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Árbitro de vídeo no Brasileirão é rejeitado em reunião da CBF

07/02/2018 1 comentário

Em congresso técnico, realizado nesta segunda-feira na sede da entidade, decisão foi por esperar testes das quartas de final da Copa do Brasil para avaliar se VAR é bem-sucedido.

Ainda não será nesta edição que o Campeon ato Brasileiro de 2018 terá árbitro de vídeo. A rejeição ao uso do VAR já neste ano ocorreu durante uma reunião do congresso técnico da CBF, nesta segunda-feira.

No encontro dos representantes dos 20 clubes da Série A, ocorrido na sede da entidade, 12 clubes (Corinthians, Santos, América-MG, Cruzeiro, Atlético-MG, Atlético-PR, Paraná, Vasco, Fluminense, Sport, Vitória e Ceará) votaram contra o uso do recurso já nesta competição, enquanto que sete (Flamengo, Botafogo, Bahia, Chapecoense, Palmeiras, Grêmio e Internacional) se demonstraram favoráveis. O São Paulo se absteve.

Os clubes preferiram esperar as experiências a partir das quartas de final da Copa do Brasil. Caso seja bem-sucedido, o uso do VAR voltará a ser votado para o Brasileirão de 2019.

Já o veto à grama sintética da Arena da Baixada foi rechaçado. Além disto, os 20 clubes da Série A aprovaram o mando de campo itinerante, que permite aos times atuarem por cinco vezes longe de seus estados de origem.

A aprovação do mando itinerante trouxe algumas ressalvas: a obrigatoriedade da concordância do visitante e da federação do clube mandante. Além disto, não serão permitidas vendas de mandos nas últimas cinco rodadas do Campeonato Brasileiro.

Fonte: Lance!

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Após igualar exigência física, CBF ignora árbitras mulheres na elite

Há dez anos, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) exigiu que as árbitras tivessem o índice dos homens nos testes físicos para apitar jogos da Série A do Brasileiro. Desde então, nenhuma mulher foi escalada para trabalhar na elite do futebol masculino, mesmo estando apta após aprovação nos exames.

Deborah Cecília faz teste físico para apitar jogos masculinos .

Edina Alves Batista, 38, e Deborah Cecília, 32, apontadas como principais árbitras do país, possuem o índice desde 2016. A CBF planeja que eles atuem em partidas da Série A em 2018.

“Faltam detalhes para isso acontecer [mulheres apitarem na Série A]. Elas [Edina Batista e Deborah Cecília] tiveram um progresso grande na parte física e sabem se movimentar bem em campo. Agora, precisam firmar o nome, amadurecer um pouco mais, já que a Série A é muito mais exigente em termos de cobrança em razão da visibilidade. Elas devem apitar mais jogos na Série B e, se corresponderem, devem apitar na primeira divisão”, afirmou o coronel Marcos Marinho, chefe da comissão de arbitragem da CBF.

A última vez que uma árbitra apitou na elite foi em outubro de 2005, quando Silvia Regina, 53, hoje na comissão de arbitragem da FPF (Federação Paulista de Futebol), dirigiu o duelo entre Fortaleza e Paysandu, pela 32ª rodada.

A exigência que obriga as árbitras a terem os mesmos índices físicos dos homens para apitar partidas masculinas foi feita pela entidade que comanda o futebol brasileiro em 2007 e implantada na temporada seguinte.

No teste físico, as candidatas precisam realizar seis tiros de 40 m abaixo de 6s, correr 75 m em 15 segundos e na sequência caminhar os 25 m restantes da pista em 20s – as duas últimas marcas precisam ser repetidas 40 vezes.

“O primeiro grande desafio da mulher atualmente é o teste físico, o que não acontecia antigamente. Houve uma evolução na preparação dessas árbitras buscando a igualdade com os homens. Não queremos estar à frente e nem atrás, mas ao lado na questão de igualdade. O que é para o masculino é também para o feminino”, disse Ana Paula Oliveira, ex-assistente e desde 2014 coordenadora nacional de instrução da CBF.

