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Archive for julho \29\-03:00 2011

Federação Paulista divulga gabarito da prova teórica

Em nome da diretora Silvia Regina de Oliveira, a Escola de Árbitros Flávio Iazzetti (EAFI) da Federação Paulista de Futebol (FPF) publicou o gabarito da prova teórica, que fora aplicada aos seus árbitros no último dia 25.

Para fazer o download do documento, clique aqui.

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Ex-árbitro peruano assume ministério da saúde

O presidente eleito do Peru, Ollanta Humala, anunciou oivo novos membros do seu futuro gabinete de governo durante uma entrevista n a televisão, dentre eles o ex-árbitro de futebol do Peru, Alberto Tejada Noriega.

Tejada, de 54 anos, é médico e atuou como árbitro internacional, onde participou das Copas do Mundo de 94 (EUA) e 98 (França), apitando um total de 3 jogos. Iniciou sua carreira em 1983 e entrou para o quadro da FIFA em 88, onde ficou até 1998. Este no comando de 14 clássicos entre Alianza e Universitário e também atuou na liga japonesa, a J-League, em 1994.

O apitador foi prefeito do distrito de San Borja entre 2003 e 2010 e aceitou o convite para assumir o ministério da saúde, a convite do presidente eleito Humala.

Ele é filho do também ex-árbitro FIFA Alberto Tejada Burga, que foi o primeiro árbitro peruano a participar de jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo e foi presidente da comissão de arbitragem do seu país.

A importância dos árbitros de futebol fora de campo não é mais um fenômeno restrito a alguns lugares. No Brasil, o ex-árbitro mundialista Carlos Simon assumiu a Coordenação Executiva da Copa do Mundo 2014 no Rio Grande do Sul, a convite do governador Tarso Genro. O árbitro FIFA Evandro Rogério Roman assunmiu a pasta da secretaria de esportes do Paraná. Já Rodrigo Cintra, apesar de radicado na Bahia, faz parte do grupo que organiza a Copa 2014 em Natal, no Rio Grande do Norte.

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Prova teórica da Federação Paulista divulgada

Na última segunda-feira (25), a Federação Paulista de Futebol (FPF) realizou a prova teórica semestral para o seu quadro de árbitros. A correção da prova ainda não foi divulgada. Confira as questões da prova!

 

1 – Um substituto deve entrar no campo de jogo pela linha central, durante a paralisação do jogo e com a autorização do quarto árbitro. Esta afirmação é verdadeira (V) ou falsa (F)?

2 – O IFAB opina que uma partida não deve continuar se uma equipe tiver menos de sete jogadores. Esta afirmação é verdadeira (V) ou falsa (F)?

3- Um jogador, depois de um choque, começa a sangrar. O árbitro solicita a ele que deixe o campo de jogo para ser atendido. Uma vez recuperado e inspecionado pelo quarto árbitro este pode autorizá-lo a reingressar. Esta afirmação é verdadeira (V) ou falsa (F)?

4 – Que alternativa abaixo não é uma condição para que uma infração seja considerada uma falta?
a) Cometida por um jogador
b) Ocorrer com a bola em jogo
c) Ocorrer fora do campo de jogo
d) Todas as respostas estão corretas

5 – De acordo com o Novo Código Brasileiro de Justiça Desportiva, é correto afirmar que existe uma pena para a arbitragem que:
a) Deixar de comunicar à autoridade competente, em tempo oportuno, que não se encontra em condições de exercer suas atribuições.
b) Deixar de relatar as ocorrências disciplinares da partida, prova ou equivalente, ou fazê-lo de forma a impossibilitar ou dificultar a punição de infratores, deturpar os fatos ocorridos ou fazer constar fatos que não tenha presenciado.
c) Não se apresentar devidamente uniformizado ou apresentar-se sem o material necessário ao desempenho das suas atribuições.
d) Todas as alternativas estão corretas

6 – De acordo com o Regulamento Geral das Competições da FPF, qual das alternativas abaixo está incorreta?
a) Nas categorias sub-11, sub-13 e sub-15, a partida será encerrada antecipadamente se paralisada após 10 (dez) minutos do segundo tempo.
b) Uma partida paralisada pelo árbitro após seu início poderá: [I] ter seguimento caso cessada a causa da paralisação; [II] ser suspensa; [III] ser encerrada antecipadamente.
c) O clube mandante sempre jogará com seu uniforme número 1 (um), salvo alteração previamente autorizada pelo DCO.
d) Caso a partida seja paralisada após 20 (vinte) minutos do segundo tempo de jogo e o jogo não possa prosseguir no mesmo dia, o árbitro determinará sua suspensão, exceto nos casos de número mínimo de atletas para o prosseguimento da partida, ocasião em que será aplicado W.O., ou recusa de sua continuidade por parte de um das equipes, hipótese em que a partida será decidida pela JD.

7 – Seis é o número máximo de substituições permitidas em partidas não oficiais de seleções nacionais A. Esta afirmação é verdadeira (V) ou falsa (F)?

