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Archive for janeiro \18\UTC 2018

Árbitro de vídeo é usado pela primeira vez na Copa da Inglaterra

Leicester City x Fleetwood Town – Árbitro Jonathan Moss aguarda informação do VAR.

Árbitro inglês Jonathan Moss é o primeiro em seu país a aprovar um gol com uso do VAR.

O jogador Kelechi Iheanacho, do Leicester City, garantiu um lugar na história do futebol inglês ao marcar o primeiro gol validado com uso da tecnologia do árbitro de vídeo (VAR) na vitória por 2 a 0 sobre o Fleetwood Town, partida válida pela Copa da Inglaterra, a FA Cup.

O gol havia sido inicialmente invalidado por posição de impedimento do jogador do Leicester, mas o árbitro Jonathan Moss consultou o VAR e o replay mostrou que Iheanacho estava em posição legal no momento do passe. Foi uma diferença milimétrica, praticamente impossível de ser observado no olho humano.

A decisão levou um minuto para ser revista e o árbitro, finalmente, validar o gol marcado.

– Eu não sabia se estava impedido ou não, mas ficou claro que eu estava em posição legal. Ficamos esperando a revisão do lance – comentou Iheanacho para o canal BT Sport.

Monitor do sistema VAR ao lado do campo.

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Árbitro francês que deu um chute em jogador brasileiro pede desculpas

Protagonista da grande polêmica do futebol no fim de semana, o árbitro Tony Chapron pediu desculpas ao zagueiro brasileiro Diego Carlos por tê-lo atingido com um chute nos minutos finais de Nantes x Paris Saint-Germain, pela 20ª rodada do Campeonato Francês.

– Na partida Nantes x PSG, fui atingido por Diego Carlos, jogador de Nantes. Devido ao choque, senti uma dor aguda de uma lesão recente. Em um reflexo ruim, estiquei minha perna para o jogador. Um gesto desajeitado, que foi inadequado – afirmou o árbitro em entrevista à AFP.

O juiz revelou que solicitou à comissão disciplinar da Federação Francesa que o cartão vermelho apresentado ao jogador seja cancelado.

– Quero apresentar as minhas desculpas a Diego Carlos por esta atitude. Um complemento (da súmula) foi enviada à comissão disciplinar para que a advertência recebida pelo jogador seja retirada, diante de que as imagens (indicaram) que seu gesto não pareceu ser voluntário.

Na manhã desta segunda-feira, a direção técnica de arbitragem do Campeonato Francês decidiu suspender o árbitro por tempo indeterminado depois do incidente com o zagueiro do Nantes, nos minutos finais da partida contra o Paris Saint-Germain.

Chapron apitaria o jogo entre Angers e Troyes, na quarta-feira, pela 21ª rodada do Francês, mas foi afastado da partida em decisão conjunta do diretor técnico de arbitragem, Pascal Garibian, e o presidente da Comissão Federal de Arbitragem, Eric Borghini.

O incidente ocorreu aos 46 minutos do segundo tempo da partida vencida pelo PSG por 1 a 0, em Nantes. Em um lance de ataque do time visitante, o zagueiro e o juiz se chocaram. Chapron caiu no gramado e aplicou um chute na perna direita de Diego Carlos. E ainda mostrou o segundo cartão amarelo – o consequente vermelho – ao defensor.

Veja o video:

Fonte: Globo Esporte

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Núcleo de arbitragem em Portugal causa polêmica com “árbitra” sexy em cartaz

Núcleo de Árbitros de Futebol do Ave, em Portugal, criou uma grande polêmica ao utilizar a foto ousada de uma mulher vestida de árbitra e com uma roupa sexy. O cartaz foi criado para promover um curso de formação de juízes dos 14 aos 32 anos. Além da roupa utilizada pela “árbitra”, o que também chama a atenção são as referências ao número 69 (conhecida posição sexual) para afirmar o número recorde de inscrições no curso.

“A média de inscritos é de 7, 8 árbitros, mas nessa época obtivemos 21”, garantiu uma fonte da entidade ao jornal português “Correio da Manhã”.

