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Justiça condena goleiro que agrediu árbitro em Limeira

Vítima sofreu um corte no lábio e teve um dente quebrado após ser acertada por soco em dezembro de 2016. Confusão começou após uma expulsão.

Justiça condenou a dois anos de reclusão em regime aberto o goleiro Janderson Arnaldo, que agrediu um árbitro durante a final do Campeonato de Futsal de Limeira (SP), em dezembro de 2016. A sentença desta segunda-feira (19) determinou ainda a prestação de serviços à comunidade. O advogado do réu afirmou que irá recorrer.

O árbitro levou um soco que o deixou com um corte no lábio superior e um dente quebrado. A briga começou após a expulsão de um companheiro do goleiro, jogador do time Brutus, que disputava a final da competição amadora com o H2S. Aos sete minutos do segundo tempo, o juiz deu um cartão amarelo ao atleta e, em seguida, mostrou o vermelho. O H2S vencia por 3 a 2.

Segundo as testemunhas que prestaram depoimento, após a expulsão, o técnico do Brutus entrou em quadra para reclamar que o jogador não tinha recebido dois cartões amarelos e, portanto, não poderia ser expulso. Com a invasão, todos os jogadores do Brutus cercaram o árbitro e o goleiro acertou um soco no rosto dele. A agressão foi registrada em vídeo (assista aqui).

Ouvido pela Justiça, Arnaldo confirmou que deu um soco no árbitro. Segundo ele, o juiz empurrou o técnico do seu time e isso fez o goleiro entender que ele “queria briga”. O goleiro alegou ainda que o árbitro estava invertendo faltas e laterais e que o estopim para a confusão foi a expulsão do companheiro.

Tanto Arnaldo quanto o jogador que foi expulso afirmaram à Justiça que o juiz não deu dois cartões amarelos antes do vermelho. Já o árbitro, o segundo árbitro e o cronometrista da partida disseram que o jogador já tinha um amarelo. Segundo o cronometrista e o segundo árbitro, a vítima chegou a confirmar a informação com o mesário do jogo.

Após a confusão, o Brutus foi eliminado do torneio e o H2S considerado campeão.

Punição

O réu trabalha como restaurador e afirmou à Justiça que tem renda de R$ 2 mil. Ele mora com a esposa, uma filha e uma enteada, segundo a sentença, e se disse arrependido.

O laudo do exame de corpo de delito apontou que a vítima sofreu lesões corporais de natureza gravíssima “pela deformidade estética permanente”, já que teve um dente quebrado. Além disso, o juiz da 3ª Vara Criminal de Limeira afirma que o árbitro não iniciou a agressão.

O magistrado também afirma que o crime foi cometido por motivo fútil (possível erro de arbitragem). “De outro lado, incide a atenuante de confissão, razão pela qual mantenho nesta fase a pena aplicada na fase anterior”, decidiu o juiz.

Se o recurso for negado, Arnaldo cumprirá os dois anos em regime aberto, o que significa que poderá deixar a casa onde vive apenas durante o dia. Ele não será preso. Além disso, no primeiro ano de pena, terá que cumprir um serviço à comunidade que ainda será definido pela Vara de Execuções Penais.

O advogado do goleiro, José Roberto Souza Melo, afirmou que irá recorrer da decisão e que espera a publicação da sentença em diário oficial.

O G1 tentou falar com o time Brutus, mas não encontrou um telefone da equipe. Um e-mail foi enviado ao contato que consta na página da equipe em uma rede social, mas o endereço foi desativado e a mensagem retornou.

Fonte: Globo

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Mãe xinga juiz após atleta ser expulso e jogo tem briga feia

Imagens mostram agressões e empurrões com arremesso de cadeiras durante partida das quartas de final do Piauiense sub-17 após torcedora protestar contra arbitragem.

O jogo entre Garra e Timon, pelas quartas de final do Campeonato Piauiense sub-17 de futsal foi marcado por uma confusão generalizada entre torcedores, jogadores e a equipe de arbitragem – que acabou em agressões. Imagens registradas pelo celular de um torcedor e replicada em diversos grupos na web mostram troca de empurrões, tapas e até cadeiras sendo arremessadas. A confusão teria sido iniciada após a mãe de um atleta do Garra ter xingado e provocado os juízes de quadra. A torcedora propestou após um jogador da equipe ter levado o cartão vermelho. Ela também teria recebido ofensas.

O departamento jurídico da Federação Piauiense de Futebol de Salão analisa as imagens que podem resultar na suspensão de atletas e a proibição de torcedores entrarem nos ginásios. O coordenador e treinador de futsal do Garra, Marcelo Amorim, repudiou o episódio, classificou as cenas como “isoladas” e que a filosofia do cluve é de respeito e veto a todas as formas de violência.

