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CBF contesta acusão de interferência externa na arbitragem em jogo da Copa do Brasil

Para Marcos Marinho, quarto árbitro tinha condições de observar o lance, e Leandro Vuaden acertou ao voltar atrás em marcação de pênalti.

O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Coronel Marcos Marinho, negou que o grupo de arbitragem do jogo Santos x Flamengo, na última quarta, tenha sofrido interferência externa na anulação do pênalti de Réver em Bruno Henrique, quando a partida estava empatada em 1 a 1, no primeiro tempo. O Peixe venceu por 4 a 2, mas foi eliminado no critério gols como visitante, já que o Fla havia vencido o primeiro jogo por 2 a 0.

No lance, o árbirtro Leandro Vuaden assinala penalidade, mas volta atrás e marca escanteio após ser chamado pelo quatro árbitro, Flávio Rodrigues de Souza. Entre uma decisão e outra, o tempo foi de um minuto e onze segundos.

Marinho nega que Souza tenha recebido algum tipo de contato, via escuta, de alguém que estivesse acompanhando a transmissão do jogo pela televisão.

– Não teve nenhuma informação externa, foi pela visão do quarto árbitro, que é muito experiente. Está fora de cogitação (a interferência). O ângulo do Flávio era favorável. Não houve nem tempo para uma interferência – afirmou Marinho, que disse ter conversado com Vuaden e Souza depois da partida.

Para o Coronel Marinho, a atitude de Vuaden de voltar atrás na marcação do pênalti, atentendo à recomendação de Flávio Rodrigues, foi correta:

– Eles acertaram. Ainda bem.

O lance gerou reclamação dos santistas, que venceram por 4 a 2 e ficaram a um gol de se classificarem para as semifinais da Copa do Brasil.

Na saída de campo, o zagueiro David Braz chegou a dizer que faltou a Vuaden “vestir a camisa do Flamengo”.

Na súmula de Santos x Flamengo, árbitro Leandro Vuaden relatou não ter havido “nada de anormal” no jogo.

Fonte: Globo Esporte

Projeto prevê banir os maus árbitros em 2017

Plano nacional tem o objetivo de tentar melhorar a qualidade e estuda afastar quem não atingir bom nível.

A Comissão Nacional de Arbitragem planeja lançar um plano nacional com o objetivo de melhorar o nível dos integrantes da área no futebol brasileiro. Pelo projeto, árbitros, assistentes e analistas de desempenho vão passar a ser treinados e avaliados com base em critérios mais rígidos, e quem não apresentar o nível desejado de qualidade será afastado do quadro nacional e até da FIFA.

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O trabalho é uma tentativa de dar resposta ao mau momento da arbitragem – a cada rodada do Brasileirão muitos erros foram cometidos – e está sendo elaborado pelo coronel Marcos Marinho de Moura, que há poucos meses está à frente da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF.

Homem de confiança do presidente da entidade, Marco Polo Del Nero – o coronel comandou a arbitragem na Federação Paulista entre 2005 e janeiro de 2016 – Marinho substituiu o desgastado Sergio Corrêa na CBF e, desde que chegou, está debruçado sobre o projeto.

Marinho defende os árbitros, atualmente sob uma saraivada de críticas. Apesar de dizer que são bem preparados, reconhece que estão longe do ideal. “Existe um espaço muito grande ainda para a gente melhorar. Pelos próprios resultados que vemos hoje, é inegável que existe certa deficiência na aplicação da regra em termos de uniformidade, na parte disciplinar e até na parte interpretativa’’, disse, em entrevista ao Estado.

Ele admite ter constatado que, por mais boa vontade que tenham, alguns têm dificuldade de fazer bom trabalho. “Não têm o talento que a gente quer.’’

Essa notória deficiência está balizando o projeto, cujo formato ainda não está fechado. Mas a CBF estuda participar da formação dos árbitros e assistentes desde a base – atualmente são as federações estaduais as responsáveis pela formação, mas muitas não têm os cursos necessários. “Vamos buscar descobrir talentos. Se unir talento, com treinamento e observação, num período de três a quatro anos você tem um árbitro de qualidade, de nível’, acredita.