Atualmente, oito árbitras possuem o índice masculino: Beatriz Dantas, Katiuscia da Mota, Elaine da Silva Melo, Thayslane de Melo, Rejane Caetano da Silva, Regildenia de Holanda Moura, além de Edina Batista e Deborah Cecília – as quatro últimas possuem o escudo da FIFA, o alto grau da arbitragem.

A CBF registrou um aumento na procura de mulheres para obterem a qualificação. Em 2015, apenas duas árbitras do quadro tentaram fazer o teste para terem o índice exigido em competições masculinas e não conseguiram. No ano seguinte, foram oito tentativas e quatro aprovações. Em 2017, foram oito aprovadas de um total de 11.

O quadro completo feminino da CBF tem 17 árbitras. As nove que não possuem o índice masculino, apitam na categorias de base e em competições femininas. Além das oito mulheres com índice para elite, 42 homens estão aptos. Em 2017, 35 foram escolhidos para trabalhar na Série A.

Já o número de assistentes mulheres com o índice masculino é bem mais representativo. Em 2017, 26 foram aprovadas, mas apenas duas trabalham no Nacional: Neuza Inês Back e Tatiane Sacilotti.

Além de passarem no teste físico, os árbitros e árbitras são avaliados pela entidade por performance em campo, análise técnicas e as condições psicológicas. Aprovados, trabalham como quarto árbitro em competições femininas e de base, até chegarem às divisões inferiores do Brasileiro. Na sequência, exercem as funções nas Séries B e A do Nacional, onde também trabalham como adicional. A partir daí refazem o caminho, mas como árbitros centrais.

Edina e Deborah já estão neste caminho. A primeira apitou dois jogos da Série D, e Figueirense x Paysandu, pela Série B de 2017, além de ter trabalhado no Sul-Americano sub-17 feminino e na Copa Libertadores feminina. Ela também está pré-selecionada para o Mundial Feminino da França em 2019.

Deborah já apitou em três jogos da quarta divisão nacional, dois da terceira e em um jogo pela pela Série B, além de partidas pela Copa Verde e do Campeonato Pernambucano, como o clássico entre Sport x Santa Cruz e na semifinal entre Santa Cruz e Salgueiro.

“Série D, Série C e Série B são difíceis de apitar. No entanto, a Série A tem uma repercussão muito maior, a pressão midiática é quatro, cinco, seis vezes mais do que nas outras divisões. Por isso, trabalhamos com uma psicóloga [Marta Magalhães] para a árbitra lidar com os acertos e os seus equívocos”, completou Ana Paula.

TITE FOI CONTRA

As críticas sobre a participação das mulheres na arbitragem em jogos masculinos já foi muito maior do que é atualmente. Pelo menos essa é a opinião de Ana Paula Oliveira, coordenadora nacional de instrução da CBF.

“O preconceito diminuiu. Não temos mais escutado falar das árbitras. Elas [Edina Alves Batista e Deborah Cecília] apitaram na Séries B, C e D e foram elogiadas. Se o profissional for competente, não importa o sexo”, disse Ana Paula, que já trabalhou como auxiliar entre 1998 e 2008.

No período, foi alvo de ofensas de Tevez em 2005 após um jogo do Brasileiro e de Carlos Augusto Montenegro, ex-vice-presidente de futebol do Botafogo, após partida da Copa do Brasil, em 2007.

“Mulheres não podem apitar um clássico dessa dimensão, dessa rivalidade. Elas podem até apitar, não tenho nada contra mulher, mas não esses jogos”, disse Tevez após um duelo entre São Paulo e Corinthians. Além de Ana Paula, a outra assistente era Maria Eliza Barbosa.

“Ela é totalmente despreparada. Errou dois lances seguidos. Não vejo mulher em Copa do Mundo, não vi mulher na final da Liga dos Campeões, nem nas decisões mais importantes do mundo, mas colocaram uma mulher hoje”, afirmou Montenegro.

Atualmente técnico da seleção brasileira, Tite reclamou da condição física da arbitragem feminina após um clássico entre Corinthians e São Paulo, realizado em 2005, apitado por Silvia Regina.