O panfleto vai contra as regras da Federação Portuguesa de Furebol (FPF), que prefere usar imagens dos melhores árbitros do país para promover este tipo de curso junto das associações. Ao jornal, o Núcleo de Árbitros do Ave, afirmou que o cartaz não é “abusivo”:

“Tivemos autorização da direção das escolas do concelho de Guimarães para afixar os cartazes apenas e só nas secundárias”, disse a entidade em nota.

Fonte: Extra

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Após encerrar carreira e cogitar suicídio, ex-árbitro “troca de lado” e vira cartola

Rodrigo Braghetto decidiu aposentar após ser sacado da final do Paulistão de 2013 por ter uma empresa prestadora de serviços ao Corinthians; ex-árbitro é diretor do Oeste.

O ex-árbitro Rodrigo Braghetto agora exerce a função de diretor das categorias de base do Oeste, time que disputa a Série B do Campeonato Brasileiro. Após deixar a carreira na arbitragem em 2013, ele se especializou em gestão do futebol e ingressou no meio, algo quase impensável tamanho são as polêmicas envolvendo a relação entre arbitragem e os times de futebol.

Aos 42 anos, o ex-árbitro quebrou qualquer tabu envolvendo os dois lados do futebol. Mesmo quando era juiz, o grande sonho era poder trabalhar na gestão de um time.

– Agora defendo a camisa do Oeste, cuidando das categorias de base em uma experiência nova, algo que sempre quis. Enquanto apitei futebol, fui me preparando para isso. Fiz administração de empresas, depois fiz educação física, especialização de futebol e hoje eu estou podendo exercer a funçap. Às vezes tenho saudade de apitar, mas estou muito feliz no que faço – disse.

Rodrigo Braghetto foi árbitro da Federação Paulista de Futebol (FPF) por por 16 anos, além de outros 14 anos entre os principais nomes do quadro da CBF. Porém, a carreira foi interrompida após um escândalo que o afastou de uma final do Campeonato Paulista.

– Uma data que não tenho como esquecer: 17 de maio de 2013. Eu ia apitar a final no dia 19 de maio e aí tudo que aconteceu. Por ter como cliente da minha empresa o Corinthians, resolveram me tirar do jogo – relembra.

Braghetto é proprietário de uma empresa que apita torneios internos em clubes, tendo clientes como Corinthians, São Paulo, Santos, entre outros. A suspensão da decisão do estadual de 2013 motivou o fim da carreira do árbitro, que viu o caminho aberto para se dedicar de uma vez ao futebol, mas atuando na área da gestão.

A traumática aposentadoria quase levou Rodrigo Braghetto a pensar em acabar com a própria vida. Depressivo, o ex-árbitro demorou para assimilar a saída dos gramados.

– Eu que decidi encerrar minha carreira. Mas os meses que sucederam a falta da arbitragem foram bem difíceis na minha vida. Fiquei depressivo, claro, quando a gente fala em tentar suicídio é porque a depressão pode levar a isso, mas graças a Deus continuei trabalhando com o futebol. Hoje tenho até vergonha em falar, que por um momento eu tentei alguma coisa ruim por causa dessa parada, mas graças a Deus já superado – revela Rodrigo Braghetto.

A parceria com o Oeste para comandar as categorias surgiu por acaso. Sem um estádio na com capacidade para receber jogos na cidade de São Roque, local onde Braghetto mantinha um projeto com jovens jogadores, a estrutura oferecida por Barueri em junção com a camisa do Oeste – time da Série B do Brasileiro -, deram ao ex-árbitro a oportunidade que desejava para exercer a função de gestor das categorias de base um clube.

– Vou com a minha integridade, a imparcialidade que sempre tive como juiz de futebol para tentar ajudar esses meninos. A gente sabe que é um meio difícil, alguns clubes têm algumas coisas que nem sempre são tão profissionais, mas aqui no Oeste não – disse.

O pulso firme como árbitro dentro de campo agora também é utilizado para controlar os ânimos dos garotos que sonham com uma oportunidade no futebol profissional.

– Como árbitro, sempre privei pela correção. Claro que cometi erros, equívocos no jogo contra os clubes grandes. Acertei bastante também, mas é bacana porque as pessoas não estão acostumadas. O bacana é que a regra pra eles é clara. O cartão vermelho se precisar rola no alojamento e no treinamento. Então como a disciplina impera para garotada, tenho usado muito essa imagem como ex-árbitro dentro do campo de futebol.

