19 de dezembro.

O Santos cobrou cerca de R$ 150 mil para alugar a Vila, preço aproximado com o que está sendo gasto com a troca do gramado.

Foto: Reprodução / UOL

As Árbitras do Paulistão 2011

Árbitras do Paulistão lidam com cusparada, ameaça de cartola e assédio da Playboy. Além de dedicadas, as árbitras do Campeonato Paulista também são vaidosas.

Maria Eliza é assistente do quadro da FIFA

Maria Elisa não entra em campo sem maquiagem. Tatiane não esquece o gel do cabelo e Regildênia limpa as chuteiras até com água mineral. Mais que a vaidade, essas mulheres têm em comum uma profissão bem masculina e, em campo, precisam esquecer o lado ‘mulherzinha’ para se impor como árbitra de futebol.

Além de conciliar duas profissões, elas convivem com as adversidades do jogo: xingamentos constantes da torcida, cobrança da imprensa diante de erros e situações mais complicadas como cusparadas e ameaças de dirigentes.

Árbitra assistente há dez anos, Maria Elisa Correia aprendeu a conviver com os percalços e ainda foi alçada ao posto de musa. A assistente foi convidada para posar nua na Playboy, em 2008, após a mais famosa das colegas, Ana Paula de Oliveira, trilhar o caminho e sair na capa da revista. Mas Maria Elisa manteve o foco no trabalho e não aceitou o convite, apesar de admitir ter ficado lisonjeada.

“Um dia te colocam como musa, um dia não vão colocar. Eu já achava que poderia acontecer por causa da Ana Paula, mas nem pensei em estudar a proposta. Não é minha linha de trabalho. Fiquei envaidecida, é bom te acharem bonita, mas não me iludo com isso”, disse ela, que reconhece a vaidade e não dispensa salto alto e maquiagem no dia-a-dia.

Maria Elisa concilia a carreira com a de professora de Educação Física em Ituverava, no interior de São Paulo. A bandeira tem chancela da Fifa e está acostumada à pressão dos clássicos paulistas. É com perfeccionismo que procura crescer. Ela grava todos os seus jogos para observar posteriormente e se orgulha das poucas falhas na carreira.

Tatiane Saciloti é uma das assistentes estreantes no paulistão 2011

Porém, já foi vítima da linha tênue que separa acertos e erros. Na final do Paulista de 2010 entre Santos e Santo André, Maria Elisa assinalou impedimento num gol legal do time do ABC. “Eu errei, me cobro muito, mas bola pra frente. Em dez anos de carreira, talvez tenha três erros de que as pessoas se lembram. Por ser um meio masculino, acho que dão mais ênfase aos erros das mulheres”, ponderou.

Tatiane Saciloti ainda vai entender essa pressão. Em 2011, fará sua estreia na Série A1 do Paulistão como assistente, mas já com a bagagem adquirida ao longo dos sete anos que passou nas divisões inferiores.

Na Série A2, em uma partida do Velo Clube, ela teve de sair de campo com a camisa toda molhada por causa das cusparadas da torcida, mas manteve a concentração e terminou o jogo normalmente. O momento mais tenso da carreira, no entanto, foi ser ameaçada pelo dirigente de um clube do interior, que chutou a porta do vestiário após a partida e ameaçou: “você não sai daqui viva”.

Apesar de ter apenas 24 anos, ela fala com naturalidade e admite que interferir no resultado é o pavor de qualquer árbitro, além de jamais rever um lance no intervalo e de, muitas vezes, faltar convicção nas marcações de impedimento. “Bate a dúvida, mas não dá para pensar em nada. Tenho que decidir e pronto. Em três segundos”.

Quem fatalmente irá passar por esse tipo de polêmica no Paulistão-2011 é Regildênia de Holanda Moura. A central trabalhará como árbitra adicional atrás do gol na nova função criada para ajudar em lances polêmicos na grande área.

Mas ela não se intimida, ao contrário, gosta do desafio. Prova disso é que está entre as três únicas árbitras centrais do quadro da Federação Paulista de Futebol para apitar o estadual. Para se impor diante dos homens, ela deixa o alegre jeito nordestino de lado e incorpora a cara sisuda.

Regildênia estreou como árbitra adicional na primeira divisão

“Acho que as mulheres preferem bandeirar porque se intimidam no centro do campo. Não vou me achar a menininha do jogo, não fico melindrada. O cara vai testar e preciso ser forte. Mas é gostoso quebrar tabus, vencer algo mais difícil. Parece droga, veneno na veia”, afirmou.

Regildênia escolheu ser central justamente por causa de um homem, o ex-marido, que a aconselhou dizendo que era mandona e autoritária demais. Ela leva a profissão tão a sério que decidiu não ter filhos, tampouco outra atividade.

Agora, terá um ganho financeiro importante, já que um árbitro central da Série A1 ganha cerca de R$2 mil por jogo, enquanto o assistente recebe R$1 mil. Na Série A2, os valores caem praticamente pela metade e diminuem proporcionalmente de acordo com as divisões. Compensação para quem tem a dificil tarefa de aliar a vaidade feminina à firmeza para conter atletas, torcedores e dirigentes raivosos.