Ana Paula de Oliveira, Sílvia Regina e Aline Lambert formaram trio feminino em jogo do Paulista, em 2003.

“Não dá para admitir, ainda mais em um clássico, a velocidade com a qual ela acompanhava as jogadas. Em futebol de altíssimo nível, nessa intensidade, não dá para mulheres apitarem”, afirmou Tite, em 2005.

“Vou falar uma coisa como profissional de educação física: a força muscular e a velocidade dela fazem com que ela não possa acompanhar os homens”, afirmou o gaúcho.”Não gostaria que colocassem árbitras nos meus jogos”, completou.

Edina Batista e Deborah Cecília concordam que o preconceito diminuiu, mas fazem ressalvas.

“Ninguém erra porque é mulher. Se há erro da arbitragem feminina, o comentário não é em cima da Maria, da Joana, mas da mulher. Se o homem erra, os nomes são dados. Ninguém generaliza falando que foi erro de um homem”, diz Edina.

EXEMPLO ALEMÃO

Nas principais competições masculinas de futebol do mundo também faltam mulheres apitando. A exceção é a Alemanha.

Em 2017, a Bibiana Steinhaus se tornou a primeira mulher a apitar um jogo masculino da elite entre as principais ligas europeias [Inglaterra, Espanha, Itália e França] e sul-americanas. Ela dirigiu o confronto entre Hertha Berlin x Werder Bremen, pelo Campeonato Alemão.

Fonte: Folha de SP

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Brasil é único país com aval a não testar árbitro de vídeo

Um dos seis países autorizados pela Fifa para ser pioneiro na implementação do árbitro de vídeo no futebol, o Brasil foi o único que não conseguiu colocar o uso da tecnologia em prática em competições de abrangência nacional. São mais de dois anos de insucessos.

As alegações para a não implementação vão desde o alto custo e as condições dos estádios até a falta de equipamentos e a logística.

A meta para o uso do sistema no país agora é 15 de abril de 2018, quando será realizada a primeira rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

A utilização, porém, tem que ser aprovada em definitivo pela International Board, órgão responsável por definir as regras do futebol, em reunião prevista para ser realizada no dia 5 de março.

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) consultou a Fifa pela primeira vez sobre utilizar vídeos em lances duvidosos da arbitragem em 11 de setembro de 2015. Seis dias depois, a Internacional Board negou o pedido. Em março de 2016, o órgão aprovou pela primeira vez a realização de testes com a tecnologia.

Três meses depois, em junho, a Fifa liberou seis países para a utilização do árbitro de vídeo: Austrália, Alemanha, Portugal, Holanda e Estados Unidos, além do Brasil. A CBF afirmou que pretendia utilizar o sistema em agosto de 2016, porém não o colocou em prática -ao contrário de todos outros países que tiveram autorização para o uso e implementaram o sistema em competições nacionais.

Em 2017, o árbitro de vídeo no Brasil quase saiu do papel durante o Brasileiro.

Em setembro, após um gol de mão do atacante Jô, que resultou na vitória corintiana sobre o Vasco por 1 a 0, o presidente da CBF na época, Marco Polo Del Nero, ordenou a implementação imediata da tecnologia. Dois prazos foram estabelecidos. Nenhum cumprido.

A entidade chegou até a convocar 64 árbitros para treinamentos com a tecnologia em Águas de Lindoia (SP).

“Determinei naquela oportunidade [logo após a 24ª rodada] que fosse na primeira rodada (25ª), mas eu sou leigo. Depois a gente vai buscar os técnicos, o Sérgio Correa (coordenador do projeto de árbitro de vídeo), o pessoal da Fifa, da Conmebol, buscando o melhor resultado. No dia que se aproxima… Existe um problema técnico. No mundo inteiro existe um problema técnico”, afirmou Del Nero, banido pela Fifa desde o dia 15 de dezembro.

A Folha apurou que os problemas técnicos citados foram a dificuldade para a aquisição de um equipamento que possibilitasse o replay imediato, tanto para a transmissão de TV quanto para a central do árbitro de vídeo. O aparelho não existe no país.

