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Chefe da arbitragem da CBF descarta interferência externa na Ressacada

Árbitro marcou pênalti e, mais de dois minutos depois, voltou atrás. Coronel Marcos Marinho afirma: “Absoluta certeza de que não houve nenhuma interferência externa”.

Depois da confusão instalada na Ressacada quando o árbitro da partida entre Flamengo e Avaí, Paulo Schleich Vollkopf (MS), voltou atrás na marcação de um pênalti a favor do time da casa, o chefe da comissão de arbitragem da CBF, coronel Marcos Marinho, não hesitou em dizer que não houve interferência externa para que a decisão inicial fosse alterada. Ele afirmou que a medida foi tomada pela equipe de arbitragem no gramado e disse que já pode confirmar que não ocorreu qualquer tipo de interferência alheia ao campo de jogo.

O lance da polêmica foi no segundo tempo, quando a partida já estava empatada em 1 a 1, e Éverton se embolou com Diego Tavares na área rubro-negra. O árbitro assinalou o pênalti, deu cartão amarelo para Éverton e, minutos depois, retirou a advertência e mudou a marcação. Foram dois minutos e vinte segundos do momento em que o pênalti foi marcado até a mudança de decisão. Os jogadores do Avaí reclamaram muito e o experiente Marquinhos, que já estava no banco de reservas após ser substituído, acabou expulso por reclamação.

Questionado sobre a possibilidade de interferência, Marinho foi incisivo:

– Não, nenhuma. Nenhuma interferência. Foi uma decisão da equipe de arbitragem, sem interferência externa.

Em seguida, Marinho foi questionado se já era possível ter essa certeza momentos depois da partida, já que houve uma demora de mais de dois minutos para a mudança de decisão. Novamente, ele foi direto:

– Absoluta certeza. Vão atrás e descubram. Absoluta certeza de que não houve nenhuma interferência externa, até porque as recomendações são muito severas quanto a isso. Pode falar que já confirmei isso aí. Não há.

Fonte: Globo Esporte

Ranking da arbitragem no Brasileirão 2017 – 1ª rodada

A Comissão de Arbitragem da CBF vai premiar os melhores árbitros no fim do Brasileirão 2017. Os vencedores serão determinados pela soma da pontuação contabilizada durante todo o campeonato. Este ano, o ranking está sendo elaborado a partir dos dados do sistema de análise de desempenho usado pela entidade.

O presidente da Comissão de Arbitragem, Marcos Marinho, explicou que as notas dependem da performance em cada rodada, levando em consideração quesitos técnicos, físicos e mentais.

– Na parte técnica, são avaliados itens como os critérios adotados, marcação de faltas e aplicações de cartões. Pelo lado físico, a análise considera questões como posicionamento, velocidade de deslocamento e tempo de reação. Já no mental, entra os fatores emocionais, como a postura e o controle da partida – informou Marinho.

No decorrer da competição, a CBF vai divulgar as melhores equipes de arbitragem, de acordo com o trabalho de seus respectivos integrantes nos jogos do Brasileirão. Confira os nomes e partidas em que atuaram.

ARBITRAGEM – BRASILEIRÃO – 1ª RODADA

Bahia 6 x 2 Atlético-PR – 14 de maio, domingo (16h) – Fonte Nova, Salvador (BA)

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (AB/SP)
Árbitro Assistente 1: Daniel Paulo Ziolli (CBF/SP)
Árbitro Assistente 2: Daniel Luis Marques (CBF/SP)
Quarto Árbitro: Ricardo Pavanelli Lanutto (CBF/SP)
Árbitro Assistente Adicional 1: Leandro Bizzio Marinho (AB/SP)
Árbitro Assistente Adicional 2: Rafael Gomes Felix da Silva (CBF/SP)

Palmeiras 4 x 0 Vasco – 14 de maio, domingo (16h) – Allianz Parque, São Paulo (SP)

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (FIFA/PR)
Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilia (FIFA/PR)
Árbitro Assistente 2: Victor Hugo Imazu dos Santos (CBF/PR)
Quarto Árbitro: Rafael Trombeta (CBF/PR)
Árbitro Assistente Adicional 1: Paulo Roberto Alves Junior (AB/PR)
Árbitro Assistente Adicional 2: Fabio Filipus (CD/PR)

Cruzeiro 1 x 0 São Paulo – 14 de maio, domingo (16h) – Mineirão, Belo Horizonte (MG)

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (AB/RJ)
Árbitro Assistente 1: Dibert Pedrosa Moises (CBF/RJ)
Árbitro Assistente 2: Michael Correia (CBF/RJ)
Quarto Árbitro: Carlos Henrique Alves de Lima Filho (CBF/RJ)
Árbitro Assistente Adicional 1: Leonardo Garcia Cavaleiro (AB/RJ)
Árbitro Assistente Adicional 2: Carlos Eduardo Nunes Braga (CD/RJ)

Fonte: CBF

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CBF divulga lances comentados da primeira rodada do Brasileirão 2017

A Comissão de Arbitragem da CBF divulgou, nesta terça-feira (16), o primeiro pacote de “Decisões da Arbitragem” nas rodadas de abertura das Séries A e B, com comentários e análises. Ao todo, oito lances em sete jogos diferentes foram elencados, sendo sete na Série A e um na Série B.