Sob comando de Rodrigo Braghetto, o Oeste acabou eliminado na primeira fase da atual edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior. No Grupo 21, o time de Barueri somou quatro pontos e ficou atrás de Aimoré e Flamengo, respectivamente.

Fonte: Globo Esporte

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Mãe xinga juiz após atleta ser expulso e jogo tem briga feia

Imagens mostram agressões e empurrões com arremesso de cadeiras durante partida das quartas de final do Piauiense sub-17 após torcedora protestar contra arbitragem.

O jogo entre Garra e Timon, pelas quartas de final do Campeonato Piauiense sub-17 de futsal foi marcado por uma confusão generalizada entre torcedores, jogadores e a equipe de arbitragem – que acabou em agressões. Imagens registradas pelo celular de um torcedor e replicada em diversos grupos na web mostram troca de empurrões, tapas e até cadeiras sendo arremessadas. A confusão teria sido iniciada após a mãe de um atleta do Garra ter xingado e provocado os juízes de quadra. A torcedora propestou após um jogador da equipe ter levado o cartão vermelho. Ela também teria recebido ofensas.

O departamento jurídico da Federação Piauiense de Futebol de Salão analisa as imagens que podem resultar na suspensão de atletas e a proibição de torcedores entrarem nos ginásios. O coordenador e treinador de futsal do Garra, Marcelo Amorim, repudiou o episódio, classificou as cenas como “isoladas” e que a filosofia do cluve é de respeito e veto a todas as formas de violência.

A súmula da partida também será analisada pela entidade. De acordo com o presidente da federação, Marcos Said, a provocação da mãe torcedora com a arbitragem causou o clima hostil e desencadeou a confusão.

– A mãe de um atleta do Garra passou o tempo todo xingando a arbitragem. Foi para a mesa criticar e ofender com palavras de baixo calão, de uma forma que não dá nem para descrever. Uma árbitra começou a filmar para registrar o fato. Com raiva, o esposo tomou o celular da mão da árbitra. Começou a confusão, que acabou envolvendo os atletas também – narrou o dirigente.

O comportamento das torcidas, dos jogadores e de quem participou da confusão foi reprovado pelo gestor da modalidade.

– Não vai passar em branco e não vamos fechar os olhos, vamos aplicar as medidas disciplinares. Como pode um campeonato sub-17, para revelar talentos e incentivar, a torcida pede para quebrar o seu adversário? Que esporte é esse? Uma mãe ou um pai de família passam o tempo todo xingando? E a educação? Deveriam incentivar, não pedir para o filho dar pancada em quadra. Isso apenas denigre a imagem do futsal, é feio e a gente pede até para não mostrar, mas é grave. Seremos enérgicos – ressaltou Said.

O jogo acabou com a vitória do Garra sobre o Timon por 3 a 2, resultado que colocou o time na semifinal do Piauiense sub-17 de futsal. Contudo, o resultado ainda pode ser revisto pela entidade, que se reúne nesta terça-feira para decidir qual punição a equipe irá receber.

– O time pode ser suspenso por dois a três anos. Seremos rigorosos. Estamos também catalogando os torcedores que não poderão mais entrar nos ginásios. O que posso dizer é que não ficará impune. São cenas que nenhum torcedor, torcedor verdadeiro, merece ver – disse Said.

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Após igualar exigência física, CBF ignora árbitras mulheres na elite

Há dez anos, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) exigiu que as árbitras tivessem o índice dos homens nos testes físicos para apitar jogos da Série A do Brasileiro. Desde então, nenhuma mulher foi escalada para trabalhar na elite do futebol masculino, mesmo estando apta após aprovação nos exames.

Deborah Cecília faz teste físico para apitar jogos masculinos .

Edina Alves Batista, 38, e Deborah Cecília, 32, apontadas como principais árbitras do país, possuem o índice desde 2016. A CBF planeja que eles atuem em partidas da Série A em 2018.

“Faltam detalhes para isso acontecer [mulheres apitarem na Série A]. Elas [Edina Batista e Deborah Cecília] tiveram um progresso grande na parte física e sabem se movimentar bem em campo. Agora, precisam firmar o nome, amadurecer um pouco mais, já que a Série A é muito mais exigente em termos de cobrança em razão da visibilidade. Elas devem apitar mais jogos na Série B e, se corresponderem, devem apitar na primeira divisão”, afirmou o coronel Marcos Marinho, chefe da comissão de arbitragem da CBF.