A entidade também temia não conseguir implantar o sistema com a mesma eficiência nos dez jogos da Série A.

“Havia a necessidade da compra de equipamentos de tecnologia para ver o replay das sete câmeras, que é o padrão mínimo exigido pela International Board durante os jogos, de maneira imediata. Esse aparelho é uma fonte receptora. São equipamentos que não haviam em número suficiente no mercado”, disse Manoel Serapião, instrutor de arbitragem da CBF e um dos responsáveis pelo projeto de implementação do árbitro de vídeo no Brasil.

Segundo ele, a CBF já prepara uma licitação para a compra dos equipamentos.

TESTES NO EXTERIOR

Nos países com testes, o tempo para a revisão do lance e a decisão final rendeu críticas de atletas e torcedores. Na Austrália, enquanto a recomendação da Fifa é de que a análise da jogada dure até um minuto, ela chegou a demorar quatro. Houve demora também em jogos na Holanda.

Nos EUA e em Portugal, há a divulgação na internet dos dados sobre o uso do recurso de vídeo. Em 91 jogos da MLS (liga profissional dos EUA), o VAR foi utilizado 23 vezes. A revisão foi considerada errada apenas uma única vez.

Em Portugal, o sistema de árbitro de vídeo entrou em ação 22 vezes até a 14ª rodada da primeira divisão.

Na Alemanha houve a maior polêmica até agora em países com o teste do sistema. A federação alemã demitiu um dos responsáveis pela implementação do sistema, alegando manipulação.

Fonte: Folha de SP

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FIFA divulga escudos da arbitragem para 2018

Os escudos da arbitragem FIFA para a temporada 2018 já estão definidos. A entidade divulgou os escudos que os donos do apito usarão no próximo ano em jogos de futebol, futsal e beach soccer. O Brasil tem 40 representantes, conforme lista anunciada pela Comissão de Arbitragem da CBF na última semana. Confira:

ÁRBITROS
1) Sandro Meira Ricci, 43 anos
2) Wilton Pereira Sampaio, 35 anos
3) Raphael Claus, 38 anos
4) Anderson Daronco, 36 anos
5) Luiz Flavio Oliveira, 40 anos
6) Ricardo Marques Ribeiro, 38 anos
7) Dewson Fernando Freitas da Silva, 36 anos
8) Rodolpho Toski Marques, 30 anos
9) Wagner Nascimento Magalhães, 38 anos
10) Wagner Reway, 37 anos

ÁRBITRAS
11) Edina Alves Batista, 37 anos
12) Regildênia Holanda Moura, 43 anos
13) Deborah Cecilia Cruz Correia, 32 anos
14) Rejane Caetano da Silva, 32 anos

ÁRBITROS ASSISTENTES
15) Emerson Augusto de Carvalho, 45 anos
16) Marcelo Carvalho Van Gasse, 41 anos
17) Guilherme Dias Camilo, 35 anos
18) Alessandro Álvaro Rocha de Matos, 41 anos
19) Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa, 34 anos
20) Kléber Lúcio Gil, 40 anos
21) Bruno Boschilia, 34 anos
22) Bruno Raphael Pires, 32 anos
23) Fabrício Vilarinho da Silva, 37 anos
24) Danilo Ricardo Simon Manis, 36 anos

ÁRBITRAS ASSISTENTES
25) Neuza Inês Back, 33 anos
26) Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo, 31 anos
27) Marcia Bezerra Lopes Caetano, 43 anos
28) Daiane Caroline Muniz dos Santos, 29 anos

ÁRBITROS DE FUTSAL
29) Gean Coelho Telles, 42 anos
30) Flávio Marques, 39 anos
31) Henrique Angelo da Silva, 38 anos
32) Ricardo Amaral Messa, 34 anos

ÁRBITRAS DE FUTSAL
33) Giselle Torri, 37 anos
34) Katiucia Meneguzzi Santos, 39 anos
35) Anelize Meire Schulz, 32 anos
36) Aline Santos Nascimento, 28 anos

