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Archive for março \31\UTC 2011

Técnico usou doença do palavrão para ganhar jogos

Um técnico de futebol falava para os árbitros que seus atletas tinham Síndrome de Tourette para que eles pudessem ser mais agressivos durante as partidas.

Jogadores do colégio Lewiston-Porter, em Nova York, confirmaram que o técnico Samuel Ricotta mentia para árbitros e técnicos dos times opostos. Eles comentaram que Ricotta se gabava de enganar os juízes depois das partidas.

A Síndrome de Tourette é uma desordem neurológica caracterizada por tiques, espasmos e vocalizações, normalmente agressivos. Os portadores da síndrome costumam falar palavrões e ofender pessoas sem nem perceber.

Ricotta resignou ao cargo e a prática acabou sendo revelada ao jornal local Niagara Gazette. Agora a liga de futebol escolar está procurando árbitros que tenha apitado alguma dessas partidas para verificar a possibilidade de alguma repressão contra o técnico malandro.

Se você não sabe o que é a Síndrome de Tourette – e entende um pouco de inglês – pode ver esse documentário sobre um acampamento para crianças com a síndrome. Não deve ser fácil.

Fonte; Vírgula
Link: http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/inacreditavel/2010/08/20/256660-tecnico-de-futebol-usou-doenca-do-palavrao-para-ganhar-jogos

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Jogador atropela árbitro assistente

Felizmente o atropelamento ocorreu no campo de jogo, ou melhor, ao lado dele. O fato ocorreu na Liga Espanhola. Jogador e assistente se estranharam, mas depois se entenderam. Por sorte, ninguem ficou ferido. Veja o video:

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Árbitro catarinense apita Ponte Preta e Ipatinga pela Copa do Brasil

O catarinense Paulo Henrique de Godoy Bezerra (foto), apita Ponte Preta (SP) e Goiás (GO), em Campinas, às 19h30min da próxima quinta-feira (31). Eberval Lodetti e Neuza Inês Back serão os árbitros assistentes.

Em Florianópolis, o Avaí (SC) faz o jogo de volta contra o Ipatinga (MG), hoje, dia 30, às 21h50min com trio gaúcho no comando da partida. Márcio C. Brum Coruja será o árbitro, Tatiana Jacques de Freitas (ASP-FIFA) e Alexandre A. P. Kleiniche serão os assistentes.

Confira abaixo a escala das duas partidas:

Data: 30/03/2011 – Horário: 21:50hs – Local: Estádio Ressacada / Florianópolis
Avaí (SC) x Ipatinga (MG)
Árbitro: Márcio C. Brum Coruja/RS
Assistentes: Tatiana Jacques de Freitas/RS (ASP-FIFA) e Alexandre A. P. Kleiniche/RS
4º árbitro: Carlos E. Vieira Áreas/SC
Assessor: Luis Alberto Kallenberger/SC
Delegado: Junior Moresco

Data: 31/03/2011 – Horas: 19:30hs – Local: Estádio Moisés Lucarelli / Campinas
Ponte Preta (SP) x Goiás (GO)
Árbitro: Paulo Henrique de Godoy Bezerra/SC
Assistentes: Eberval Lodetti/SC e Neuza Inês Back/SC
4º árbitro: Antonio Rogério Batista do Prado/SP
Assessor: Roberto Perassi/SP

Fonte: SINAFESC

Árbitros de Ipiaú utilizarão bandeiras eletrônicas no Municipal

Pela primeira vez na história do futebol ipiauense, os árbitros usarão bandeiras eletrônicas nos jogos do Campeonato Municial, realizados no Estádio Pedro Caetano. Com o intuito de aprimorar e diminuir os erros das arbitragens, a Associação de Árbitros de Ipiaú (BA) fez um grande investimento financeiro ao obter as Bandeiras Eletrônicas Refscall e rádios comunicadores para entidade. Utilizaram pela primeira vez, o quarteto composto pelos árbitros: Rosivaldo Aires, Ado Reis, Afonso Mendes e Elizer Farias. Esses materiais são importados, sendo utilizados pelos árbitros do quadro nacional (CBF) e internacional (FIFA).

