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Sandro Meira Ricci será o árbitro da final do Mundial de Clubes

Curiosamente, o juiz é nascido em Minas Gerais, mesmo estado do time que vai representar o Brasil na competição, o Atlético mineiro.

sandromeiraricciA Fifa anunciou nesta terça-feira os trios de arbitragem que trabalharão no Mundial de Clubes , que acontece entre os dias 11 e 21 de dezembro, no Marrocos, com a participação do Atlético-MG, atual campeão da Copa Libertadores. Entre os seis apitadores está o brasileiro Sandro Meira Ricci, de 38 anos, que terá como assistentes os compatriotas Emerson de Carvalho e Marcelo Van Gasse.

Curiosamente, Ricci é mineiro, assim como o clube representante brasileiro no torneio, e começou a apitar pela Federação Brasiliense de Futebol (FBF). Atualmente, porém, o árbitro representa a Federação Pernambucana de Futebol (FPF).

Nascido em Poços de Caldas, ele faz parte do quadro da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) desde 2006, tendo passado a integrar o corpo de arbitragem da Fifa apenas cinco anos depois, em 2011. Eleito o melhor árbitro do Campeonato Brasileiro em 2010, Sandro Meira Ricci ainda é o brasileiro mais cotado para apitar na Copa do Mundo do ano que vem, em solo verde e amarelo.

Com a escolha de Ricci, o Brasil será o único país com clube na competição a contar com um representante na lista de árbitros. Isto porque a Alemanha, do Bayern de Munique, o México, do Monterrey, o Egito, do Al Ahly, a China, do Guangzhou Evergrande, a Nova Zelândia, do Auckland City, e o Marrocos, do Raja Casablanca, não foram escolhidos para enviar árbitros ao torneio.

Além do Brasil, os países que terão árbitros são Emirados Árabes Unidos, Gâmbia, Estados Unidos, Espanha e Camarões. Aos 42 anos de idade, o espanhol Carlos Velasco Carballo será o mais experiente do grupo. Já o camaronês Neant Alioum, com 31, será o mais jovem.

Confira os trios de arbitragem para o Mundial de Clubes :

Sandro Meira Ricci (Brasil)
Assistentes : Emerson de Carvalho (Brasil) e Marcelo Van Gasse (Brasil)

Ali Hamad Albadwawi (Emirados Árabes)
Assistentes : Saleh Al Marzouqi (Emirados Árabes) e Mohamed Al Mehairi (Emirados Árabes)

Bakary Papa Gassama (Gâmbia)
Assistentes : Angesom Ogbamariam (Eritrea) e Felicien Kabanda (Ruanda)

Mark Geiger (Estados Unidos)
Assistentes : Mark Hurd (Estados Unidos) e Joe Fletcher (Canadá)

Carlos Velasco Carballo (Espanha)
Assistentes : Roberto Fernandez (Espanha) e Juan Carlos Jimenez (Espanha)

Neant Alioum (Camarões)
Assistentes : Evarist Menkouande (Camarões) e Peter Edibi (Nigéria)

Fonte: iG

Spray será usado por árbitros no Mundial de Clubes, em dezembro

O spray foi regulamentado pela Fifa no ano de 2012 (Foto: Heine Allemagne/Arquivo pessoal).

O spray foi regulamentado pela Fifa no ano de 2012 (Foto: Heine Allemagne/Arquivo pessoal).

Os árbitros do Mundial de Clubes, que será disputado em dezembro, no Marrocos, terão um importante aliado no torneio. A International Football Association Board (Ifab) aprovou o uso do spray na competição, após receber uma avaliação positiva dos árbitros que o utilizaram no Mundial Sub-17, disputado no mês de outubro, Emirados Árabes Unidos. O spray também já havia sido testado Copa do Mundo Sub-20, em julho, na Turquia.

Criado pelo mineiro Heine Allemagne para demarcar a distância que a barreira deverá ficar da bola, o spray é produzido por uma empresa argentina e foi regulamentado pela Fifa em 2012.