8 – Um jogador joga de maneira perigosa sem atingir seu adversário, porém sua ação evidencia claro risco de lesionar o adversário. Qual a decisão correta do árbitro?
a) Tiro livre indireto
b) Tiro livre direto
c) Tiro livre indireto e advertência
d) Tiro livre direto e advertência

9 – Um jogador faz uma carga em um adversário com a bola em distãncia de jogo e sem levar em consideração o risco ou as consequências a este adversário. Esta ação é considerada como sendo:
a) normal
b) Um tiro livre direto com advertência
c) Um tiro livre indireto com advertência
d) Um tiro livre indireto

10 – De acordo com o Regulamento Geral das Competições da FPF, qual afirmação é correta?
a) Na ausência do árbitro, árbitros assistentes e quarto árbitro, os clubes, de comum acordo, indicarão os substitutos.
b) Na ausência do árbitro, árbitros assistentes e quarto árbitro, a comissão de arbitragem deve ser informada e substituir imediatamente a equipe de arbitragem.
c) A ausência dde qualquer integrante da equipe de arbitragem impedirá a realização da partida.
d) O delegado da partida entregará ao Departamento de Árbitros da FPF a súmula e o relatório da partida nos termos da legislação vigente.

11 – Em qual das seguintes alternativas o árbitro não sofrerá pena de acordo com o Novo Código Brasileiro de Justiça Desportiva?
a) Aplicar as regras do jogo de acordo com sua modalidade
b) Omitir-se no dever de prevenir ou de coibir violência ou animosidade entre atletas, no curso da competição
c) Deixar de observar as regras da modalidade
d) Deixar de solicitar às autoridades competentes as providências necessárias à segurança individual de atletas e auxiliares ou deixar de interromper a partida, caso venham a faltar estas garantias.

12 – Os postes e o travessão podem ser de qualquer cor. Esta afirmação é verdadeira (V) ou falsa (F)?

13 – Em qual circunstância o jogador pode marcar um gol sem o calçado?
a) Somente se o gol foi marcado imediatamente
b) Se o gol for marcado imediatamente e a perda do calçado foi acidental
c) Em nenhuma circunstância é legal. O árbitro deve solicitar ao jogador que deixe o campo para colocar em ordem seu equipamento
d) Nenhuma das respostas está correta

14 – Em relação aos deveres do árbitro assistente, ele deve indicar quando um jogador encontra-se em posição de impedimento. Esta afirmação é verdadeira (V) ou falsa (F)?

15 – Durante o jogo, os jogadores devem retornar ao campo apenas pela linha central. Esta afirmação é verdadeira (V) ou falsa (F)?

16 – Um jogador está levemente lesionado. Que deve fazer o arbitro?
a) O árbitro paralisará o jogo, e solicitará ao jogador que deixe o campo de jogo para ser atendido
b) O árbitro permitirá que o jogo prossiga até que a bola esteja fora de jogo
c) O árbitro dará continuidade ao jogo
d) O árbitro paralisará o jogo. Ele perguntará ao jogador se há necessidade de atendimento médico. A partida será reiniciada com bola ao chão

17 – Quem define quanto substitutos podem ser relacionados?
a) O regulamento da competição
b) As associações nacionais
c) O IFAB
d) O árbitro

18 – Segurar o adversário por motivo tático para afastá-lo da bola é uma conduta sempre sancionada com cartão amarelo. Esta afirmação é verdadeira (V) ou falsa (F)?

19 – Em qual das situações abaixo pode haver impedimento?
a) Quando um jogador recebe a bola lançada diretamente pelas mãos do seu goleiro
b) Quando um jogador recebe a bola diretamente de um tiro de canto
b) Quando um jogador recebe a bola diretamente de um arremesso lateral
b) Nenhuma das anteriores

20 – Qual é a definição de estar envolvido em jogo ativo?
a) Ganhando vantagem por estar naquela posição
b) Interferindo no jogo
c) Interferindo em um adversário
d) Todas as respostas estão corretas

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Entrevista com Sérgio Pezzotta na revista Conmebol

Os reconhecimentos chegaram no final da carreira. A final da Libertadores e a Copa América neste ano.

– O quê significa para você dirigir esta final de Libertadores entre Santos e Peñarol?
– É uma honra que tenham pensado em mim, sobretudo porque este ano, sabendo que pela idade o último torneio que podia dirigir era a Copa América, tinha apontado a isso, e graças a Deus houve a possibilidade de ser designado. E, além disso, a satisfação de terem me escolhido para este Santos x Peñarol. Na verdade foi toda uma surpresa!

– Quantos jogos da Libertadores teve este ano?
– Vários, foram sete no total. Deviam ser sete. Estava designado para dirigir o Inter de Porto Alegre, mas justo nesse dia tive que arbitrar um jogo suspenso na Argentina e tiveram que me substituir. Foi uma das Copas Libertadores – junto com a de 2007 – que mais jogos apitei. (Entre esses 6 que menciona, Pezzotta teve ao seu cargo o único jogo em que o Santos perdeu: 3 x 2 ante o Colo Colo, em Santiago).