A súmula da partida também será analisada pela entidade. De acordo com o presidente da federação, Marcos Said, a provocação da mãe torcedora com a arbitragem causou o clima hostil e desencadeou a confusão.

– A mãe de um atleta do Garra passou o tempo todo xingando a arbitragem. Foi para a mesa criticar e ofender com palavras de baixo calão, de uma forma que não dá nem para descrever. Uma árbitra começou a filmar para registrar o fato. Com raiva, o esposo tomou o celular da mão da árbitra. Começou a confusão, que acabou envolvendo os atletas também – narrou o dirigente.

O comportamento das torcidas, dos jogadores e de quem participou da confusão foi reprovado pelo gestor da modalidade.

– Não vai passar em branco e não vamos fechar os olhos, vamos aplicar as medidas disciplinares. Como pode um campeonato sub-17, para revelar talentos e incentivar, a torcida pede para quebrar o seu adversário? Que esporte é esse? Uma mãe ou um pai de família passam o tempo todo xingando? E a educação? Deveriam incentivar, não pedir para o filho dar pancada em quadra. Isso apenas denigre a imagem do futsal, é feio e a gente pede até para não mostrar, mas é grave. Seremos enérgicos – ressaltou Said.

O jogo acabou com a vitória do Garra sobre o Timon por 3 a 2, resultado que colocou o time na semifinal do Piauiense sub-17 de futsal. Contudo, o resultado ainda pode ser revisto pela entidade, que se reúne nesta terça-feira para decidir qual punição a equipe irá receber.

– O time pode ser suspenso por dois a três anos. Seremos rigorosos. Estamos também catalogando os torcedores que não poderão mais entrar nos ginásios. O que posso dizer é que não ficará impune. São cenas que nenhum torcedor, torcedor verdadeiro, merece ver – disse Said.

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Árbitro morre após agressão em partida no México

A Associação Mexicana de Árbitros (AMA) lamentavelmente informou que o árbitro amador José Valdemar Hernández Capetillo faleceu, no dia 30 de dezembro, em decorrência de uma lesão cerebral traumática, após ter sido vítima de uma agressão sofrida de um jogador.

Capetillo é o árbitro á esquerda na foto.

A agressão contra o juíz ocorreu em uma partida realizada no estádio Pemex, na cidade de Xalapa Veracruz, assim que expulsou um jogador com o cartão vermelho, na véspera do Natal. Capetillo passou uma semana em coma no hospital até vir a óbito.

O presidente da AMA, Valentin Ramirez, por meio de um comunicado emitido, cobrou justiça em defesa dos árbitros:

“Ações já estão sendo tomadas para fazer justiça à infeliz morte de nosso colega do amador. Esses fatos devem ser erradicados do futebol. Não podemos continuar a permitir que pessoas que só entram no terreno de jogo para fazer justiça sejam agredidas”.

 

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Árbitros agredidos pela torcida vão parar no hospital na Argentina

Em duelo da “Federal B”, quarta divisão local, os “hinchas” do Juventud de Pergamino se irritaram com derrota que eliminava clube do torneio e invadiram o campo. Jogo foi suspenso e time vai ser julgado.

Um caso chocante marcou o futebol argentino na última quarta-feira. Pelo “Torneo Federal B”, que equivale a quarta divisão local, Juventud de Pergamino e Independiente de Chivilcoy se enfrentaram nas quartas de final. O time da casa estava prestes a ser eliminado da competição quando a torcida invadiu o campo e partiu para cima da equipe de arbitragem.

Segundo o “Clarín”, o Independiente vencia o jogo por 1 a 0, após empate em 1 a 1 na ida. Quando o relógio marcava 45 da etapa final, um projétil atingiu um dos auxiliares. Por isso, o juiz optou por suspender o confronto, fato que gerou a forte reação daqueles que estavam assistindo à partida. Eles cercaram os árbitros, e a polícia não agiu para conter a confusão. Os encarregados pelo duelo foram obrigados a correr para o vestiário. Veja a imagem abaixo:

Depois da entrada nos vestiários, o árbitro e seus auxiliares foram encaminhados para o hospital; um deles foi diagnosticado com “traumatismo cranioencefálico e perda de memória”.

Segundo a publicação argentina, o clube já reclamava de uma suposta “mão negra” nas escolhas dos árbitros desde o fim da primeira fase do torneio. Por causa do problema, o time pode até ser rebaixado de divisão – algo que aconteceu pelo mesmo motivo com o Sarmiento de Ayacucho, em dezembro de 2016.

Fonte: Globo Esporte

Grupo inglês quer permitir uso de câmeras pelos árbitros para evitar agressões

A Football Association (FA), da Inglaterra, recentemente divulgou o número de 111 casos comprovados de agressão a árbitros na última temporada. É uma média de 3 casos por semanas, sem contar os casos não comprovados ou não relatados.