O ex-árbitro e atual chefe do Departamento de Arbitragem da Fifa, Massimo Busacca, ressaltou a importância do Spray.

– Ele possui um efeito preventivo evidente, já que a distância sempre é respeitada, portanto nenhum cartão amarelo por violação dessa distância precisou ser mostrado nos dois torneios disputado até agora. Depois do Mundial de Clubes no Marrocos serão feitas mais avaliações. Analisaremos os resultados e discutiremos se o spray será utilizado nas competições da Fifa futuramente.

Fonte: Globo Esporte

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Árbitros brasileiros no Mundial de Clubes 2013

ricci_003O árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci figura entre os selecionados para o Mundial de Clubes, que será realizado no Marrocos entre 11 e 21 de dezembro, junto aos assistentes Emerson de Carvalho e Marcelo van Gasse, ambos de São Paulo.

A Fifa divulgou nesta terça-feira os trios de arbitragem que estarão presentes na competição, na qual figuram também o espanhol Carlos Velasco Carballo, o americano Mark. W. Geiger, o gambiano Bakary Papa Gassama e Ali Hamad Albadwawi, dos Emirados Árabes Unidos.

Sandro Meira Ricci, nascido em 1974, já participou neste ano do Mundial sub-20 na Turquia, no qual apitou a partida válida pelo terceiro posto entre Gana e Iraque, além de comandar algumas partidas das Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo de 2014.

O Mundial de clubes 2013 será disputado nas cidades de Marrakesh e Agadir e a relação completa dos trios de arbitragem – um por cada confederação – selecionados pela Fifa é a seguinte:.

– AFC: Ali Hamad Albadwawi (EAU /principal)

Sale Al Marzouqi (EAU/assistente) e Mohammed Al Mehairi (EAU/assistente)

– CAF: Bakary papa Gassama (GAM/principal)

Angesom Ogbamariam (ERI/assistente) e Felicien Kabanda (RÚA/assistente)

– CONCACAF: Mark W. Geiger (EUA/principal)

Mark Hurd (EUA/assistente) e Joe Fletcher (CAN/assistente)

– CONMEBOL: Sandro Meira Ricci (BRA/principal)

Emerson De Carvalho (BRA/assistente) e Marcelo Van Gasse (BRA/assistente)

– Uefa: Carlos Velasco Carballo (ESP/principal)

Roberto Alonso Fernández (ESP/assistente) e Juan Carlos Yuste Jiménez (ESP/assistente).

O trio de apoio será formado pelo camaronês Neant Alioum, como árbitro principal, junto ao compatriota Evarist Menkouande e ao nigeriano Peter Edibi como assistente.

Fonte: Jovem Pan

Trio brasileiro no Mundial Sub-17 nos Emirados Árabes

O trio de arbitragem brasileiro tem feito bonito no Mundial Sub-17, nos Emirados Árabe. Após a brilhante performance na partida Japão 1 x 0 Rússia, Héber Roberto Lopes (Fifa/SC) e os assistentes Alessandro Rocha Matos (Fifa/BA) e Marcelo Van Gasse (Fifa/SP), foram novamente escalados para a partida Canadá x Iran, na próxima terça-feira, às 13h, horário de Brasília.

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Seneme apitou a final da Copa Kaiser 2013 em São Paulo; Ceretta fez a final da série B

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Quando você ouvia seu avô falando que “na várzea que era bom”, a imagem que se formava era um verdadeiro clichê. Bolas surradas, campos cheios de buracos, zagueiros de fazenda e pernas de pau correndo atrás da bola. Na tarde de domingo, o principal torneio amador do país mostrou a um árbitro Fifa que está bem longe dessa realidade.