O equipamento é composto por duas bandeiras eletrônicas usadas pelos árbitros assistentes para alertar, através de um receptor com sinal sonoro (bip) e vibração, localizado no braço ou na cintura do árbitro principal, situações de impedimento, faltas (que fujam do campo visual do árbitro), arremessos laterais, tiros de canto e de meta, e todos os demais lances que não sejam captados pelo árbitro central e que foram observados pelo campo visual dos assistentes.

A bandeira é composta por um botão de acionamento para sinalizar ao árbitro central. O receptor vibra e e possui sinal sonoro das bandeiras codificadas. O formato é anatômico e o tecido de boa qualidade. E o receptor somente recebe sinal das bandeiras codificadas.

O produto pode ser encontrado no website do fabricante: Refscall.

Texto adaptado do site da Associação de Árbitros de Ipiaú.

Video: não foi gol?

O árbitro e o assistente não viram o gol. Na partida entre Limon e Alajuelense, na Costa Rica, os homens de preto não observaram a bola que bate ao fundo do gol e volta para o campo de jogo. Gol válido, mas não concedido.

Veja o video (repetição do lance aos 1’28”):

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Árbitra do ABCD vence preconceitos no futebol

Gil Moura, moradora do Jardim Detroit, aposta na carreira dentro do gramado

Driblar preconceitos, viver sob pressão de atletas no campo e jamais ter receio de punir infratores com o cartão amarelo ou vermelho. A velha máxima de que “futebol é coisa para homem” não está no vocabulário de Regildênia de Holanda Moura, a Gil, 36 anos, moradora no Jardim Detroit, em São Bernardo. Desde 2004, é uma das três melhores árbitras assistentes da FPF (Federação Paulista de Futebol), onde ingressou após passar em muitos testes.

Em 2007, Gil foi incluída também no quadro da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). A partir daí, passou a viajar por esse interior afora e buscou forças para a sua auto-afirmação. Afinal, a oportunidade de apitar na Primeira Divisão (após trabalhar nas Séries A2, A3 e Segundona) bateu mais rápido do que previa à sua porta. Em seu álbum, ela valoriza fotos dos principais jogos e partidas de final de ano com a estrela Marta, Rubens Barrichello, Carlos Alberto Parreira e Felipe Massa.

Separada, sem filho, Gil começou a apitar futebol na várzea em 1990 nos campeonatos da Liga de São Bernardo. Já apitou decisão da tradicional Copa Kaiser e optou por ser árbitra central, e não apenas assistente. “Juiz ganha R$ 2 mil por partida e assistente apenas a metade. Portanto, eu quero estar no centro do campo comandando. Sou feliz assim.”

Desde os tempos do “terrão na várzea”, segundo Gil, ela sempre foi vaidosa fora de campo: usa batom, cremes caros, perfumes, pinta o cabelo, unhas e se veste bem para chegar aos estádios. Dentro de campo, Gil muda sua personalidade, assume a postura de árbitra e se faz respeitar. “Meu ex-marido já me dizia: você é mandona.”

Nascida na pequena cidade de Ouricuri, Pernambuco, Gil veio morar no ABCD com pouco mais de 10 anos. “A Gil sempre foi muito determinada, é respeitada e merece tudo o que conseguiu até hoje”, elogia o vice-presidente da Liga, Saul Lino.

A árbitra não quer filhos em função da carreira, excesso de viagens e, principalmente, por estar na Primeira Divisão. Para Gil, a ex-árbitra Sílvia Regina “abriu as portas” para a mulher na profissão, mas admite ser fã de um homem, o também juiz Wilson Luiz Seneme.

