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Archive for novembro \24\-03:00 2013

Lei regulamenta a profissão de árbitro de futebol

24/11/2013 1 comentário

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 12.867, DE 10 DE OUTUBRO DE 2013.

Regula a profissão de árbitro de futebol e dá outras providências.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o  A profissão de árbitro de futebol é reconhecida e regulada por esta Lei, sem prejuízo das disposições não colidentes contidas na legislação vigente.

Art. 2o  O árbitro de futebol exercerá atribuições relacionadas às atividades esportivas disciplinadas pela Lei no 9.615, de 24 de março de 1998, destacando-se aquelas inerentes ao árbitro de partidas de futebol e as de seus auxiliares.

Art. 3o (VETADO).

Art. 4o É facultado aos árbitros de futebol organizar-se em associações profissionais e sindicatos.

Art. 5o  É facultado aos árbitros de futebol prestar serviços às entidades de administração, às ligas e às entidades de prática da modalidade desportiva futebol.

Art. 6o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 10 de outubro de 2013; 192o da Independência e 125o da República.

DILMA ROUSSEFF
Manuel Dias
Aldo Rebelo
Luís Inácio Lucena Adams

Este texto não substitui o publicado no DOU de 11.10.2013

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Após marcar pênalti, juiz agride jogador e provoca confusão no Kuwait

Os jogadores do Al Nasser, do Kuwait, se revoltaram com a arbitragem da partida contra o Al Arabi. Na derrota pelo placar de 4 a 1, alguns atletas do time perderam o controle com o árbitro Saad Al Fadhli após a marcação de um pênalti. Em meio à chuva de cartões vermelhos distribuídos, o responsável pelo apito, pressionado, partiu para a agressão, com um soco e um chute.

Obviamente, os jogadores do Al Nasser se irritaram com a atitude de Al Fadhli. Alguns atletas da equipe que reclamou do pênalti, entretanto, evitaram qualquer agressão ao árbitro. Já na saída de bola, Zabn Al Enazi, camisa 9 do Al Nasser, tentou acertar o juiz por intermédio de um chute. Novo cartão vermelho em um dos jogos mais confusos dos últimos tempos.

Fonte: ESPN

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Bundesliga estuda equipar árbitros com Google Glass

GERMANY-DIGITAL-INDUSTRY-NEXT-GOOGLE GLASS

A Alemanha é frequentemente apontada como modelo no futebol, não pela sua imensa história de vitórias, mas especialmente pelo seu desempenho recente de clubes e da liga. Não por acaso, Bayern de Munique e Borussia Dortmund chegaram à final na temporada passada e mostram, nesta temporada, que estão fortes para chegar novamente nas fases decisivas. Para contribuir mais com essa visão, o responsável pela arbitragem na Bundesliga estuda que os árbitros usem Google Glass para poder ver replays como quem assiste pela TV e possam tomar decisões melhores.

Andreas Rettig, responsável pela arbitragem da Bundesliga, falou sobre o uso da tecnologia no jornal Sued Deutsche. Ele é quem defende que os juízes possam usar o Google Glass, uma grande inovação para permitir que os árbitros vejam o replay de lances importantes.

O fato da ideia surgir na Bundesliga não é por acaso. Stefan Kiessling, do Bayer Leverkusen, fez o que está sendo chamado de “gol fantasma” contra o Hoffenheim. Ele cabeceou a bola, que bateu na rede lateral pelo lado de fora, mas por um furo na rede, entrou no gol. O árbitro validou o gol, para reclamação dos jogadores do Hoffenheim e criando uma confusão a ser debatida por semanas na Alemanha. Faz sentido, então, que dirigentes pensem em uma forma de evitar que situações como essa aconteçam.

google-glass-2“Basicamente, nós estamos sempre abertos a inovações tecnológicas, mas está claro também que precisamos tomar as decisões fundamentais com mais cuidado. Nós devíamos pensar em computadores nos óculos para árbitros, como o Google Glass. Quando nós pensamos sobre progresso técnico, então temos que dar o próximo passo se o árbitro poderia usar óculos para ver o que todos os espectadores veem”, disse o dirigente.

“Há um argumento forte contra o uso de vídeo, especialmente que a autoridade do árbitro não seria a máxima. Mas se o árbitro não confia em ninguém ou nada externo, então ele pode avaliar com precisão o lance imediatamente no Google Glass”, explicou ainda Rettig.

Parece mais uma forma de ganhar simpatia do que uma ideia que será posta em prática em um futuro próximo, mas ainda assim, é interessante que alguém defenda abertamente o uso de tecnologia em campo. O argumento da Fifa, que normalmente é reticente com esse tipo de coisa, é que não seria mais possível que o futebol tivesse as mesmas regras em qualquer nível, da Liga dos Campeões à última divisão de Camarões. É verdade, mas já não é assim. A pressão e os recursos de comunicação por rádio, por exemplo, estão ao alcance da arbitragem em grandes competições, enquanto outras menores não têm.

Outros esportes passaram por situação similar, notadamente o tênis, que adotou o chamado “Hawk Eye” para implantar o desafio nos grandes torneios. Sim, um torneio Challenger em um lugar remoto do mundo não terá a tecnologia, mas é importante que o esporte tenha esse recurso, quando for possível.

Se o Google Glass pode oferecer uma melhora no futebol, com menos erros de arbitragem, por que não pensar em usar? É preciso perder o medo.

Fonte: Trivela

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