A final da Copa Kaiser não teve as mais de 20 mil pessoas do ano passado, é verdade, mas ainda assim foi um evento digno do país do futebol. O público superou as dez mil pessoas no estádio do Nacional, na Barra Funda. Foi maior, por exemplo, do que o público de cinco dos dez jogos do último fim de semana no Campeonato Brasileiro da Série A.

A presença do público impressionou o escolhido em dirigir a partida. “É uma final, um grande jogo. É uma satisfação muito grande. A regra não tem diferença entre profissional e amador. O respeito é o mesmo. Futebol no Brasil é coisa séria”, disse Wilson Seneme, do quadro da Fifa.

“A diferença é o glamour”, analisou. E ele teve uma dose das características incomuns que você só encontra na várzea. O maior exemplo ficou por conta dos uniformes. Vencedor da partida e campeão pela primeira vez da Copa Kaiser, o Leões da Geolândia manteve, para a decisão, sua numeração bizarra.

Desde o início do ano, para comemorar os 13 anos da equipe justamente em 2013, o time da Vila Medeiros, na Zona Norte, usou o 13 nas costas. Isso criou uma numeração única, com o goleiro reserva usando o 1313, o volante de 3113 e o atacante e destaque do campeonato, com a 135. Um pesadelo para o juiz quando era hora de anotar um cartão.

Do outro lado, do Família 100 Valor, Seneme ganhou uma ajuda. As camisetas do time do jardim Panamericano chamaram atenção desde o início do ano com seu design inusitado. Um grande ccifrão e as cores verde e branco (em referência ao dólar norte-americano), transformavam a identificação dos números um pesadelo. Mas o uniforme feito especialmente para a final era um pouco mais discreto, predominantemente preto e com o número em branco, muito mais visível.

Em campo, os amadores não eram tão amadores assim. Pelo lado do 100 Valor, a maioria dos atletas passaram por categorias de base de times profissionais e alguns contam com passagens pelo futebol internacional. Um deles, o lateral Róbson, chegou a jogar no Anchi, da Rússia (onde sofreu com o preconceito de companheiros de time). Pelo Leões, o lateral Caio Vilela jogou, até o ano passado, no interior de São Paulo. Ele disputou o Paulista, por exemplo, pelo Sertãozinho.

“O futebol profissional tem mais técnica. Aqui tem mais espaço, mas é a condição ideial para a prática do futebol. Um ambiente muito bom, uma torcida maravilhosa, tem coisas aqui você não encontra lá. Mas a rigidez é a mesma. O status Fifa não garante nada, você precisa impor respeito em campo”, explicou.

Para os jogadores, a presença de Seneme, no início, intimidou. A maior prova foi que o jogo começou muito disputado no meio-campo, mas sem faltas. Quando um gol do Leões foi anulado, no fim do primeiro tempo, a reclamação foi mínima. Na segunda etapa, quando o Leões abriu 1 a 0, com gol do veloz atacante baiano Capetinha, as entradas ficaram mais duras. Mas bastou ao juizão mostrar dois amarelos para as coisas se acalmarem. A única discussão mais ríspida foi com o volante do 100 Valor Baiano, por reclamação. Mas o volante logo desistiu.

Até mesmo a final da Série B da Copa Kaiser teve um árbitro famoso. Guilherme Ceretta de Lima não é Fifa, mas apitou a final do Campeonato Paulista desse ano. Ele foi o responsável por controlar os ânimos do empate entre Classe A, da Barra Funda, e Santa Cruz do Jardim Sinhá – que venceu nos pênaltis. Sem nenhuma ocorrência.

Fonte: UOL

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Curso de Árbitros tem início na sede da Federação Paulista

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De olho na formação de novos árbitros para o futebol brasileiro, a Federação Paulista de Futebol deu inicio, na noite desta segunda-feira, ao Curso de Árbitros 2013/2014, realizado pela Escola de Árbitros Flávio Iazzetti. Ministrado pelo diretor Roberto Perassi, a aula inaugural aconteceu no Salão Nobre da entidade e contou com a presença de todos os alunos inscritos.