– Quando você se aposenta da arbitragem?
– No dia 31 de dezembro de 2012. Vou ter 46 anos.

– Você se encontra em um bom momento?
– Sim, e muito disso tem a ver a parte psicológica. Faz um tempo que estou trabalhando com este tema. O fato de morar em Rosario me dá a
possibilidade de armar uma equipe individual de trabalho. Conto com um preparador físico, um fisioterapeuta, um nutricionista e uma psicóloga. A partir do período 2003/2004 comecei a trabalhar com este grupo, que foi se armando com o correr do tempo. E creio que grande parte do crescimento que tive ao longo destes anos eu devo a esta equipe que precisamente tenho armado. Isto ajuda muito. Mais além do físico, ajuda com o psíquico, que tem a ver com a tarefa que nós árbitros desempenhamos dentro do campo de jogo.

– Há 40 anos atrás se um árbitro dissesse que contava com uma equipe pessoal com preparador físico, nutricionista, fisioterapeuta, psicólogo, pareceria ficção científica …
– Isto tem muito a ver com o profissionalismo do futebol. Não se pode ficar à margem diante dos fatos que foram sucedendo nos últimos  anos. Tem que se preparar como as equipes fazem.

– Nota-se que através de todo este trabalho, com este grupo, melhorou muito, se sente outro árbitro?
– Com certeza. Quando cheguei no futebol profissional tinha uma certa falta de experiência e essa experiência fui construindo dirigindo as equipes. Estreei aos 32 e aos 33 fui internacional.

– É o primeiro árbitro rosarino em dirigir uma final da Copa Libertadores?
– Sim e representar a todos os meus companheiros do interior é um privilégio. Baldassi é de Córdoba, mas ele mora em Buenos Aires e fez toda sua carreira ali. Na verdade, é uma grande honra. Três árbitros de Rosario surgiram nos últimos tempos: Claudio Martín, já aposentado, Saúl Laverni e eu.

– Nunca dirigiu um Rosario Central x Newells?
– Não, pelo fato de ser rosarino e por uma questão de segurança não posso arbitrá-lo. Nenhum rosarino dirigiu esse clássico. Para mim sempre foi uma conta pendente o fato de ter dirigido os melhores clássicos argentinos e não o da minha cidade. O povo é muito passional em Rosario.

– O que esperava do jogo Santos x Peñarol?
– Passar o mais inadvertido possível. O importante nestes casos é estar tranquilo, frio. E que seja um espetáculo para as pessoas. Esta partida é vista por milhões de pessoas. Além das equipes implicadas, atrai o torcedor neutro e bom, que a gente possa desfrutar.

– Quando entra em campo, qual é o seu máximo objetivo como árbitro?
– Demonstrar serenidade. Creio que o árbitro deve transmiti-la ao jogador porque quando este confia no que está fazendo, tudo fica muito  mais simples. É uma tarefa de convencimento. Convencer o jogador do que se está sancionando. Penso que isso lhe dá experiência. Em  campo falo o necessário. Não sou de dialogar muito. Uma palavra no devido tempo evita uma sanção e o jogador finalmente reconhece. O  jogador está a mil por hora e o juíz tem que demonstrar mais serenidade.

– Que outros aspectos te preocupam?
– Obviamente, acertar o máximo possível. Provoca-me muita dor o equívoco. A maioria dos equívocos formam parte de uma desconcentração ou de uma má colocação dentro do campo de jogo. Creio que estar concentrado e bem colocado diminui a margem de  erro, sempre algo pode escapar, porque o jogo é rente ao piso e há 22 pessoas que se movem constantemente.

– Que recomendações você dá à Comissão de Árbitros da CONMEBOL?
– Estar atento às simulações. E o tema do jogo brusco é importantíssimo. A Copa Libertadores em seus inícios se caracterizou pelo jogo  violento. Com a intervenção da TV neste torneio e a todo o futebol, esse nível de violência abaixou. A premissa da Comissão é reduzir a violência.

SERGIO FABIÁN PEZZOTTA
Nascimento: 28 de novembro de 1967, Rosario, Argentina
Trajetória profissional:
– Estreia na 1a. División: Talleres 1 x 0 Estudiantes (05/04/1999)
– Estreia como árbitro internacional: Atlético Paranaense x Emelec (2000)
– Atuou nos Sulamericanos Sub-17 (Venezuela 2005), Sub-20 (Paraguai 2007), Copa América (Venezuela 2007, México 2 x 0 Brasil, Brasil 1 x0 Equador, México 6 x 0 Paraguay) e Copa Libertadores.