A ideia é implantar o novo método ainda em 2017 e a formação e o aperfeiçoamento dos árbitros irá além dos ensinamentos técnicos e da preparação física e psicológica. De acordo com Marinho, será feito um trabalho de monitoramento, de análise de desempenho, com base em vídeos, relatórios, observações in loco e estabelecimento de critérios que deverão ser cumpridos. E quem não atingir o nível mínimo estabelecido, será rebaixado – o que significa sair do quadro nacional e também da FIFA, se for o caso.

“Vamos criar uma central para que possamos acompanhar todos os jogos e que todos (árbitros e assistentes) tenham no máximo em 48 horas um feedback do que foi a sua atuação, o que precisa ser melhorado, com imagem para ilustrar. Aí, vai ter cobrança muito mais efetiva, porque nós vamos ter uma análise de desempenho real’’, afirma o chefe da arbitragem.

Marinho promete ser rígido na avaliação, e assegura que o protecionismo não terá vez no futuro. “Ao chegar ao final do ano, se aquele árbitro não correspondeu, cai de ranking e pode até sair do quadro da CBF. Tudo com análise de desempenho. Quem não estiver dentro das nossas expectativas vai sair.’’

Fonte: Estadão

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Coronel Marinho diz que não houve interferência externa no Fla-Flu

Chefe da Comissão de Arbitragem da CBF admite que arbitragem deixou a desejar ao permitir toda a confusão no clássico, mas diz que confia na palavra do trio.

Há menos de um mês no comando da Comissão Nacional de Arbitragem, Coronel Marinho se manifestou sobre o lance polêmico do Fla-Flu da última quinta-feira. Na visão dele, não houve interferência externa no gol anulado do Fluminense, em entrevista à Rádio Globo. Contudo, apenas na segunda-feira ele divulgará qual será o desdobramento do caso.

– Amanhã (segunda-feira) vamos decidir, falamos em equipe, não é arbitro e nem assistente. Vamos avaliar tudo com muita calma. Já discutimos, avaliamos e eles (trio de arbitragem) sabem bem o que vai acontecer – disse.

Coronel Marinho contou que conversou com árbitro Sandro Meira Ricci e o assistente Emerson Augusto de Carvalho. Ele se mostrou convencido com o que ambos relataram sobre o acontecimento do Fla-Flu. A dupla negou que tenha havido interferência externa.

– Não houve interferência, até porque todo mundo falava. Não é o delegado que muda posição de um arbitro ou assistente. O que vale é que assistente e árbitro me confidenciaram. Isso que está valendo. Vamos em frente.

No entanto, Sandro Meira Ricci e Emerson Augusto de Carvalho foram criticados pela forma como conduziram o lance e a demora em tomar uma decisão. A partida ficou praticamente 13 minutos parada.

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– Não é bom, o procedimento não foi o correto, já conversamos com eles. Isso suscita algumas coisas, parece que há complô, coisa arrumada, e não existe isso. Não há interferência que querem falar que teve, paciência. Deu motivo para ter essa polêmica, discussão.

De acordo com uma leitura labial feita pelo programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, o especialista afirma que o inspetor de arbitragem, Sérgio Santos, avisou ao árbitro que Henrique estaria impedido: “A TV sabe. A TV sabe que não foi gol”. O inspetor negou a fala.

– Existe o delegado e o inspetor de confiança da arbitragem. São duas figuras que ficam dentro do campo. O correto é não interferir em nada. E repito: não é o delegado que influenciou, todo mundo estava falando. Conheço o Emerson (auxiliar) há muitos anos, tem uma capacidade fantástica. Queria fazer o melhor e acabou prejudicado – disse Coronel Marinho.

O lance polêmico

Aos 39 minutos do segundo tempo do Fla-Flu de quinta-feira, disputado em Volta Redonda, o Fluminense marcou o que seria o gol de empate com o zagueiro Henrique. Tanto Sandro Meira Ricci quanto Emerson Augusto de Carvalho anularam o gol. Após pressão dos jogadores tricolores, voltaram atrás e validaram o tento. Foi a vez de os flamenguistas reclamarem e uma enorme confusão foi formada, com as duas equipes cercando o trio de arbitragem. No fim, o gol foi anulado novamente.