A última vez que uma árbitra apitou na elite foi em outubro de 2005, quando Silvia Regina, 53, hoje na comissão de arbitragem da FPF (Federação Paulista de Futebol), dirigiu o duelo entre Fortaleza e Paysandu, pela 32ª rodada.

A exigência que obriga as árbitras a terem os mesmos índices físicos dos homens para apitar partidas masculinas foi feita pela entidade que comanda o futebol brasileiro em 2007 e implantada na temporada seguinte.

No teste físico, as candidatas precisam realizar seis tiros de 40 m abaixo de 6s, correr 75 m em 15 segundos e na sequência caminhar os 25 m restantes da pista em 20s – as duas últimas marcas precisam ser repetidas 40 vezes.

“O primeiro grande desafio da mulher atualmente é o teste físico, o que não acontecia antigamente. Houve uma evolução na preparação dessas árbitras buscando a igualdade com os homens. Não queremos estar à frente e nem atrás, mas ao lado na questão de igualdade. O que é para o masculino é também para o feminino”, disse Ana Paula Oliveira, ex-assistente e desde 2014 coordenadora nacional de instrução da CBF.

Atualmente, oito árbitras possuem o índice masculino: Beatriz Dantas, Katiuscia da Mota, Elaine da Silva Melo, Thayslane de Melo, Rejane Caetano da Silva, Regildenia de Holanda Moura, além de Edina Batista e Deborah Cecília – as quatro últimas possuem o escudo da FIFA, o alto grau da arbitragem.

A CBF registrou um aumento na procura de mulheres para obterem a qualificação. Em 2015, apenas duas árbitras do quadro tentaram fazer o teste para terem o índice exigido em competições masculinas e não conseguiram. No ano seguinte, foram oito tentativas e quatro aprovações. Em 2017, foram oito aprovadas de um total de 11.

O quadro completo feminino da CBF tem 17 árbitras. As nove que não possuem o índice masculino, apitam na categorias de base e em competições femininas. Além das oito mulheres com índice para elite, 42 homens estão aptos. Em 2017, 35 foram escolhidos para trabalhar na Série A.

Já o número de assistentes mulheres com o índice masculino é bem mais representativo. Em 2017, 26 foram aprovadas, mas apenas duas trabalham no Nacional: Neuza Inês Back e Tatiane Sacilotti.

Além de passarem no teste físico, os árbitros e árbitras são avaliados pela entidade por performance em campo, análise técnicas e as condições psicológicas. Aprovados, trabalham como quarto árbitro em competições femininas e de base, até chegarem às divisões inferiores do Brasileiro. Na sequência, exercem as funções nas Séries B e A do Nacional, onde também trabalham como adicional. A partir daí refazem o caminho, mas como árbitros centrais.

Edina e Deborah já estão neste caminho. A primeira apitou dois jogos da Série D, e Figueirense x Paysandu, pela Série B de 2017, além de ter trabalhado no Sul-Americano sub-17 feminino e na Copa Libertadores feminina. Ela também está pré-selecionada para o Mundial Feminino da França em 2019.

Deborah já apitou em três jogos da quarta divisão nacional, dois da terceira e em um jogo pela pela Série B, além de partidas pela Copa Verde e do Campeonato Pernambucano, como o clássico entre Sport x Santa Cruz e na semifinal entre Santa Cruz e Salgueiro.

“Série D, Série C e Série B são difíceis de apitar. No entanto, a Série A tem uma repercussão muito maior, a pressão midiática é quatro, cinco, seis vezes mais do que nas outras divisões. Por isso, trabalhamos com uma psicóloga [Marta Magalhães] para a árbitra lidar com os acertos e os seus equívocos”, completou Ana Paula.

TITE FOI CONTRA

As críticas sobre a participação das mulheres na arbitragem em jogos masculinos já foi muito maior do que é atualmente. Pelo menos essa é a opinião de Ana Paula Oliveira, coordenadora nacional de instrução da CBF.

“O preconceito diminuiu. Não temos mais escutado falar das árbitras. Elas [Edina Alves Batista e Deborah Cecília] apitaram na Séries B, C e D e foram elogiadas. Se o profissional for competente, não importa o sexo”, disse Ana Paula, que já trabalhou como auxiliar entre 1998 e 2008.