Fonte: Revista Conmebol (tradução)
Autor: Jorge Barraza

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Arbitragem definida para primeira rodada da Copa Sulamericana

A Confederação Sulamericana de Futebol (Conmebol) definiu a arbitragem das partidas da primeira rodada da Copa Sulamericana, que tem início em Agosto. O brasileiro Leandro Pedro Vuaden (RS) vai estrear nesta rodada. Os assistentes Altemir Hausmann (RS) e Carlos Berkenbrock (SC) também foram escolhidos.

Bella Vista (URU) x Universidad Católica (CHI)
Montevideo, 02/08/2011 – 19:45hs
Árbitro: Leandro Vuaden (BRA)
1o. Árbitro assistente: Altemir Hausmann (BRA)
2o. Árbitro assistente: Carlos Berkenbrock (BRA)
4º Árbitro: Líber Prudente (URU)

Universidad César Vallejo (PER) x Independiente Santa Fé (COL)
Trujillo, 02/08/2011 – 20:00hs
Árbitro: Alfredo Intriago (EQU)
1o. Árbitro assistente: Byron Romero (EQU)
2o. Árbitro assistente: Douglas Bustamante (EQU)
4º Árbitro: Henry Gambetta (PER)

Deportivo Quito (EQU) x Deportivo Anzoátegui (VEN)
Quito, 03/08/2011 – 17:00hs
Árbitro: Imer Machado (COL)
1o. Árbitro assistente: Rafael Rivas (COL)
2o. Árbitro assistente: Wilmar Navarro (COL)
4º Árbitro: Diego Lara (ECU)

San José (BOL) x Nacional (PAR)
Oruro, 03/08/2011 – 18:00hs
Árbitro: Omar Ponce (EQU)
1o. Árbitro assistente: Juan Cedeño (EQU)
2o. Árbitro assistente: Carlos Herrera (EQU)
4º Árbitro: Peter Guerrero (BOL)

Olímpia (PAR) x The Strongest (BOL)
Asunción, 03/08/2011 – 20:15hs
Árbitro: Martín Vázquez (URU)
1o. Árbitro assistente: Miguel Nievas (URU)
2o. Árbitro assistente: Carlos Changala (URU)
4º Árbitro: Enrique Cáceres (PAR)

Yaracuyanos (VEN) x L.D.U Quito (EQU)
San Felipe, 04/08/2011 – 19:45hs
Árbitro: George Buckley (PER)
1o. Árbitro assistente: Luis Avila (PER)
2o. Árbitro assistente: Manuel Yupanqui (PER)
4º Árbitro: Candelario Manuel Andarcia (VEN)

Conmebol condecora Óscar Ruiz por aposentadoria

O árbitro colombiano Óscar Ruiz foi condecorado na última quarta-feira pela Conmebol, por conta de sua aposentadoria da arbitragem internacional.

Óscar Ruiz (centro) junto à placa de condecoração, ladeado por Carlos Alarcón e Dr. Leoz (direita).

Óscar Ruiz recebeu por parte do presidente da Conmebol, senhor Nicolás Leoz, uma placa em forma de uma bola de futebol, em testemunho à sua “notável trajetória” como árbitro da Confederação Sulamericana a nivel internacional, segundo consta na homenagem.

Para o colombiano de 41 anos ainda restam 4 anos como árbitro internacional. Iniciou como profissional em 1992 e se despediu esta semana dirigindo o encontro entre Cerro Porteño e Estudiantes LP, nas oitavas-de-final da Copa Santander Libertadores 2011.

Ruiz, considerado um dos melhores árbitros do mundo, anunciou que aceitou o convite para ser instrutor do programa RAP da FIFA.

Na Copa do Mundo 2006, apitou a partida entre Holanda e Costa do Marfim, causando controvérsia por conta das decisões que tomou naquela partida. Posteriormente foi selecionado para dirigir partidas da Copa do Mundo 2010, onde atuou nas partidas entre África do Sul x França e Grécia x Nigéria, ainda na primeira fase.

Apitou finais de campeonatos como o Sulamericano Sub-17 do Perú em 1995, o Preolímpico Sulamericana da Argentina em 1996, Supercopa “João Havelange” em 1996, a Copa Merconorte em 1998, Copa América 1999, Copa Intercontinental 2000, Copa Mercosur 2001, as finais da Copa Libertadores da América 2003, 2007 e 2010 e, finalmente, a decisão da Copa Sulamericana 2010. É um currículo invejável.

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Ana Paula é destaque na imprensa Venezuelana

Para venezuelanos a bandeirinha brasileira é a miss da arbitragem!

Antes de ir para A Fazenda 4, Ana Paula Oliveira concedeu uma entrevista para o portal esportivo Translajugada.com da Venezuela. Para os venezuelanos Ana Paula é considerada a miss da arbitragem do futebol. Na entrevista a bandeirinha contou fatos de sua vida esportiva, comentários sobre a Seleção Brasileira e seus sonhos. Ana possui muitos fãs na Venezuela, país que na última Copa América chegou até as semifinais.

