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Conmebol premia árbitros mais rentáveis com escala nas finais da Libertadores

O chileno Enrique Osse em lance do jogo do Santos no Pacaembu.

Os dois árbitros escalados para apitar as finais entre Corinthians e Boca Juniors estão entre os que mais mostraram cartões nesta Libertadores e, de quebra, os que renderam uma quantia maior de dinheiro à Conmebol, que multa os clubes a cada cartão recebido.

Segundo levantamento da Folha, o juiz chileno Enrique Osses, que apitará o confronto desta quarta-feira, é o quinto na lista dos mais rentáveis do torneio, com 34 amarelos e dois vermelhos. Ele atuou em oito jogos até o momento.

Já Wilmar Roldán, da Colômbia, foi escalado para trabalhar na decisão, marcada para semana que vem, após se tornar o árbitro que mais colaborou com os cofres da entidade sul-americana, com 51 advertências (sendo 47 amarelos e quatro vermelhos).

O Corinthians, no entanto, não sofreu nas mãos destes árbitros. Enrique Osses não penalizou nenhum corintiano na vitória da equipe por 2 a 0 sobre o Nacional-PAR, ainda pela primeira fase.

Diante de Wilmar Roldán, somente o lateral Alessandro foi advertido com um amarelo. O colombiano comandou a arbitragem na estreia do time, quando houve um empate por 1 a 1 com o Deportivo Táchira, na Venezuela.

De acordo com o regulamento da competição, a multa é de US$ 100 para cada punição que os atletas levarem dentro de campo. Caso o jogador seja reincidente, a cobrança sobe para US$ 200.

Até a fase semifinal, a confederação havia arrecadado US$ 102.500 (cerca de R$ 212.298, de acordo com a cotação desta terça-feira) com os 713 cartões mostrados nos gramados. Em 401 oportunidades, a sanção foi a mais branda.

O segundo juiz que mais deu lucro à Conmebol também é colombiano. José Buitrago colocou a mão no bolso 42 vezes, enquanto Roberto Silvera, do Uruguai, é o terceiro, com 41.

Entre os dez primeiros árbitros, apenas um brasileiro. O gaúcho Leandro Pedro Vuaden apitou cinco partidas e mostrou 28 amarelos, quantidade que o coloca na oitava posição da pesquisa.

Colombiano Wilmar Roldán mostra cartão ao volante Leandro Somoza, do Boca Jrs.

BONS PAGADORES

O Libertad é o clube que mais sofreu com as punições dadas aos atletas no torneio. O time do Paraguai levou 36 cartões, que renderam uma multa de US$ 5.800 (cerca de R$ 12 mil).

Finalistas da Libertadores, o Boca Juniors vem logo em seguida com uma penalização de US$ 4.500 (R$ 9 mil), enquanto o Corinthians, com 24 cartões, ocupa a sexta colocação. O clube do Parque São Jorge pagou pouco mais de R$ 7,8 mil.

Já o Santos foi o terceiro principal pagador entre os participantes, com R$ 8,9 mil. Destes, R$ 1.100 foram oriundos dos seis amarelos levados pelo atacante Neymar, um dos mais advertidos da competição.

Autor: Guilherme Yoshida
Fonte Folha / Bol

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