Como informado na última semana, a CA vai divulgar ao fim da rodada do Campeonato Brasileiro vídeos com lances duvidosos das partidas, comentando as questões relevantes para levar ao público uma análise constante do trabalho.

Clique aqui para acessar a página das Decisões da Arbitragem.

Vídeos explicativos

Organizado por Ana Paula Oliveira, coordenadora nacional de Instrução, e por Alício Pena Júnior, presidente interino da Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (ENAF), o trabalho também conta com um pacote de dados e vídeos que facilitam o entendimento das determinações do IFAB/FIFA.

Na parte denominada “Padrão de Arbitragem”, foram disponibilizados oito capítulos: “Golpear ou tentar golpear um adversário”, “Falta tática”, “Conduta violenta”, “A reclamação acintosa não será permitida”, “Entradas e Disputas”, “Tocar a bola com a mão”, “Comemoração de gol excessiva será punida” e “Invasão de campo na comemoração de gol será punida”.

Fonte: CBF

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Trio paulista é eleito o melhor da arbitragem do Brasileirão 2016

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Na noite de ontem (12) foi realizada a festa na sede da CBF de encerramento do Brasileirão 2016, premiando os melhores do torneio escolhidos por cerca de mil jornalistas que votaram. O craque deste ano foi o atacante Gabriel Jesus do Palmeiras, enquanto a revelação foi Vitor Bueno do Santos Futebol Clube.

A seleção escolhida do campeonato foi a seguinte: Jaílson (Palmeiras); Jean (Palmeiras), Pedro Geromel (Grêmio), Yerri Mina (Palmeiras) e Jorge (Flamengo); Tchê Tchê (Palmeiras), Moisés (Palmeiras), Diego (Flamengo) e Dudu (Palmeiras); Robinho (Atlético-MG) e Gabriel Jesus (Palmeiras).

Durante a premiação, o melhor trio de árbitros do Brasileirão foi anunciado: Raphael Claus e os assistentes Marcelo Van Gasse e Rogério Pablos Zanardo. Todos são integrantes do quadro da Federação Paulista de Futebol.

Na segunda posição ficou o trio catarinense composto por Bráulio da Silva Machado (Aspirante Fifa), Neuza Inês Back e Alex dos Santos. Completando o pódio com dos 3 melhores trios, que tem direito a prêmio, veio outro trio paulista com Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, Márcia Bezerra Caetano e Alex Ang Ribeiro.

As melhores equipes de arbitragem receberão um total de R$ 500 mil em premiação, sendo R$ 300 mil, R$ 150 mil e R$ 50 mil para os três primeiros trios, respectivamente.

O ranking para a premiação dos árbitros é elaborado da seguinte forma: após todos os jogos, um analista de campo e um analista de vídeo dão uma nota para o trio de arbitragem. As notas são processadas por um Comitê formado pelos ex-árbitros Vitor Pereira (português, que apitou em Copas do Mundo), José Roberto Wright e Cláudio Cerdeira. Esse comitê referenda ou reforma as notas dadas pelos analistas.

Com base nessas notas é elaborado o ranking nacional da arbitragem – que em 2016 termina com o trio paulista na liderança.

Confira o ranking com os 10 melhores trios do Brasileirão 2016:

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Coronel Marinho diz que não houve interferência externa no Fla-Flu

Chefe da Comissão de Arbitragem da CBF admite que arbitragem deixou a desejar ao permitir toda a confusão no clássico, mas diz que confia na palavra do trio.

Há menos de um mês no comando da Comissão Nacional de Arbitragem, Coronel Marinho se manifestou sobre o lance polêmico do Fla-Flu da última quinta-feira. Na visão dele, não houve interferência externa no gol anulado do Fluminense, em entrevista à Rádio Globo. Contudo, apenas na segunda-feira ele divulgará qual será o desdobramento do caso.

– Amanhã (segunda-feira) vamos decidir, falamos em equipe, não é arbitro e nem assistente. Vamos avaliar tudo com muita calma. Já discutimos, avaliamos e eles (trio de arbitragem) sabem bem o que vai acontecer – disse.

Coronel Marinho contou que conversou com árbitro Sandro Meira Ricci e o assistente Emerson Augusto de Carvalho. Ele se mostrou convencido com o que ambos relataram sobre o acontecimento do Fla-Flu. A dupla negou que tenha havido interferência externa.

– Não houve interferência, até porque todo mundo falava. Não é o delegado que muda posição de um arbitro ou assistente. O que vale é que assistente e árbitro me confidenciaram. Isso que está valendo. Vamos em frente.

No entanto, Sandro Meira Ricci e Emerson Augusto de Carvalho foram criticados pela forma como conduziram o lance e a demora em tomar uma decisão. A partida ficou praticamente 13 minutos parada.