– O que te inspirou a ser árbitra assistente?
Minha paixão começou aos 14 anos, quando acompanhava meu pai, que era árbitro amador, em alguns torneios. Eu o ajudava como mesária, anotando tudo da partida. Quatro anos depois os jogadores me pediram para trabalhar com meu pai. Foi um jogo que valeu a pena.

– O que significa o futebol na sua vida?
Tudo. Amo o futebol. Foi por meio da arbitragem que sou conhecida, e sem dúvida devo muito ao esporte, tudo que sou.

– Porque o futebol e não outro esporte?
Na verdade pratiquei outros esportes como vôlei e kung-fu. Não gostava muito do futebol, era mais por influência de meu pai, mas acabei treinando e gostando muito.

– Tem algum ritual antes de entrar em campo?
Sempre faço uma oração, pedindo proteção a Deus.

– Qual é sua maior inspiração? O que te motiva dia a dia?
Minha inspiração é o futebol, o amor que tenho pela arbitragem, a esperança de construir uma família e realizar uma carreira profissional de sucesso. Creio que seja o maior desafio da mulher moderna.

– Tua família sempre te apoiou?
Não, no começo não. Com o tempo foram apoiando.

– Algum esporte favorito?
Pratico artes marciais e atualmente tenho feito muito tai chi chuan.

– Torce por algum time?
Para a seleção brasileira de futebol e o Barcelona.

– Quem é seu ídolo?
Lionel Messi. Creio que seja o homem do momento.

– O que espera do futuro?
Quero votlar a fazer um bom trabalho no campo de futebol e em paralelo construir uma carreira sólida no jornalismo.

– Quais as razões que te impulsionaram a aceitar a proposta de posar para uma revista masculina?
Minha decisão foi por minha família. Meu pai estava doente e minha mãe tinha problemas, e com isso não sabia se teria uma nova chance de oferecer algo melhor para eles. Hoje minha mãe tem uma casa, meu pai faleceu há um ano. Mas com o dinheiro consegui dar o confornto e o tratamento médico que precisavam.

– Como foi sua experiência como árbitra assistente?
Meus principais jogos foram 3 finais de Campeonato Paulista, dois jogos de Copa Libertadores e a final da Copa do Brasil em 2006.

– Acredita que ainda existe preconceito com as mulheres no futebol? Já sofreu alguma discriminação?
Creio que ainda existe o preconceito, mas cada vez menos. Eu sofri discriminação por ser mulher, no começo da carreira.

– Já esteve na Venezuela?
Infelizmente ainda não conheci o país.

– Como vê a evolução do futebol venezuelano nos últimos anos?
Tenho visto uma evolução da equipe, está aparecendo cada vez mais e tem jogadores capacitados em campo.

– Se considera a árbitra mais bonita do futebol?
(risos) Não, tem outras árbitras que também merecem elogios.

– O que achou da Seleção Brasileira na Copa América 2011?
É uma equipe em formação, com grandes talentos, mas que ainda terão que provar sua competência. E continuam sendo favoritos, embora não tenham ido bem, como os brasileiros esperavam.

– Neymar é talvez o  jogador mais importante do momento. Como vê seu futuro?
Vejo que Neymar tem os pés no chão e em seu trabalho poderá chegar a ser o melhor jogador do mundo, como Kaká, Ronaldinho, Ronaldo e Rivaldo.

– Conte a nossos leitores alguma  experiência particular que tenha passado.
Bom, uma vez um jogador me convidou para jantar e eu disse que não. Ao final no jogo, o mesmo jogador veio pedir desculpas.

– Deixe uma mensagem a todos os seus fãs na Venezuela e que sempre seguem tua carreira.
A todos os meus fãs da Venezuela agradeço o carinho e por me acompanharem dentro e fora do campo de futebol. Espero que a equipe da Venezuela tenha sucesso este ano. Muita força e determinação, em especial às mulheres que escolherem ser árbitras de futebol. Beijos a todos!

Fonte: Blog da Ana Paula / Traslajugada.com
Link: http://www.anapaulaoliveira.com.br/blogpost.php?id=125

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EAMAR promove curso de árbitros em Campinas

A Escola de árbitros de Marco Antônio Ribeiro (EAMAR), entidade pertencente à Associação Campineira de Árbitros de Futebol (ACAF), juntamente com a Liga Campineira de Futebol (LCF), de acordo com o seu regulamento interno, comunica que estão abertas as inscrições para a segunda turma de 2011 do Curso de Árbitros de Futebol, 25/07 a 29/08/2011.

Os interessados deverão dirigir-se à sede da Liga Campineira de Futebol, à Av. Pref. Faria Lima, 345 – Parque Itália – Campinas – SP, das 14:00h às 19:30h, juntando ao requerimento de inscrição os seguintes documentos:

  • Xerox cédula de identidade ou carteira de habilitação
  • Uma foto 3 X 4

O curso terá duração de quatro (4) meses, com aulas às segundas-feiras, a partir das 19:00 horas.