ÁRBITROS DE BEACH SOCCER
37) Ivo Alexandre Moraes Santos, 40 anos
38) Mayron Frederico Reis Novais, 40 anos
39) Renato Carlos, 45 anos
40) Lucas Estevão, 32 anos

Fonte: CBF

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CBF divulga top 10 da arbitragem no Campeonato Brasileiro 2017

Para avaliar, melhorar e padronizar a arbitragem brasileira nos jogos do Brasileirão 2017, a Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol implementou nesta temporada um projeto pioneiro no mundo da bola: o RADAR – relatório de análise de desempenho da arbitragem. Durante toda a competição, o sistema analisou a atuação de todos os árbitros, assistentes e quartos árbitros de maneira mais científica e menos subjetiva. A opção por este método foi feita para atender à realidade da arbitragem, sem deixar escapar o fator campo, mas também relatando de maneira pontual cada lance marcado no decorrer da partida.

Os integrantes do quadro foram observados por analistas de campo e vídeo, treinados para a utilização da ferramenta em programa oferecido pela CBF e pela Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (ENAF) no início do ano. Dentro do sistema foram elencadas as possíveis ações da arbitragem no jogo como marcação de faltas, impedimentos e cartões. Além disso, questões de atitude perante aos jogadores e em relação ao contexto do confronto também são conceituadas. Alinhando teoria à estatística de erros e acertos foi possível mensurar, através do RADAR, toda a parte técnica da arbitragem. A partir daí, as análises são comparadas pela Comissão de Arbitragem que, juntamente com a ENAF, realiza um terceiro relatório para chegar a nota final de cada árbitro ou assistente. Para o ranking dos dez primeiros ainda foram levados em consideração: números de jogos, média de escalas, partidas com interferência, número de vezes entre os três melhores do ranking da rodada.

Confira o ranking:

ÁRBITROS
1. Raphael Claus
2. Ricardo Marques Ribeiro
3. Wilton Pereira Sampaio
4. Anderson Daronco
5. Marcelo Aparecido de R. de Souza
6. Marcelo de Lima Henrique
7. Sandro Meira Ricci
8. Rafael Traci
9. Dewson Fernando Freitas da Silva
10. Pericles Bassols Pegado Cortez

ASSISTENTES
1. Guilherme Dias Camilo
2. Bruno Raphael Pires
3. Leone Carvalho Rocha
4. Kleber Lucio Gil
5. Alex Ang Ribeiro
6. Rafael da Silva Alves
7. Marcelo Carvalho Van Gasse
8. Daniel Luis Marques
9. Bruno Boschilia
10. Anderson José de Moraes Coelho

QUARTOS ÁRBITROS
1. Marcio Soares Maciel
2. Alberto Poletto Masseira
3. Michael Stanislau
4. Carlos Henrique Alves de Lima Filho
5. Edson Antonio de Sousa
6. Fabio Rogerio Baesteiro
7. Rafael Trombeta
8. Ricardo Pavanelli Lanutto
9. Alex dos Santos
10. Vitor Carmona Metestaine

ASSISTENTES ADICIONAIS
1. Wanderson Alves de Sousa
2. Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
3. Fabio Filipus
4. Roger Goulart
5. Jonathan Benkenstein Pinheiro
6. José Claudio Rocha Filho
7. Osimar Moreira da Silva Junior
8. Marcio Henrique de Gois
9. Daniel Nobre Bins
10. Evandro Tiago Bender

Fonte: CBF

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CBF estuda usar árbitro de vídeo no Brasileiro 2018

A CBF estuda implementar o uso do árbitro de vídeo a partir da primeira rodada do Campeonato Brasileiro de 2018. A possibilidade foi externada pelo chefe da Comissão Nacional de Arbitragem da entidade, o coronel Marcos Marinho, em entrevista à ESPN.

“Há uma possibilidade, sim, de começarmos com o árbitro de vídeo na primeira rodada”, admitiu o Coronel Marinho nesta quarta-feira.