No período, foi alvo de ofensas de Tevez em 2005 após um jogo do Brasileiro e de Carlos Augusto Montenegro, ex-vice-presidente de futebol do Botafogo, após partida da Copa do Brasil, em 2007.

“Mulheres não podem apitar um clássico dessa dimensão, dessa rivalidade. Elas podem até apitar, não tenho nada contra mulher, mas não esses jogos”, disse Tevez após um duelo entre São Paulo e Corinthians. Além de Ana Paula, a outra assistente era Maria Eliza Barbosa.

“Ela é totalmente despreparada. Errou dois lances seguidos. Não vejo mulher em Copa do Mundo, não vi mulher na final da Liga dos Campeões, nem nas decisões mais importantes do mundo, mas colocaram uma mulher hoje”, afirmou Montenegro.

Atualmente técnico da seleção brasileira, Tite reclamou da condição física da arbitragem feminina após um clássico entre Corinthians e São Paulo, realizado em 2005, apitado por Silvia Regina.

Ana Paula de Oliveira, Sílvia Regina e Aline Lambert formaram trio feminino em jogo do Paulista, em 2003.

“Não dá para admitir, ainda mais em um clássico, a velocidade com a qual ela acompanhava as jogadas. Em futebol de altíssimo nível, nessa intensidade, não dá para mulheres apitarem”, afirmou Tite, em 2005.

“Vou falar uma coisa como profissional de educação física: a força muscular e a velocidade dela fazem com que ela não possa acompanhar os homens”, afirmou o gaúcho.”Não gostaria que colocassem árbitras nos meus jogos”, completou.

Edina Batista e Deborah Cecília concordam que o preconceito diminuiu, mas fazem ressalvas.

“Ninguém erra porque é mulher. Se há erro da arbitragem feminina, o comentário não é em cima da Maria, da Joana, mas da mulher. Se o homem erra, os nomes são dados. Ninguém generaliza falando que foi erro de um homem”, diz Edina.

EXEMPLO ALEMÃO

Nas principais competições masculinas de futebol do mundo também faltam mulheres apitando. A exceção é a Alemanha.

Em 2017, a Bibiana Steinhaus se tornou a primeira mulher a apitar um jogo masculino da elite entre as principais ligas europeias [Inglaterra, Espanha, Itália e França] e sul-americanas. Ela dirigiu o confronto entre Hertha Berlin x Werder Bremen, pelo Campeonato Alemão.

Fonte: Folha de SP

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Milan bate Inter de Milão com ajudar do vídeo e vai à semifinal na Copa da Itália

O Derby Della Madonnina desta quarta-feira (27) não foi marcado pela técnica, mas emoção é o que não faltou no San Siro. Com a ajuda do árbitro de vídeo, o Milan conseguiu bater a Inter de Milão na prorrogação pelas quartas de final da Copa da Itália por 1 a 0. Patrick Cutrone fez o único gol da partida.

Com a vitória, o Milan vai enfrentar a Lazio na semifinal. A equipe de Roma bateu a Fiorentina por 1 a 0 na última terça-feira (26). Os outros rivais serão definidos dos confrontos entre Juventus e Torino, e Napoli e Atalanta.

Apesar do resultado contrário, a Inter foi a responsável por atacar no início da partida. Aos 24 minutos, a equipe chegou a comemorar um gol, mas por pouco tempo. Ivan Perisic aproveitou uma cobrança de escanteio para tocar a bola para o meio. O goleiro Antonio Donnarumma desviou a bola para dentro do gol e fez contra.

No entanto, o árbitro consultou o árbitro de vídeo e observou que o zagueiro interista Andrea Ranocchia, em impedimento, participou da jogada ao entrar na frente do goleiro rossonero, que é o irmão mais velho de Gianluigi Donnarumma, titular da equipe.

O jogo tomou contornos de muitos erros de passes, mas teve um Milan mais confiante com o passar do tempo. O gol da equipe veio no primeiro tempo da prorrogação. Aos 14 minutos, o espanhol Suso avançou em diagonal e lançou a bola para a área. O atacante Patrick Cutrone apareceu livre para tocar a bola na saída do goleiro Handanovic.

Fonte: UOL

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