Os aprovados no curso poderão atuar nas partidas de futebol amador na Região Metropolitana de Campinas e no Estado de São Paulo promovido pela ACAF, LCF, Liga Regional Desportiva Paulista (LIREDEP) e Federação Paulista de Futebol Amador.

Os matriculados no Curso de Árbitros de Futebol pagarão quatro (4) mensalidades no valor de R$ 25,00 (vinte cinco reais).

Início do curso: 29/08/2011 – 19h.
Mais informações pelo e-mail: colunadearbitragem@gmail.com ou ronniebr@uol.com.br ou  liga@ligacampineira.com.br

Valter Ferreira Mariano
Diretor da EAMAR

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Carlos Simon: somos os pobres da bola

Muito bacana e fico muito feliz em saber que essa entrevista também será lida pelo povo russo, um povo de luta e tantas lições sociais prestadas à humanidade”, despejou, visivelmente envaidecido, o ex-árbitro da FIFA Carlos Eugênio Simon, hoje um homem realizado profissionalmente.

Nem poderia ser diferente. Nos 27 anos em que se dedicou à arbitragem de futebol, ele conquistou as maiores glórias possíveis na profissão: integrou o quadro FIFA, apitou inúmeros jogos, inclusive finais de competições regionais, nacionais e internacionais e, galardão maior, trabalhou nas Copas do Mundo de 2002, 2006 e 2010 – feito raro no futebol mundial e inédito entre arbitragem brasileira.

Nascido no município de Braga (RS) no dia 3 de setembro de 1965, Simon formou-se jornalista pela PUC-RS em 1991 e é Pós-Graduado em Ciência do Esporte com especialização em Futebol. É casado e pai de quatro filhos. Para especial satisfação dos árbitros gaúchos, foi presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Rio Grande do Sul – SAFERGS – de 2006 a 2009, realizando uma administração dinâmica e inovadora, especialmente no âmbito da comunicação.

Por ter atingindo a idade limite de 45 anos abandonou o apito em 2010, depois de receber uma aclamação consagradora dos torcedores presentes no estádio do Engenhão, na final do Campeonato Brasileiro entre Fluminense e Guarani. A partida de despedida também foi o centro da campanha social Apito do Bem, que levantou fundos para o Instituto do Câncer Infantil do Rio Grande do Sul.

Afastado dos gramados recebeu dois convites de trabalho, prontamente aceitos. O primeiro foi para ser Instrutor de Árbitros da FIFA e o segundo, por parte do Governo do Rio Grande do Sul, para ser o Coordenador Executivo do Comitê Gestor da Copa do Mundo no RS.

Nesta entrevista exclusiva concedida aos jornalistas José Edi e Moah Sousa para o jornal Marca da Cal, órgão oficial do SAFERGS, ele fala sobre a carreira recém encerrada, as ideias acerca do futuro da arbitragem de futebol e os novos desafios que tem pela frente. O encontro aconteceu na tarde do dia 3 de junho, no gabinete de Simon no prédio do Centro Administrativo do Estado, em Porto Alegre.

Como estás te sentindo como um árbitro aposentado?
Tem sido difícil. Apitei 27 anos e 27 anos não são 27 dias ou 27 meses. Tenho até evitado ver jogos pela televisão, por que bate aquela saudade, aquela vontade de estar dentro de campo. Mais recentemente trabalhei como observador de arbitragem e passei rapidamente nos vestiários, vi o pessoal se preparando para o jogo. Dá saudade. Eu me preparei para sair. Todo o árbitro de futebol que começa, sabe a idade com que vai encerrar a carreira. Quando eu comecei, a idade para sair era 50 anos. Hoje é 45, amanhã pode ser 42. Mas, enfim, existe uma idade limite a partir da qual o árbitro não pode mais apitar. Há pouco tempo recebi um e-mail do presidente da Comissão Nacional de Arbitragem (Sérgio Corrêa), informando que a minha média nos 26 jogos que participei no Campeonato Brasileiro de 2010 foi 9.5, de acordo com a avaliação dos observadores da CBF. Foi um ótimo resultado. Considero que encerrei a carreira de forma extraordinária. Além da Copa do Mundo, apitei três finais de campeonato – Supercopa (Estudiantes X LDU), Copa do Brasil (Santos X Vitória) e Campeonato Brasileiro (Fluminense X Guarani). Só não apitei a final da Sul-Americana porque havia uma equipe brasileira envolvida (Goiás X Independiente). Pela mesma razão também não apitei a final da Libertadores entre Internacional X Chivas. Das cinco finais, três eu apitei. Creio que desempenhei meu papel muito bem.