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– Não é bom, o procedimento não foi o correto, já conversamos com eles. Isso suscita algumas coisas, parece que há complô, coisa arrumada, e não existe isso. Não há interferência que querem falar que teve, paciência. Deu motivo para ter essa polêmica, discussão.

De acordo com uma leitura labial feita pelo programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, o especialista afirma que o inspetor de arbitragem, Sérgio Santos, avisou ao árbitro que Henrique estaria impedido: “A TV sabe. A TV sabe que não foi gol”. O inspetor negou a fala.

– Existe o delegado e o inspetor de confiança da arbitragem. São duas figuras que ficam dentro do campo. O correto é não interferir em nada. E repito: não é o delegado que influenciou, todo mundo estava falando. Conheço o Emerson (auxiliar) há muitos anos, tem uma capacidade fantástica. Queria fazer o melhor e acabou prejudicado – disse Coronel Marinho.

O lance polêmico

Aos 39 minutos do segundo tempo do Fla-Flu de quinta-feira, disputado em Volta Redonda, o Fluminense marcou o que seria o gol de empate com o zagueiro Henrique. Tanto Sandro Meira Ricci quanto Emerson Augusto de Carvalho anularam o gol. Após pressão dos jogadores tricolores, voltaram atrás e validaram o tento. Foi a vez de os flamenguistas reclamarem e uma enorme confusão foi formada, com as duas equipes cercando o trio de arbitragem. No fim, o gol foi anulado novamente.

Fonte: Globo Esporte

Heber empurra jogador Dudu do Palmeiras em clássico e vinga Ceretta

Por essa o jogador Dudu do Palmeiras não esperava. No clássico entre Corinthians e Palmeiras, disputado na Arena Itaquera em São Paulo, válido pela vigésima-sexta rodada do Brasileirão 2016, o árbitro Héber Roberto Lopes, em um momento intempestivo logo aos 9 minutos de jogo, empurrou o capitão alviverde quando o atacante se dirigia em sua direção reclamando da marcação de uma falta. Héber, árbitro caricato e de feições peculiares, disparou sua cara brava em um gesto agressivo que deixou Dudu acuado, saindo de fininho e assustado com a atitude inesperada.

O lance inusitado lembrou um triste fato na final do Campeonato Paulista de 2015, onde o mesmo Dudu, após ser expulso por Guilherme Ceretta de Lima, correu em sua direção aplicando um empurrão covarde pelas costas. Dudu foi denunciado por agressão contra o árbitro e o Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) da FPF condenou Dudu a uma pena de 180 dias de suspensão em primeira instância, mas, infelizmente, parece que tudo não passou de um teatro armado, pois na sequência o Tribunal fez um acordo e reduziu a pena para 6 jogos de suspensão e uma multa de 50 mil reais. Mais uma vergonha para o esporte nacional. No entanto, Dudu foi condenado na justiça comum a pagar uma reparação por dano moral de 25 mil reais para Ceretta. Cabe recurso na decisão.

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Chefe da arbitragem diz que “pitis” eram esperados e alfineta técnicos

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O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sérgio Corrêa, disse em declaração ao site da entidade que já era esperada uma maior pressão em cima dos juízes diante da renovação no quadro programada para a Série A do Campeonato Brasileiro. A segunda rodada da competição ficou marcada por uma série de “pitis” de treinadores, o que rendeu uma alfinetada de Sérgio Corrêa em quem prefere culpar a arbitragem por resultados ruins.

“Nós projetamos essa pressão inicial com base na cultura de alguns que preferem colocar a responsabilidade do resultado na terceira equipe de uma partida, que é a arbitragem. Mais árbitros novos estão atuando no início do campeonato, pois estamos dando oportunidades aos árbitros nacionais, que, tendo suas atuações aprovadas, podem vir a substituir os que integram a lista FIFA, em curto e médio prazo. Isto evitará repetições e o consequente desgaste na competição mais equilibrada do futebol mundial”, disse.

Três treinadores acabaram expulsos no último fim de semana, todos por reclamação: Cuca (Palmeiras), Gilson Kleina (Coritiba) e Paulo Autuori (Atlético-PR). Por outro lado, apenas dois jogadores receberam vermelho em uma rodada que, segundo a entidade, já foi um reflexo da renovação pretendida para a temporada.

A nota da CBF diz que apenas um árbitro atuou tanto na primeira como na segunda rodada. Se contados os 20 jogos disputados até aqui, apenas seis tiveram um árbitro Fifa. No ano passado, o número era inverso, com seis jogos apitados por profissionais sem a chancela da entidade máxima do futebol.

Na avaliação de Sérgio Corrêa, isso não significa que houve perda na qualidade com os árbitros escalados. “É bom ressaltar que, quando falamos de ‘novos’ árbitros, queremos dizer apenas que seus nomes não são tão conhecidos, mas eles já atuaram nas principais competições de seus estados”, explicou.

Fonte: S’e

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