Existe uma grande preocupação naquele país com o número crescente de agressões aos árbitros, inclusive a garotos menores de 18 anos que estão iniciando na carreira. A FA tem atuado de modo a coibir a violência diminuindo a pena mínima de suspensão em casos de agressão contra alguém da equipe de árbitros, embora isso não parece ter surtido o efeito esperado. Em um caso recente ocorrido em outubro deste anos, um árbitro agredido e hospitalizado, sendo vítima de uma cabeçada aplicada por um jogador que perdeu a cabeça na partida.

A Ref Support, uma entidade pró-árbitros, tomou a frente nessa discussão pedindo por mudanças para proteger a classe do apito. Com o intuito de proteger os árbitros de futuros casos de agressão, a entidade tem trabalhado para pedir mudanças nas regras do jogo para permitir que os juízes possam portar consigo uma câmera portátil presa ao corpo (chamada de bodycam). A ideia é que o dispositivo possa não apenas gravar imagens dos fatos, mas também coibir atitudes agressivas ou abusivas contra os árbitros ou mesmo outros participantes. Pais, treinadores, gestores e jogadores querem que a experiência da prática do futebol seja mais prazerosa, privilegiando o jogo bonito. E todos eles estão dispostos a erradicar a violência dos gramados.

Ryan Hampson, um jovem árbitro de Manchester, está engajado em fazer as mudanças acontecerem e criou uma petição online na internet para pedir apoio das pessoas para levar a discussão até o parlamento inglês para que seja feito um lobby com a FA a fim de conseguir aprovar as mudanças nas regras e permitir o uso da bodycam. O próprio Ryan disse já ter sido vítima de todo tipo de agressão no campo.

– “Já levei cabeçada, cuspiram em mim e até um soco me deram, só para dizer apenas algumas agressões que já sofri” – contou o jovem que diz depositar todas as suas esperanças na FA para que ajude a acabar com a violência.

Um problema recorrente naquele país, que também faz parte da realidade brasileira, é que muitos dos casos de agressão reportados para os organizadores das competições nem sempre são investigados ou punidos como deveriam, dando uma sensação de impunidade ou pouco caso com a seriedade dos fatos. Outro ponto que contruibui para a continuidade desses abusos é que poucos árbitros relatam as agressões ou então omitem informações relevantes. A FA disse estar empenhada em melhorar o panorama e vai renovar a comunicação da sua campanha “Respeito”. A sub-sede de Manchester disse que vai dar mais apoio a seus árbitros e promete visitar o árbitro agredido nas primeiras 24 horas do incidente e reportar o caso para a polícia.

O site da BBC News publicou um vídeo da entrevista (em inglês) com Ryan contando sobre esta iniciativa.

Árbitro de Alagoas é agredido em campo

Júlio César Farias diz que foi agredido por comissão técnica e atletas do Coruripe após partida do Alagoano sub-20: “Chutes, socos e anilha de 5 kg”.

O árbitro Júlio César Farias usou as redes sociais para denunciar agressão sofrida na partida entre Coruripe e Santa Cruz, pelas semifinais do Campeonato Alagoano sub-20. Segundo o juiz, o quarteto, formado por ele, Ana Paula, Francisco Freitas e Márcio Oliveira, foi agredido no vestiário pelos jogadores e comissão técnica do Coruripe, nesse sábado. Ele fez um boletim de ocorrência em Maceió, alegando que não tinha como continuar na cidade do interior, e ameaça abandonar a carreira. O árbitro também relatou que não havia policiamento no Estádio Gerson Amaral, em Coruripe, e criticou a comissão de arbitragem de Alagoas.

Júlio, de 26 anos, contou que os jogadores quebraram vasos sanitários do vestiário, lançaram anilha e partiram para agressão física. O Coruripe venceu a partida por 1 a 0, mas acabou eliminado por ter perdido o primeiro jogo por 2 a 0. No final da partida, os atletas começaram a discutir em campo e o juiz expulsou jogadores do Hulk. A confusão começou aí.

– Foram chutes, socos, anilha de 5kg jogada, vaso sanitário quebrado, entre outras coisas utilizadas para a agressão da arbitragem. Eles entraram no vestiário, quebraram a porta e, covardemente, nos agrediram. O policiamento que tanto cobrei alguns dias atrás hoje mostrou o real motivo e sua importância. O campeonato sub-20 de Alagoas me proporcionou esta cena lamentável que venho compartilhar com vocês – lamentou o árbitro, que também fez fotos e publicou nas redes sociais.

De acordo com o árbitro, ele foi obrigado a iniciar a partida, no Estádio Gerson Amaral, sem a presença dos policiais. Segundo ele, essa não foi a primeira vez que isso aconteceu.