Fala um pouco sobre o teu caminho profissional depois de largar o apito.
Fui convidado por algumas grandes redes de televisão para ser comentarista de arbitragem. Sempre estive e continuo vinculado à arbitragem. Quando em janeiro a FIFA me convidou para ser Instrutor de Árbitros FIFA eu aceitei imediatamente. Este era um sonho meu. A autoridade máxima em arbitragem no Brasil, no âmbito da FIFA, sou eu. Na América Latina somos três, eu o colombiano Oscar Ruiz e o mexicano Carlos Chandia. Assim, diante deste convite, eu disse não à imprensa – rádio, televisão e jornal. Optei por ficar ligado à FIFA desempenhado a função de observar árbitros em jogos internacionais – por exemplo, no jogo entre Barcelona X Manchester, final da Liga dos Campeões da Europa, fiz um relatório e encaminhei à FIFA. Mais recentemente, em abril, o governador Tarso Genro convidou e eu aceitei ser o Coordenador Executivo do Comitê Gestor da Copa do Mundo no Rio Grande do Sul.

Como estás encarando mais este desafio?
Estou muito entusiasmado. Tenho trabalhado com muita transparência e honestidade. Digo sim quando é sim e digo não quando é não. A Copa no Brasil é do Brasil, com as nossas limitações, com as nossas desigualdades sociais, com tudo o que o país tem de bom e ruim, com toda a sua diversidade. O Brasil é um país extraordinário, tem um povo trabalhador, alegre e simpático – tudo isto tem que ser mostrado. E principalmente o nosso estado. Cansei de ouvir na Europa que o Brasil é o Rio de Janeiro. Quando tu aprofunda a conversa um pouco mais, reconhecem que existe o Nordeste e, no máximo o Pantanal. Ou seja, lá fora a Região Sul não existe. Vamos mostrar que Rio Grande do Sul é um estado extraordinário com suas diversas etnias, com uma ótima gastronomia e belíssimas paisagens. Isto precisa ser mostrado e é para isto que estamos trabalhando. O Brasil tem condições de organizar uma bela Copa do Mundo.

Tu és contra ou a favor do uso da tecnologia para auxiliar a arbitragem?
Em alguns aspectos, sou favorável ao uso da tecnologia no futebol. A bandeira eletrônica (Refscall), que já existe há algum tempo, o placar eletrônico através do qual o quarto árbitro informa as substituições, o ponto eletrônico, que permite uma melhor comunicação entre árbitros e assistentes. Agora, estão propondo um chip na bola. Sou a favor, mas desde que seja inteiramente confiável. Tanto no futebol como na vida, sou pela justiça e a verdade. E nada mais justo que um lance em que a bola que transpôs a linha do gol seja consignado como gol. Estamos na era moderna. É impossível viver sem a tecnologia.

Com tantas interferências, o futebol não correria o risco de perder encantos?
Um dia destes o meu filho mais novo, o Ramirinho, me perguntou: “ô pai, como é que vocês conseguiam viver sem controle remoto?” Esta é a realidade da nossa sociedade. O futebol não pode ficar alheio à tecnologia. Alguns dizem que ela poderia tirar a magia do futebol, acabar com a discussão. Não, certamente surgirão outros motivos para discussão. Racionalmente falando, não existe nada pior do que perder uma partida de futebol por causa de um erro do árbitro. Isto não é bom. O futebol hoje é um grande negócio. O que puder contribuir para melhorar a arbitragem é bem-vindo. No entanto, faço questão de registrar que sou contra o uso das imagens de televisão como recurso para esclarecer dúvidas.


O que achas do uso de mais dois árbitros assistentes próximos às balizas?
Sou favorável porque amplia o mercado de trabalho, mas acho que vão continuar acontecendo erros, porque o erro faz parte da condição humana. No último Campeonato Carioca já aconteceu. O árbitro que estava atrás da goleira assinalou gol e a bola não entrou. Árbitros e assistentes são seres humanos e, como tal, passíveis de erro.

Não haveria também o risco destes assistentes extras minarem a autoridade do árbitro, quando, por exemplo, no momento de decidir se uma bola entrou ou não entrou?
Na busca da justiça e da verdade não há lugar para a vaidade. Temos que estar sempre em busca da justiça. Se mais pessoas puderem ajudar o árbitro, melhor. O árbitro não é o dono da verdade.

No grande negócio do futebol, os árbitros são os que menos ganham. A profissionalização da arbitragem poderia alterar este quadro?
É fundamental. Não tem cabimento manter o árbitro na condição atual, quase um semi-amador. Sempre defendi a profissionalização. Isto significa, na minha visão, proporcionar condição técnica e psicológica, acompanhamento por fisioterapeuta, preparador físico e médico. Hoje o árbitro é um solitário. Na máquina do futebol, a engrenagem mais fraca é o árbitro. O árbitro precisa ter esta consciência e saber que isto só vai mudar com a participação dele no sindicato, na associação nacional. Não tem outra saída que não seja um sindicato forte e combativo e não se faz um sindicato forte e combativo sem uma militância aguerrida. Aqui no RS temos uma estrutura boa, sólida, com sedes próprias. A participação e a conscientização da categoria são fundamentais até para poder chegar e dizer: “olha daqui em diante as coisas tem que mudar, não aceitamos mais esta situação”. Se existe um abnegado no mundo do futebol, este é o árbitro. Muitos estão no mundo do futebol por causa do dinheiro. O árbitro não. Quando tu falas quanto um árbitro ganha, as pessoas riem. Aqui no Brasil a arbitragem é honesta, transparente, correta. E muitas vezes serve de válvula de escape do dirigente incompetente, do técnico que escala mal, do jogador que erra um gol feito, do goleiro que toma um frango e de pseudos jornalistas que estão a serviço dos grandes clubes, e, diante do insucesso de suas equipes, resolvem sentar o pau no árbitro.