Por: Edélcio Cândido / ABCD Maior
Link: http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=28631

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Ceretta lamenta punir Rogério Ceni após gol 100

‘Árbitro-modelo’ quer esquecimento por gol 100 e diz que não daria amarelo a Ceni

Árbitro teve ótima atuação no clássico

Com apenas 27 anos, Guilherme Ceretta de Lima é apontado como uma das principais revelações da arbitragem nacional e, no último domingo, fez parte de um feito histórico do futebol. Ele comandou o clássico entre São Paulo e Corinthians em que o goleiro Rogério Ceni fez seu 100º gol, em uma cobrança de falta na vitória tricolor por 2 a 1.

Mas o juiz não quer ser lembrado por esse jogo. Apesar de sua atuação ter sido elogiada, ele prefere o anonimato. Para Ceretta, seus pares entram para história do futebol apenas pelos erros. “Não quero ser lembrado, meu nome só vai estar na súmula, como poderia ser qualquer outro. Se tivesse feito um jogo ruim, aí sim eu seria lembrado nessa marca”, contou.

O único ponto lamentado pelo árbitro foi ter de dar o cartão amarelo a Rogério Ceni por ele ter tirado a camisa na comemoração, o que, para ele, é um “erro” da regra. “E ela tem esses ‘erros’ que, mesmo não concordando, temos de cumprir. O Rogério sabe que a regra tem de ser cumprida.”

Professor formado em educação física e dono de uma escolinha de futebol na cidade de São Roque [interior de São Paulo], Ceretta também concilia sua carreira de árbitro profissional com a de modelo, apesar de usa agenda escassa. “Já perdi muitos trabalhos por falta de tempo”.

Confira a entrevista exclusiva:

UOL Esporte: Como é entrar em um jogo como esse, em que uma marca tão importante poderia acontecer? Você já sabia disso, já tinha trabalhado isso de alguma maneira?
Guilherme Ceretta: Lógico que eu sabia, vocês da imprensa valorizam muito esses momentos e nós, que vivemos o futebol, não teriamos como não ficar sabendo. Não mudei nada para esse jogo. Se fosse falta, dentro ou fora da área, teria o mesmo critério e marcaria. Ela aconteceu e foi marcada.

UOL Esporte: Qual é a importância para você de ter conduzido essa partida?
Guilherme Ceretta: Não quero ser lembrado, meu nome só vai estar na súmula, como poderia ser qualquer outro. Marcas são para jogadores e técnicos que fazem parte do espetáculo. Hoje, nós árbitros ainda somos “formiguinhas” dentro da grandeza de um clássico. Ainda bem que a arbitragem foi considerada boa por toda a imprensa. Se fosse ruim, aí sim eu seria lembrado nessa marca.

UOL Esporte: Você chegou a pensar em não dar aquele cartão amarelo para o Rogério por tudo que envolvia a comemoração? O que vocês conversaram naquela hora?
Guilherme Ceretta: Não pensei em deixar de mostrar o cartão. Eu tenho de ser cumpridor da regra do jogo. E ela [a regra] tem esses “erros” que mesmo não concordando, temos de cumprir. Não conversamos nada sobre isso. O Rogério sabe que a regra tem que ser cumprida.

UOL Esporte: Foi um dos jogos mais complicados que você já apitou? Com todos os fatores, como rivalidade, torcida arremessando objetos no campo, expulsões…
Guilherme Ceretta: Com certeza. Vai ficar marcado para mim por todas as dificuldades. Consegui controlar bem a partida e aplicar a regra com tranquilidade. Foi o jogo de maior repercussão que já fiz, por tudo que envolveu antes. Durante foi muito difícil, mas terminou com uma ótima arbitragem.

UOL Esporte: Mudando um pouco de assunto, você também é modelo. Como está sendo conciliar essa carreira com a de árbitro profissional de futebol?
Guilherme Ceretta: Sou modelo desde os 15 anos e fiz vários desfiles e trabalhos fotográficos. Mas hoje em dia, aparece bem pouco trabalho. Ainda sou agenciado, mas já perdi muitos trabalhos por falta de tempo.

Fonte: UOL Esporte

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