Fonte: Globo Esporte

Coronel Marinho terá auxílios de Alício Pena Jr., Ana Paula e Cerdeira na CBF

Secretário-geral da CBF, Walter Feldman afirma que saída de Sérgio Corrêa da Comissão de Arbitragem foi um pedido dele mesmo: “Reconhecemos seu cansaço”.

coronel_marinhoNesta terça, a CBF anunciou mudanças na composição da Comissão de Arbitragem da entidade. Sai o então presidente Sérgio Corrêa e assume o Coronel Marinho, comandante da arbitragem no futebol paulista até este ano, e que trabalhou com o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, quando este presidia a Federação Paulista de Futebol. Em entrevista ao Tá na Área, o secretário-geral da entidade, Walter Feldman, afirmou que a decisão partiu de um pedido feito pelo próprio Sérgio Corrêa, que apontou para um acúmulo de funções na entidade. Agora, ele passa a se dedicar ao programa de árbitro de vídeo.

– Sérgio Corrêa pediu nesta tarde para reduzir o seu encargo da Comissão Nacional de Arbitragem mais o comando do programa de árbitro de vídeo, todas suas tarefas, inclusive as relacionadas à Escola de Arbitragem. O presidente Marco Polo Del Nero atendeu ao seu apelo e imediatamente indicou o Marcos Cabral Marinho de Moura (Coronel Marinho), que vai a partir de hoje começar a organizar o seu programa para o comando da Comissão Nacional de Arbitragem do futebol brasileiro.

Feldman ainda confirmou Alício Pena Júnior como vice-presidente da comissão, que terá ainda as participações do ex-árbitro Cláudio Cerdeira e da ex-assistente Ana Paula Oliveira.

– Serão os quatro que comandarão a partir de agora a Comissão Nacional (de Arbitragem) – disse Feldman.

O dirigente ainda garantiu que a saída de Sérgio Corrêa em nada deve-se à pressão de clubes, como Atlético-MG e Fluminense, que já pediram a saída do então comandante da arbitragem nacional.

Ana Paula Oliveira era secretária da Escola Nacional de Arbitragem (Foto: Quésia Melo)

Ana Paula Oliveira era secretária da Escola Nacional de Arbitragem (Foto: Quésia Melo)

– Sérgio Corrêa é de absoluta confiança do ponto de vista do comando da arbitragem nacional. Nós acreditamos na sua qualificação técnica, na sua seriedade, na sua correção, mas há um desgaste natural pelo tempo. Ele é o mais longevo, o mais antigo coordenador dessa área no futebol brasileiro. Portanto, nós reconhecemos seu cansaço, essa sobrecarga, mas ele não sai por nenhum outro motivo a não ser a divisão nossa de tarefas na CBF.

Corrêa agora se dedicará única e exclusivamente ao projeto do árbitro de vídeo, afirmou Feldman.

– Dada a importância desse programa e o papel que ele teve no desenvolvimento dessa ideia, na possível implementação e na articulação internacional, consideramos que seria uma sobrecarga muito grande. Então, ele vai se dedicar exclusivamente a esse programa a partir de agora.

Sérgio Corrêa passa a se dedicar exclusivamente a programa de árbitro de vídeo (Foto: Reprodução SporTV)

Sérgio Corrêa passa a se dedicar exclusivamente a programa de árbitro de vídeo (Foto: Reprodução SporTV)

Fonte: SporTV

Chefe de árbitros cai após metade dos times do Brasileiro reclamar à CBF

A saída do presidente da comissão de arbitragem Sérgio Corrêa ocorre após metade dos clubes da Série A reclamarem de juízes neste Brasileiro. A diretoria diz que o próprio diretor pediu para sair, mas admite que pode ter havido desgaste dele. Clubes que criticaram o diretor estavam satisfeitos com a troca por Marcos Marinho.

Sérgio Correa deixou o cargo de presidente da Comissão de Arbitragem da CBF.

Sérgio Correa deixou o cargo de presidente da Comissão de Arbitragem da CBF.

Levantamento do blog mostra que 10 clubes informaram ter feito protestos formais à CBF contra a arbitragem neste Nacional. São eles: Fluminense, Flamengo, Santos, São Paulo, Palmeiras, Cruzeiro, América-MG, Grêmio, Atlético-PR e Figueirense. Não foram consideradas reclamações de vestiário ou de técnicos e jogadores.

Um dos mais incisivos foi o presidente santista, Modesto Roma Jr., que pediu a queda de Sérgio Corrêa após a expulsão do meia Lucas Lima no jogo contra o Internacional. Ele aprovou a troca no comando da arbitragem.