Qual o momento mais marcante da tua carreira?
Foi a final do Campeonato Brasileiro de 1998, entre Cruzeiro e Corinthians. Apitei o primeiro jogo no Mineirão (2 a 2). O Luciano de Almeida apitou o segundo em São Paulo e au apitei o terceiro. O Corinthians venceu por 2 a 0 e foi Campeão Brasileiro. Trabalharam comigo os assistentes José Carlos Oliveira e o Jorge Paulo de Oliveira Gomes. O trabalho da arbitragem foi considerado nota 10, pelos comentaristas de arbitragem e a imprensa esportiva em geral. Era o meu segundo ano como árbitro FIFA. Foi um momento chave na minha ascensão profissional. Depois, claro vieram as Copas do Mundo, momentos também muito significativos. E por fim, o último jogo, a final do Campeonato Brasileiro 2010, no Engenhão, Fluminense X Guarani), que igualmente me deixou muito emocionado.

Este foi um dos raros jogos em que o árbitro foi aplaudido.
Na verdade fui ovacionado pelo estádio. Não poderia ter melhor reconhecimento depois de 27 anos de carreira. Foi de arrepiar sentir o Engenhão todo me aplaudindo.

Um recado para as novas gerações
Uma coisa da qual me orgulho muito é a minha passagem pelo Sindicato. Um árbitro da FIFA ser presidente de Sindicato é algo muito raro não só no Brasil, mas no mundo todo. Eu, do início até o fim da carreira, sempre me fiz presente nas atividades e organismos representativos dos árbitros de futebol. Contribui para a arbitragem atuando dentro de campo e também fora dele, envolvido em questões que objetivavam melhorar as condições de trabalho dos árbitros. Acho importante salientar a todos os árbitros a importância da participação no movimento sindical, independente da sua posição no ranking da arbitragem e do seu posicionamento político-partidário. Numa época bem menos tolerante do que hoje, nunca abri mão dos meus princípios e mantive fidelidade à minha ideologia e nem por isto deixei de atingir o topo da arbitragem mundial, qual seja fazer parte do quadro FIFA e participar de três Copas do Mundo. Conheço vários casos de árbitros que abriram mão de suas convicções pensando que assim iriam se sobressair na arbitragem e não chegaram a lugar nenhum. Temos que agir de acordo com o que manda a nossa consciência. Em primeiro lugar, o árbitro deve ser honesto consigo mesmo dentro e fora de campo.

Agora, pra terminar, um recado para o povo russo.
Infelizmente durante minha carreira não tive a oportunidade de conhecer a Rússia. O conhecimento que tenho da nação e da história russa foi adquirido através de leituras e também das conversas que tive com o amigo Wladimir Irmatov, um grande árbitro, pessoa correta e dedicada, com quem convivi na Copa da Alemanha em 2006. Confesso que conhecer a Rússia é um sonho acalentado desde que comecei a participar da vida sindical no Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, época em que li o livro do jornalista americano John Reed – Os 10 dias que abalaram o mundo -, que relata os fatos que culminaram na Revolução de 1917. Tenho uma admiração especial pelo povo russo, que deu à humanidade grandes líderes socialistas, como Lênin e Trotski, e escritores de envergadura humanística como Tolstói, Dostoievski, Gorki e Maiakovski, o poeta da revolução, entre muitos outros. No momento em que tenho oportunidade de falar à população russa através da internet, saúdo os companheiros repetindo a observação certeira de Vladimir Ilych Lenin: “a verdade é revolucionária”. Não nos esqueçamos também que a vodka é russa. A todos, o meu abraço fraterno.

Fonte: Marca da Cal / Apito do Bicudo

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Arbitragens da Taça BH de Futebol Júnior

Contagem x Atlético-MG - Arbitragem de Adelmo Luiz da Rocha, auxiliado por Ricardo Júnior de Souza e Pablo Almeida Costa.

Figueirense x Palmeiras - A arbitragem foi de Welington Luiz Figueiredo, auxiliado por Flávio Henrique Coutinho Teixeira e Adriano Alves de Oliveira.

Goiás x Uberlândia - Arbitragem de Adriano Alves de Oliveira, auxiliado por Welington Luiz Figueiredo e Flávio Henrique Coutinho Teixeira.

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