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Árbitros do TO estão acostumados com desafios da profissão

“Além de receber parabéns, temos que lembrar sempre da honestidade e ética em campo”, diz árbitro Alisson Furtado.

Alisson Furtado na partida entre Gurupi e Araguaína, no estádio Rezendão (Foto: Gil Correia/Arquivo Pessoal)

Fábio Pereira, Alisson Furtado, Mônia Almeida, compartilham de uma mesma profissão no mundo da bola, os três são árbitros de futebol no caso dos dois primeiros e de futsal no caso de Mônia. Na quinta-feira (11), foi comemorado o Dia do Árbitro e os três árbitros do Tocantins contam um pouco sobre os desafios da profissão no Brasil e no estado.

Fábio Pereira em jogo pelo Campeonato Tocantinense (Foto: Divulgação)

Fábio Pereira em jogo pelo Campeonato Tocantinense.

O mais experiente árbitro tocantinense é Fábio Pereira está há 10 anos integrando o quadro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e em 2013 passou a fazer parte da Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa). O árbitro lembra que este dia é diferente, pois é o único dia no ano que os árbitros recebem um parabéns natural de todos.

– Passamos o ano todo em busca do acerto em campo, mas às vezes erramos e isso é natural. É bom receber um parabéns neste dia, é um dia para comemorar – contou.

O árbitro Alisson Furtado também faz parte da CBF e neste dia ele frisa o compromisso da ética e honestidade que o árbitro deve ter quando entra em campo e fora dele.

– Além de receber parabéns, temos que lembrar sempre da honestidade e ética em campo. Nós já estamos acostumados com essa vida de xingamentos, isso é normal, faz parte da vida de quem está em um ramo que mexe com tantas paixões – disse.

Em um esporte ainda dominado pelos homens, as mulheres vem cada vez ganhando o seu espaço. Um desses exemplos é o caso de Mônia Almeida que é árbitra nas quadras do futsal. Ela esta há 9 anos na arbitragem e 5 no quadro nacional. Mônia conta que para uma mulher o desafio é ainda maior, pois tem que enfrentar alem das problemas da profissão o preconceito por ser mulher. Mas segundo a jovem, isso vem acabando no futebol.

Nas quadras, Mônia Almeida (à direita) enfrenta o preconceito que ainda predomina no futsal.

Nas quadras, Mônia Almeida (à direita) enfrenta o preconceito que ainda predomina no futsal.

– Aos poucos o preconceito está acabando. Nem ligo com o que os torcedores falam em campo, já me adaptei e quando não entro em quadra para apitar, parece até que estou doente – conta.

Mônia está apitando o estadual Série Ouro deste ano e planeja apitar mais campeonatos Brasileiros de Salão e representar o Tocantins.

– É uma profissão difícil, mas muito gratificante. A minha meta é me qualificar e me tornar um profissional ainda melhor para representar bem o Tocantins pelo Brasil – finaliza.

Fonte: Globo Esporte

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