”O presidente da CBF fez o certo. Ele (Marinho) quando assumiu a Paulista vinha de um escândalo de arbitragem com o Edílson (caso de manipulação de arbitragem). Ele melhorou a arbitragem de São Paulo”, afirmou Modesto. ”Os árbitros de São Paulo são muito bons, assim como os gaúchos.”

Ao justificar a escolha de Marinho, o secretário-geral da CBF, Walter Feldman, citou os elogios dos times paulistas, incluindo Modesto. O presidente santista, no entanto, disse não ter indicado o novo chefe da arbitragem. ”O presidente da CBF não precisa de indicação. Marinho é um bom nome. Seneme (Wilson, atualmente na Conmebol) é outro. Sálvio (Spínola, comentarista de tv) é outro.”

Coronel Marcos Marinho assume hoje a presidência da arbiragem na CBF.

Coronel Marcos Marinho assume hoje a presidência da arbiragem na CBF.

Outro crítico da arbitragem da CBF é o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, que fez seguidas reclamações formais por erros contra o time. ”Espero que seja para melhor. Não conheço o novo titular, mas tive boas informações dele vindas dos presidentes dos clubes paulistas”, analisou. Ele não se mostrou preocupado com mais um paulista na comissão.”Se ele for bom mesmo, não vai se sujeitar a pressões de ninguém.”

Feldman afirmou que a arbitragem é sempre ”o elo frágil” pelas críticas dos clubes, e que a própria comissão reconhecia alguns dos erros cometidos. A CBF instalou um grupo independente para avaliar o trabalho da comissão de arbitragem a pedido dos clubes. Até agora, todos os relatórios dessa comissão foram de elogios às atuações de alguns trios por rodada, enquanto os clubes continuam a reclamar.

Uma das apostas da confederação é o árbitro de vídeo, que está em fase final de testes pela Fifa e pode entrar em vigor em 2017. O ex-presidente da comissão Sérgio Corrêa vai cuidar justamente desse projeto.

Fonte: Blog do Rodrigo Mattos

Coronel Marinho assume presidência Comissão de Arbitragem da CBF

28/09/2016 1 comentário

A CBF anunciou nesta terça-feira (27) mudanças na Comissão de Arbitragem. Sérgio Corrêa deixa o cargo de presidente e assumirá a coordenação do Projeto de Desenvolvimento e Implementação do Árbitro de Vídeo.

marinho

A Confederação Brasileira de Futebol anunciou nesta terça-feira a troca do comando da Comissão de Arbitragem. Sérgio Corrêa deixa o cargo de presidente, que passará a ser ocupado por Marcos Cabral Marinho de Moura, o Coronel Marinho. O vice-presidente será Alício Pena Júnior. Os ex-árbitros Cláudio Cerdeira e Ana Paula Oliveira também farão parte da Comissão.

Marinho foi presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Paulista entre 2005 e 2016 – deixou o cargo em janeiro deste ano, após um erro na escala que acarretou na escalação de Flávio Rodrigues Guerra para uma partida da Copa São Paulo de Juniores, sendo que o árbitro estava suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

Ao deixar o cargo, Sérgio Corrêa passa a chefiar o Projeto de Desenvolvimento e Implementação do Árbitro de Vídeo da CBF. Além disso, há mudanças também na Escola Nacional de Árbitros de Futebol (ENAF), que passará a ser dirigida por Manoel Serapião Filho.

cbf-arbitragem“Quero deixa bem claro que reconhecemos o trabalho que o Sérgio realizou. O que será feito agora será decidido e anunciado que Marcos Marinho fará amanhã às 15h (de Brasília) aqui na CBF”, explicou o secretário geral da entidade, Walter Feldman.

“Hoje temos uma comissão independente (para avaliar os erros do Brasileirão). Temos uma avaliação jogo por jogo. O sonho do Marco Polo é ter 40 árbitros preparados para que eles sejam o top de linha dos grandes jogos do nosso futebol. Ainda não é possível a profissionalização, é um custo alto que ainda não podemos arcar”.

O novo presidente da Comissão de Arbitragem será apresentado e concederá entrevista coletiva às 15h desta quarta-feira (28), no auditório da CBF.

 

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