– No dia 27 de julho fui escalado pela Comissão de Arbitragem Alagoana para fazer o jogo entre Sete de Setembro x CSA, pelo campeonato sub-20. “O regulamento da competição diz que a partida para ter início deve ter policiamento”, só que naquele dia não tinha policiamento e por isso resolvi não iniciar o jogo. Recebi ligações do sr. Júnior Beltrão e George Alves Feitosa (vice-presidente da CEAF) para que iniciasse o jogo sem policiamento. Por causa disso, fui convidado para prestar esclarecimento sobre o caso, relatei que não era correto iniciar um jogo sem a mínima segurança. No sábado (19), fui escalado para comandar o jogo de volta da semifinal do campeonato sub-20, entre as equipes do Coruripe x Santa Cruz, e fui obrigado mais uma vez a iniciar a partida sem segurança, autorizado pela comissão de arbitragem.

Vice-presidente da Comissão de Arbitragem, George Alves conversou com o GloboEsporte.com e negou que tenha obrigado o juiz a iniciar o jogo sem o policiamento.

– Sobre a agressão, eu lamento muito o que aconteceu. Nós trabalhamos para fazer cumprir as regras do jogo. Não satisfeita pelo resultado da partida, a equipe do Coruripe agiu de forma covarde contra o quarteto de arbitragem. Foi muito desumano. Tentei contato com ele [Júlio César] para saber da boca dele o que realmente aconteceu e não obtive sucesso. A recomendação é que sempre que acontecer fatos dessa natureza, o árbitro tem que comunicar à direção da Federação Alagoana, ele não fez isso”, declarou George, que também foi incisivo ao rebater o árbitro.

– Para minha estranheza, ele colocou uma nota em sua rede social dizendo que foi obrigado [a iniciar o jogo sem policiamento]. Durante essa semana eu não tive nenhum contato com o Júlio César. O que ele cita, o jogo entre CSA e Sete de Setembro, o presidente da Federação Alagoana [Felipe Feijó] ligou para ele para saber o motivo de ele não querer começar o jogo, e ele disse que não atenderia ninguém. O presidente pediu que eu ligasse para ele para saber o que estava acontecendo, expliquei para ele que nas regras do jogo o árbitro tem o poder de decidir se inicia ou não uma partida de futebol. A gente aqui tem dificuldade em relação à segurança pública, nosso estado é pequeno, com poucos policias, imagine se a cada partida de futebol tiver que ter policiamento. Mas não tem essa de dizer que nós determinamos, acredito que ele foi leviano, não agiu com decência, ele pode em qualquer jogo que for apitar decidir se dá o jogo ou não. Ninguém obriga a um árbitro a dar uma partida. Mas posso dizer que dificilmente em todas as partidas nós temos policiamento, e cabe ao árbitro decidir. Em nenhum momento entrei em contato obrigando ele a dar o jogo.

O juiz alagoano falou também, em entrevista à Rádio Gazeta, que pensa em desistir da carreira. Júlio César é árbitro da Confederação Brasileira de Futebol.

– Isso não pode ficar impune. Estou aqui em casa, meu pé está inchado, estou com a coxa cortada. Vai ficar por isso mesmo? Eu tenho que ser agredido? Isso tem que acabar! Eu penso hoje sinceramente em abandonar a arbitragem, não quero saber se perco o escudo. Ontem foi muito lamentável o que aconteceu, e penso em abandonar sim. Eu quero ficar com minha família, que está muito triste com o que aconteceu.

A diretoria do Coruripe lamentou o que aconteceu em nota oficial.

– A Associação Atlética Coruripe lamenta profundamente os fatos ocorridos na noite deste sábado. A diretoria reitera a sua posição de condenar os episódios ocorridos. No entanto, ao longo deste domingo e nesta segunda-feira os fatos serão devidamente apurados e os responsáveis serão submetidos às normas e regras dispostas no regimento do clube.

Júlio César fez um boletim de ocorrência e deve entregar a súmula do jogo na segunda-feira. O caso vai ser levado ao Tribunal de Justiça Desportiva de Alagoas.

Fonte: Globo Esporte

Árbitra é agredida no amador no México

A entidade mexicana que representa os árbitros profissionais, chamada La AMA (Associação Mexicana de Árbitros), publicou em seu Twitter uma nota de repúdio sobre a agressão cometida contra uma árbitra em um jogo amador naquele país.

A árbitra Rosa Ángela García, que pertence ao quadro de árbitros amadores, teve ferimentos na cabeça causando sangramente, conforme a foto publicada pela AMA. Ainda não se tem mais informações sobre o que motivou este ato violento e inaceitável, nem como tudo aconteceu.

Esperamos que os fatos sejam devidamente apurados e os responsáveis sejam punidos nas esferas desportiva e criminal.

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