Perassi falou sobre o curso e se mostrou empolgado com o seu início. “Não sei se a expectativa é maior da parte deles ou da nossa. Quando uma nova turma tem início, a ideia é que a maior parte chegue ao final. É nossa responsabilidade entregá-los bem”, disse.

O diretor ressaltou ainda uma novidade em relação aos últimos cursos. “O processo é longo, com muitos trabalhos e aulas teóricas, além das práticas, que será o diferencial deste ano. Como faremos as disciplinas por aulas, o pessoal será obrigado a pesquisar mais e realizar trabalhos como um curso universitário de verdade”, afirmou.

Perassi explicou com funcionarão as aulas e as etapas das mesmas. “Serão três módulos. O primeiro é o teórico, no qual aprenderão as 17 regras e a prática dessas regras. O segundo são as matérias de noções básicas, como nutrição, hidratação e primeiros socorros, além de logística da carreira, que é uma novidade. O terceiro será prático. Os alunos vão ao campo de jogo trabalhar em Sub 11, 13 e até o 15, e, ao final desse estágio supervisionado, ele passará por um teste para definir quem serão árbitros e assistentes, assim cada um sairá com suas funções definidas”, declarou.

Um dos que realizarão o novo curso, o aluno Antônio Carlos Júnior ressaltou o início do caminho até o sucesso. “Todos almejamos fazer o curso e poder ter um futuro brilhante. Igual foi falado na reunião, ninguém vai conseguir ficar rico sendo árbitro. Precisa ser uma pessoa que goste, se dedique e que ame a arbitragem”, concluiu.

O curso vai até dezembro de 2014, quando os alunos formados receberão o diploma de árbitro profissional.

Fonte: FPF
Autor: Lucas Ventura

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Conmebol define árbitros das finais da Libertadores 2013

A Conmebol definiu na noite de quinta-feira os árbitros que vão apitar os dois jogos da final da Libertadores, entre Atlético-MG e Olímpia, do Paraguai.

O juiz do primeiro duelo, que será realizado na próxima quarta-feira, no estádio Defensores del Chaco, no Paraguai, será o argentino Néstor Pitana, que já apitou duas partidas de times brasileiros nesta Libertadores e deu sorte.

Pitana comandou o duelo entre Corinthians e Millonarios, em que o time paulista venceu por 2 a 0. O jogo foi disputado com portões fechados por causa de punição imposta pela Conmebol ao time alvinegro. No outro confronto apitado por Pitana, triunfo do Fluminense sobre o Caracas, da Venezuela, por 1 a 0.

O árbitro colombiano Wilmar Roldan (dir.) deixa o gramado do Pacaembu após partida entre São Paulo e Arsenal.

O árbitro colombiano Wilmar Roldan (dir.) deixa o gramado do Pacaembu após partida entre São Paulo e Arsenal.

Mas se o argentino dá sorte aos brasileiros, o mesmo não se pode dizer sobre o colombiano Wilmar Roldan, que apitará a partida de volta da final, no dia 24 de julho, no Mineirão –o Atlético-MG ainda tenta alterar a decisão para jogar no Independência.

Dos quatro jogos que Roldan apitou de times brasileiros contra equipes de outro país, o balanço é de três derrotas para os clubes do Brasil e um empate –ele comandou também a vitória do São Paulo sobre o próprio Atlético-MG, por 2 a 0.

E foi exatamente Roldan que expulsou o atacante Luis Fabiano no empate entre São Paulo e Arsenal, por 1 a 1, válido pela fase de grupos da competição. O atacante levou o cartão vermelho após o fim da partida por reclamação.

Em 2011, o colombiano já havia se envolvido numa polêmica com o São Paulo. Num jogo da Copa Sul-Americana, o lateral esquerdo Juan acusou o árbitro de tê-lo chamado de ‘macaco’. O clube tricolor, porém, não quis prestar queixa sobre o episódio na Conmebol.

Fonte: Folha de SP

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