Pelo calendário anunciado pela entidade, o Campeonato Brasileiro de 2018 começa em 15 de abril – mais cedo do que anos anteriores, em razão da paralisação de agenda imposta pela Copa do Mundo.

“Estamos já ajeitando tudo, pronto para fazermos os treinamentos. Só falta mesmo o pontapé inicial”, acrescentou o diretor de arbitragem da CBF.

Ao longo do campeonato de 2017, após uma série de erros que comprometeram resultados, a CBF chegou a especular antecipar o uso do VAR (Video Assistant Referee, em sigla em inglês). No entanto, dificuldades técnicas de implementação e treinamento acabaram adiando a iniciativa para o próximo ano.

Em 2017, o recurso do árbitro de vídeo passou pelos primeiros testes no país, durante as finais do Campeonato Pernambucano, entre Sport e Salgueiro – mas com polêmicas sobre as decisões tomadas.

Fonte: UOL Esportes

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CBF elege o melhor trio de arbitragem do Brasileiro 2017 com metodologia própria

07/12/2017 1 comentário

Para avaliar, melhorar e padronizar a arbitragem brasileira nos jogos do Brasileirão 2017, a Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol implementou nesta temporada um projeto pioneiro no mundo da bola: o RADAR – relatório de análise de desempenho da arbitragem. O sistema avaliou durante toda a competição a atuação dos árbitros de maneira mais científica e menos subjetiva. Ao final, o árbitro Raphael Claus (SP/FIFA) e os assistentes Guilherme Dias Camilo (MG/FIFA) e Bruno Raphael Pires (GO/FIFA) tiveram os melhores desempenhos da competição.

– Feliz demais pelo momento. A gente sabe que o Campeonato Brasileiro é muito difícil são 38 rodadas de jogos muito disputados. Então, passar dois anos legitimando todos os resultados das partidas que pudemos trabalhar é muito importante e gratificante – disse Claus, premiado pelo segundo ano consecutivo como melhor árbitro do Brasileirão.

Cada profissional foi observado por analistas de campo e vídeo, treinados para a utilização da ferramenta em programa oferecido pela CBF e pela Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (ENAF) no início do ano. A opção por este método de análise foi feita para atender à realidade da arbitragem, sem deixar escapar o fator campo, mas também pontuando de maneira objetiva cada lance marcado no decorrer do jogo. A partir daí as análises de campo e vídeo são comparadas pela Comissão de Arbitragem que, juntamente com a ENAF, realiza um terceiro relatório para chegar a nota final de cada oficial.

Dentro do sistema foram elencadas as possíveis ações da arbitragem no jogo como marcação de faltas, impedimentos e cartões. Alinhando teoria à estatística de erros e acertos cada árbitro recebe uma nota. Além disso, questões de atitude perante aos jogadores e em relação ao contexto do confronto também são conceituadas. Através do RADAR é possível mensurar toda a parte técnica da arbitragem brasileira.

– Os que ganharam foram os que tiveram melhor rendimento e desempenho nos itens que a gente observa numa boa arbitragem e são merecedores deste prêmio. É importante destacar que tudo foi feito em base de dados científicos e não subjetivos. E essa interface entre comissão, analistas e instrutores com os árbitros é muito importante para seguirmos na busca pela excelência da arbitragem brasileira, que é o nosso grande objetivo – pontuou Marcos Marinho, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF.

Para a premiação final ainda foram levados em consideração: números de jogos, média de escalas, partidas com interferência, número de vezes entre os três melhores do ranking da rodada. Confira os números dos premiados desta temporada:

Melhores do Brasileirão 2017  Número de escalações   Presença no ranking da rodada*  Valor da premiação
Árbitro: Raphael Claus  18 jogos  10 vezes entre as três melhores equipes  R$ 200.000
Assistente: Guilherme Dias Camilo  19 jogos  7 vezes entre as três melhores equipes  R$ 100.000
Assistente: Bruno Raphael Pires  21 jogos  10 vezes entre as três melhores equipes  R$ 100.000

*o ranking da 38ª rodada não foi computado

Fonte: CBF

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