Fonte: UOL Esporte
Link: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2011/01/18/arbitras-do-paulistao-lidam-com-cusparada-ameaca-de-cartola-e-assedio-da-playboy.jhtm

São Paulo, pólo nacional da arbitragem feminina

Em cinco anos, quantidade de árbitras no futebol do estado quase dobrou

O desenvolvimento do futebol feminino ao redor do mundo, além de revelar grandes talentos e representar mais um passo na luta feminista por direitos iguais, abriu caminho para um novo campo de trabalho para as mulheres: a arbitragem. Atualmente, só em São Paulo são 21 mulheres que seguem a carreira. Em 2005, por exemplo, havia apenas 12 árbitras no Estado. Silvia Regina de Oliveira, diretora da escola de árbitros Flávio Iazzeti, passa para as alunas o que aprendeu nos gramados.

Se comparar com o restante do país, o futebol paulista é o que mais conta com profissionais do sexo feminino na arbitragem, quase a metade das 48 árbitras espalhadas por todas as regiões. De acordo com Roberto Perassi, professor da Escola de Árbitros da Federação Paulista de Futebol, este número só tende a aumentar. “Para a nossa próxima turma da escola, temos mais de dez mulheres inscritas, com certeza daqui alguns anos teremos um número ainda maior”.

A dificuldade encontrada por uma mulher ao seguir os caminhos da arbitragem pode ser ainda maior do que a de um homem. É o que explica o psicólogo dos árbitros da Federação Paulista de Futebol, Gustavo Korte. “O ser feminino sofre com muitas alterações hormonais, esse ponto deve trabalhado com muito cuidado. Até mesmo o fato da menstruação pode atrapalhar a arbitra durante uma partida, por isso é algo muito sério”, argumentou.

Acostumado a acompanhar o trabalho da arbitragem de perto, Korte relata que algumas experiências marcaram sua carreira. “Na carreira do árbitro de futebol, muitas vezes há a falta do respeito da parte torcedor. Eu já vi algumas mulheres chorando após os jogos. A pressão é muito forte e algumas não aguentam”, explica.

Na década de 90, com o surgimento de campeonatos internacionais oficiais, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) criou um quadro exclusivo para arbitras, fazendo com que o que era profissão exclusiva dos homens, passasse a fazer parte do universo feminino. No entanto, seus trabalhos eram restritos às partidas de futebol feminino.

Marco histórico

No dia 30 de junho de 2003, São Paulo e Guarani se enfrentavam pelo Campeonato Brasileiro. O que era para ser apenas mais um jogo entrou para a história do futebol nacional. Silvia Regina de Oliveira era a dona do apito naquela tarde e se tornava a primeira mulher a trabalhar como árbitra principal de futebol na história do Brasileirão.

“Na época, era apenas mais um jogo, que exigiria concentração, dedicação e trabalho, assim como todos os outros”, lembra Silvia.

No entanto, hoje ela reconhece que o acontecimento foi além de uma simples partida. “Agora que encerrei minha carreira, sei que ser a primeira mulher a apitar jogos da Série A de um campeonato no país do futebol é uma grande honra”, disse.

Atualmente, a ex-árbitra é diretora da Escola de Árbitros Flávio Iazzetti, da Federação Paulista de Futebol, e um dos maiores exemplos para aquelas que querem se aventurar entre as quatro linhas.

Silvia conta que atualmente encara com naturalidade a presença de uma mulher em campo, e que a prática está ficando cada vez mais comum. A questão do preconceito, ela garante que ficou no passado. “Com o tempo provamos que somos capacitadas da mesma forma que qualquer homem”.

Maria Eliza e Aline Lambert são outros exemplos de juizas bem sucedidas no futebol paulista. “É uma satisfação muito grande saber que a mulher está conquistando cada vez mais espaço no futebol, tanto com atletas quanto como árbitras”, disse Maria Eliza.

No entanto, o caminho para se tornar uma árbitra de respeito não é simples, e a responsabilidade é algo que não pode ser deixado de lado. Ana Paula de Oliveira, assistente que marcou época em meados do ano 2000, seguiu um caminho diferente das demais. Após posar para uma revista masculina e participar de um reality show na TV, sequer foi selecionada para exercer sua função em 2010.

Dentro de campo, o respeito por parte dos atletas muitas vezes é esquecido. Mesmo sabendo que estão falando com uma mulher, o palavreado não costuma ser dos mais educados. Contudo, Arthur Oyama, lateral-esquerdo do Santo André, garante que o árbitro sempre é a autoridade, não importa o sexo. “O juiz, independente de ser homem ou mulher tem que ser respeitado dentro de campo. Indisposições e erros durante o jogo acontecem, mas a qualidade do árbitro não depende do sexo”, disse.

Já Maurício Salgado, técnico do time feminino do São Caetano, acredita que ainda há muito machismo. “Por um lado, as mulheres acabam sendo respeitadas em algumas situações simplesmente por serem mulheres. Por outro, há um certo machismo em relação ao fato de ser mulher e alguns erros que homens cometem e até são aceitos, com as mulheres não acontecem o mesmo”.

Entretanto, o treinador também acredita que a situação está melhorando nos gramados brasileiros, principalmente nos grandes centros do esporte. A presença da mulher em vários cenários levou um certo tempo para se consolidar. E no futebol não parece ser diferente. “Como o futebol tem crescido na modalidade feminina, isso também deveria ocorrer em todos os âmbitos, não só dentro de campo, como na arbitragem e em comissões técnicas. Eu acredito no potencial feminino, mas a experiência no meio ainda é recente e precisa se desenvolver”, completa.

Fonte: Univ. Metodista de São Paulo
Autores: Fausto Monteiro, Felipe Pugliese, Lorelay Mendes e Thais Romanelli

http://www.metodista.br/rronline/noticias/esportes/2010/05/sao-paulo-vira-polo-nacional-da-arbitragem-feminina

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 345 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: