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Mulheres na arbitragem no Mundial FIFA Sub-17 na Índia

Mulheres na arbitragem do Mundial FIFA Sub-17 na Índia.

Na foto: Claudia Umpierrez (URU), Carol Anne Chenard (CAN), Esther Staubli (SUI),  Anna-Marie Keighley (NZL), Gladys Lengwe (ZAM), Kateryna Monzul (UKR).

A árbitra suíça, Esther Staubli, em ação na partida entre Japão e Nova Caledônia no dia 14 de outubro. Ela foi a primeira mulher na história a apitar uma competição internacional masculina da FIFA.

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Árbitra suíça é a primeira mulher apitar competição masculina da FIFA

A FIFA recentemente tem trabalhado para dar mais visibilidade e importância às mulheres no futebol e em alinhamento com seu projeto de desenvolvimento do futebol feminino acabou de quebrar mais uma barreira no esporte. A árbitra suíça de 38 anos, Esther Staubli, será a primeira mulher na história a apitar uma competição internacional realizada pela entidade. Ela faz parte do quadro FIFA desde 2006.

No próximo sábado (14), Esther vai comandar a partida entre as seleções do Japão e da Nova Caledônia no Mundial Sub-17 da FIFA 2017, realizado na Índia. A partida ocorreará no estádio Vivekananda Yuba Bharati Krirangan, na cidade de Kolkata. Ela é uma das sete mulheres selecionadas pela comissão de arbitragem da FIFA para esta competição, junto com outro homens. Os trabalhos para o torneiro incluiram um seminário, sessões teóricas em sala de aula e práticas no campo de jogo.

É uma grande oportunidade de homens e mulheres, juntos, trocarem experiências e unirem forças em prol do desenvolvido da arbitragem, discutindo sobre a interpretação, posicionamento em campo e a tomada de decisão. Ambos tendem a ganhar. Com poucas competições femininas de alto nível pelo mundo, estas oportunidades são cruciais para preparar as árbitras para o Mundial Feminino de 2019. É um grande passo para elas alcaçarem o alto nível na arbitragem.

A escolha das árbitras para um torneio masculino é consequência de um programa educacional que o departamento de arbitragem da FIFA iniciou em 2016. Os resultados positivos observados nas sessões de preparação conjunta mostraram que a hora chegou para a elite feminina atuar em competições com seus colegas homens.

Três brasileiros estão entre os convocados para o torneio e são o provável trio que devem ir para a Copa do Mundo 2018 na Rússia, o mesmo da última Copa do Mundo: Sandro Meira Ricci, Emerson Carvalho (SP) e Marcelo Van Gasse (SP). No entanto, nenhuma mulher brasileira foi convocada. Entre as sulamericanas está a urugiaia Claudia Umpiérrez.

A relação dos árbitros e árbitras convidadas para participar do Mundial Sub-17 na Índia pode ser conferido no documento oficial da FIFA.

Fonte: FIFA

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Árbitros de elite são aprovados em testes físicos

Na manhã da última segunda-feira (04), 40 árbitros e árbitros-assistentes de elite, homens e mulheres, foram submetidos a série de testes físicos que os habilita a continuar atuando em partidas de competições internacionais e da CBF. A atividade foi realizada na cidade de Jundiaí e faz parte da programação do 14º Curso RAP-FIFA para Árbitros de Elite, evento organizado pela Escola Nacional de Arbitragem (ENAF) que acontece até o próximo dia 8 (sexta-feira), em Águas de Lindoia, no interior de São Paulo.

O RAP (Abreviação da expressão em inglês Referees Assistance Programme ou Programa de Assistência para Árbitros), reunirá todo o quadro de árbitros FIFA nacional. Nos testes da manhã de segunda-feira, apenas dois árbitros foram reprovados, 5% dos participantes. O grupo passou por atividades que avaliaram a velocidade e a resistência dos participantes, e dão um panorama do condicionamento físico atual dos donos do apito.

Pela parte da noite, já em Águas de Lindoia, os árbitros e árbitros assistentes deram início à programação do Curso RAP. Durante quatro dias, eles terão aulas práticas e teóricas com instrutores internacionais e nacionais, sob a supervisão de Jorge Larrionda, instrutor técnico da FIFA e membro da Comissão de Árbitros da Conmebol.

Confira abaixo a lista de participantes do 14º Curso RAP-FIFA

Anderson Daronco – RS
Alessandro Álvaro Rocha de Matos – BA
Dewson Fernando Freitas da Silva – PA
Bruno Boschilia – PR
Luiz Flávio de Oliveira – GO
Bruno Raphael Pires – GO
Raphael Claus – SP
Danilo Ricardo Simon Manis – SP
Ricardo Marques Ribeiro – SP
Fabricio Vilarinho da Silva – GO
Rodolpho Toski Marques – PR
Guilherme Dias Camilo – MG
Wagner Magalhães – RJ
Kleber Lúcio Gil – SC
Wilton Pereira Sampaio – MG
Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa – RJ

Cláudio Francisco Lima e Silva – SE
Clóvis Amaral da Silva – PE
Eduardo Tomaz de Aquino Valadão – PA
Elicarlos Franco de Oliveira – BA
Flavio Rodrigues de Souza – PR
Luiz Claudio Regazone – RJ
Rafael Traci – SP
Miguel Cataneo Ribeiro da Costa – SP
Rodrigo Batista Raposo – SP

Rafael da Silva Alves – RS
Vinicius Gonçalves Dias Araújo – SP
Rogerio Pablos Zanardo – SP
Victor Hugo Imazu dos Santos -PR

Deborah Cecília Cruz Correia -PR
Márcia Bezerra Lopes Caetano – RO
Edina Alves Batista -DF
Neuza Inês Back – SC
Regildenia de Holanda Moura – SP
Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo – SP
Rejane Caetano da Silva – GO
Katiuscia da Mota Lima – SP
Daiane Caroline Muniz do Santos – MS
Thayslane de Melo Costa – SE
Leila Naiara Moreira da Cruz – DF

Fonte: CBF

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Copa das Confederações começou com uso intenso do árbitro de vídeo

No último domingo, foram dois gols anulados e um confirmado graças ao uso da tecnologia de vídeo.

Já na primeira rodada da Copa das Confederações 2017 na Rússia a competição começou interessante por conta do intenso uso do árbitro de vídeo (AV) para confirmar ou corrigir 3 decisões cruciais em duas partidas.

O árbitro argentino Nestor Pitana foi o primeiro a receber a ajuda da tecnologia quando seu árbitro de vídeo dedurou uma irregularidade. O juíz portenho anulou o que seria o primeiro gol de Portugal contra o México, por conta de um impedimento que não foi bem observado na origem do gol.

Na outra partida entre Camarões e Chile, o atacante chileno Eduardo Vargas marcou um gol no fim do primeiro tempo e saiu em comemoração. Porém, o árbitro Damir Skomina, da Eslováquia, recebeu a informação de que Vargas estava impedido no momento do passe de Vidal. Apesar da reclamação dos sulamericanos, o gol foi corretamente anulado.

Ainda na mesma partida, Vargas marcou o segundo gol e, antes mesmo de comemorar, olhou para árbitro para confirmar o tento e saiu para extravazar sua alegria. Quando viu o assistente com a bandeira levantada Vargas quase surtou. Desta vez, no entanto, o gol foi corretamente validado com a ajuda do AV para a felicidade dos chilenso.

– O recurso é uma nova regra. Se funcionar para o bem do futebol, me parece algo bom. No começo, não entendi muito bem por que o gol tinha sido anulado. Depois me informei, mas havia muita confusão – disse o treinador português Fernando Santos.

Para Juan Pizzi, técnico do Chile, é preciso entender essa nova cultura no futebol.

– Em outra situação antes deste campeonato teria sido válido esse gol. Será necessário que passe algum tempo, que conheçamos essas novas sensações. No nosso caso, poderíamos ter ido ao vestiário ganhando por 1 a 0, mas entraram com um 0 a 0. Temos que dar uma certa margem para ver como se desenvolve isso tudo. A ajuda tecnológica e quantidade de gente que revisa as ações refletirão em maior justiça, ainda que a parte negativa será a parte emotiva para os jogadores – comentou o treinador.

Até o momento o saldo foi bem positivo para a nova tecnologia que acertou em 3 lances capitais nas partidas. Isso ajuda a minimizar as reclamações e dúvidas pós-jogo. Será o fim das discussões de futebol ou uma nova era que ainda não conhecemos?

IFAB inicia hoje o quarto workshop sobre árbitro de vídeo na FIFA

O 4º workshop do IFAB sobre os experimentos do árbitro de vídeo (AV) no futebol acontecerá na sede da FIFA em Zurique, na Suíça, entre 30 de maio e 1 de Junho de 2017. Será o último workshop antes dos testes ao vivo dos participantes deste programa, já em seu segundo ano de testes.

A entidade convidou todas as associações e ligas participantes dos experimentos, bem como outros interessados, para participar do evento.

O primeiro dia será dedicado às associações e ligas que estão no estágio inicial do uso do AV. As sessões vão destacar os aspectos fundamentais relacionados ao protocolo de uso do AV, treinamento dos árbitros e árbitros de vídeo, uso da tecnologia e os requisitos para os testes em competições.

Já no segundo e terceiro dias o foco será dados na experiência adquirida nos últimos 10 meses, adquirido em uma dúzia de jogos disputados em diferentes partes do mundo, que foram significantes para aprimorar o protocolo e sua aplicação prática no campo de jogo.

– Este workshop é muito importante para os testes e o sucesso do árbitro de vídeo, pois os organizadores vão nos dar informações importantes sobre o uso do VAR até o momento and vão ajudar a moldar o protocolo final, bem como os procedimentos de implementação do futuro conceito do AV – disse Lukas Brud, secretário do IFAB.

Serão apresentadas análises de situações envolvendo o AV que ocorreram na primeira fase dos testes, com foco especial na comunicação entre o árbitro e o AV e a aplicação do protocolo. O diretor técnico do IFAB, David Elleray, vai explicar os aspectos mais importantes da preparação dos árbitros e demonstrar como o treinamento da arbitragem deve ocorrer para o sucesso do experimento.

Além disso, o departamento de Inovação Tecnológica da FIFA, chefiada por Johannes Holzmüller, vai compartilhar a experiência com o uso da tecnologia e sobre os procedimentos de implementação e configuração dela, bem como a padronização do equipamento, que será um elemento importante na decisão final sobre o uso do AV, que ocorrerá no Assembleia Geral Anual do IFAB em março de 2018.

Durante o evento também será apresentado o relatório sobre um estudo do experimento do AV, conduzido pela universidade KU Leuven (Bélgica) de maneira independente, que tem o foco nas decisões da arbitragem e os impactos nas partidas, além do ponto de vista de diferentes partes interessadas na tecnologia.

O IFAB, em conjunto com a FIFA, supervisionam todos os experimentos ao redor do mundo para garantir sua eficácia. A decisão final deve ser tomada até 2018 ou, no máximo, em 2019.

Os detalhes do workshop podem ser vistos neste link (em inglês).

Alterações das Regras de Futebol 2017/18

Ofício nº 19/CA-CBF/17

Rio de Janeiro, 9 de maio de 2017

Da CA-CBF

Aos Árbitros, Assistentes, Inspetores e Analistas (campo e vídeo) da SENAF 2017.

Assunto: Alteração das Regras de Futebol 2017/18

Prezados Senhores,

A CBF, por meio de sua Comissão de Arbitragem e Diretoria de Competições, comunica a todas as federações, clubes, imprensa, público em geral e aos senhores árbitros, árbitros assistentes, analistas de desempenho de vídeo (ADV) e analistas de desempenho de campo (ADC) que, em todas as competições que coordena e que serão iniciadas a partir de 12/05/2017, já serão aplicadas as alterações introduzidas nas regras de futebol pela International Football Association Board – IFAB, em março de 2017. 

COPA DO BRASIL: A PARTIR DA SEXTA FASE

Não obstante, a CBF esclarece que esta circular conterá apenas as alterações que podem causar impacto imediato no desenvolvimento dos jogos das competições, a saber:

REGRA 3 – OS JOGADORES

As Associações Nacionais podem permitir um máximo de cinco substituições (exceto no nível superior, entende-se profissionais).

  • Redação mais clara para o procedimento de substituição;
  • Uma substituição feita no primeiro (intervalo) tempo sem informar ao árbitro não é uma infração para advertência com cartão amarelo (CA);
  • A substituição de um goleiro no primeiro tempo (intervalo) sem ser informado ao árbitro não é infração para advertência com cartão amarelo (CA);
  • O jogador que entrar no terreno de jogo sem a permissão do árbitro e interferir no jogo deve ser punido com um tiro livre direto (TLD). Se não interferir no jogo dever ser punido com um tiro livre indireto (TLI). Em ambos os casos o jogador dever ser punido com cartão amarelo (CA) – (exceto se impedir uma clara oportunidade de gol ou cometer uma falta de jogo brusco grave, casos em que a punição deve ser cartão vermelho direto (CVD). Não é necessário solicitar ao jogador que saia do campo após ser advertido com cartão amarelo (salvo em caso de sangramento ou irregularidade no equipamento);
  • A equipe que tiver marcado um gol com uma pessoa extra (jogador, jogador substituto, jogador expulso ou um oficial da equipe) no campo, este gol deverá ser anulado e a equipe será punida com um tiro livre direto (TLD), no local em que se encontrava a pessoa extra.

REGRA 4 – O EQUIPAMENTO DOS JOGADORES

  • Não é permitido aos jogadores (incluindo os substitutos, jogadores substituídos e expulsos) usar qualquer forma de equipamento eletrônico ou de comunicação (exceto onde EPTS for permitido). O uso de qualquer forma de comunicação eletrônica por oficiais de equipes não é permitido, exceto quando se relacionar diretamente com o bem-estar ou segurança do jogador;
  • Todo equipamento deve ser de marca que garante um padrão mínimo de segurança.

REGRA 5 – O ÁRBITRO

  • Um médico relacionado por uma equipe e que deve ser punido com expulsão pode permanecer para realizar tratamento em jogadores se não houver outro médico para realizar as funções.

REGRA 7 – A DURAÇÃO DA PARTIDA

  • Será permitida uma interrupção curta para bebidas ao término do primeiro tempo da prorrogação.

REGRA 8 – O INÍCIO E O REINÍCIO DO JOGO

  • Somente o jogador que efetuará o tiro de saída poderá estar na metade do campo adversário.

REGRA 10 – DETERMINAÇÃO DO RESULTADO DE UMA PARTIDA

  • As prorrogações devem ser de dois períodos iguais, no máximo de 15 minutos cada.

   10.1 – TIROS LIVRES DO PONTO PENAL

  • Correção da situação de um goleiro que não pode continuar jogando;
  • Jogador excluído das cobranças para igualar o número de jogadores das duas equipes pode substituir um goleiro que não possa continuar, ainda que sua equipe já tenha realizado todas as substituições permitidas;
  • O executor do tiro penal não pode tocar na bola pela segunda vez;
  • Se um goleiro cometer infração e o tiro penal tiver que ser repetido (não gol), esse goleiro deve ser advertido com cartão amarelo (CA);
  • Se o executor do tiro penal cometer infração, o tiro será considerado perdido;
  • Se o goleiro e o cobrador cometerem infração ao mesmo tempo:

– Se não for marcado gol, a cobrança será repetida e os dois devem ser punidos com cartão amarelos (CA);

– Se for marcado o gol, o jogador cobrador será advertido com cartão amarelo (CA) e tiro penal será considerado como “perdido”.

REGRA 11 – IMPEDIMENTO

  • O Jogador em posição de impedimento deverá ser punido se a bola rebotar ou desviar em um oficial da arbitragem;
  • Definição de defesa deliberada:

– A defesa deliberada ocorre quando um jogador joga a bola que vai em direção de sua meta ou está muito próxima dela, com qualquer parte do corpo, salvo com as mãos, a menos que seja o goleiro em sua própria área penal.

Orientação de impedimento:

  • Jogador em posição de impedimento, que impede um adversário de jogar ou tentar jogar a bola deve ser punido;
  • Se um jogador em posição de impedimento sofrer uma falta ante de cometer uma infração de impedimento (jogo ativo), a falta deverá ser marcada;
  • Um jogador que estiver em posição de impedimento, se movimentar em direção à bola com a intenção de joga-la e sofrer uma falta, antes de jogar ou tentar jogar a bola ou de disputar a bola com um adversário, a falta deve ser marcada, pois ocorreu antes da infração de impedimento (antes do envolvimento em jogo ativo);
  • Um jogador em posição de impedimento que jogar, tentar jogar ou disputar a bola com seu adversário, a infração de impedimento será marcada, pois ocorreu antes da falta (depois do envolvimento em jogo ativo).

REGRA 12 – FALTAS E INCORREÇÕES

  • As infrações verbais (gestuais) são punidas com tiro livre indireto (TLI);
  • Se uma vantagem for concedida depois de uma infração punível com CV ou segundo CA e esse jogador, em seguida cometer outra falta, deve ser reiniciado de acordo com essa nova falta;
  • Um jogador que impede um ataque promissor em sua própria área penal não deve ser punido com CA, se a falta for cometida tentar jogar a bola (disputa);
  • Ademais, se a falta cometida na própria área penal ao impedir uma clara oportunidade de gol, deve ser aplicado um CA, se falta for cometida tentando jogar a bola (disputa);
  • As celebrações de gol que causem problema de segurança devem ser punidas com CA;
  • O fato de um jogador se mover em sentido diagonal para passar pelo último defensor ou pelo goleiro não descaracteriza, somente por isso, uma clara oportunidade de gol;
  • O integrante da equipe que entrar no campo de jogo sem autorização do árbitro e impedir uma clara oportunidade de gol deve ser expulso;
  • Infração fora do campo a favor/contra um jogador substituto ou contra um oficial da equipe será punida com tiro livre indireto (TLI) sobre a linha limite se a bola estiver em jogo;
  • Tiro livre direto por jogar ou chutar a bola/objeto no campo de jogo que interfira em alguém;
  • tiro livre direto na linha limite por jogar ou chutar a bola/objeto a uma pessoa fora de campo.

REGRA 13 – TIROS LIVRES

  • Se um atacante entrar (ou estiver) na área penal, antes da cobrança de um tiro livre da área penal a favor da defesa, não poderá jogar ou disputar a bola, ainda que saia da área, antes que bola seja tocada por outro jogador.

REGRA 14 – TIRO PENAL (PÊNALTI)

  • O executor do tiro penal deve ser claramente identificado;
  • Se o goleiro e o jogador cometem a infração ao mesmo tempo:

– Se não for marcado gol, o tiro deve ser repetido e ambos os jogadores devem ser advertidos com cartão amarelo (CA).

– Se for marcado o gol, o tiro será considerado como perdido e o jogador executor deverá ser advertido com cartão (CA).

REGRA 16 – O TIRO DE META

  •  Se antes da cobrança de um tiro de meta um atacante entrar (ou estiver) na área penal adversária, esse atacante não poderá jogar ou disputar a bola até que a bola seja tocada por outro jogador.

Fonte: CBF

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Árbitro FIFA de Gana é banido do futebol por corrupção

Árbitro apitou partida pelas qualificatórias para a Copa da Rússia 2018 e marcou um pênalti inexistente.

O árbitro de Gana, Joseph Odartey Lamptey, foi banido do futebol pela FIFA após ser condenado culpado por influenciar no resultado da partida entre África do Sul e Senegal, jogo qualificatório válido para a Copa do Mundo 2018 na Rússia, realizado em Novembro de 2016.

Lamptey marcou um pênalti incorretamente de um lance de mão que nunca existiu. Com o gol marcado a África do Sul venceu a partida pelo placar de 2 a 1. No lance, a bola toca a perna do defensor de Senegal, Kalidou Koulibaly, mas o árbitrou marcou pênalti, mesmo após muita reclamação do time senegalês.

– “O Comitê Disciplinar da FIFA decidiu banir o árbitro ganês Joseph Odartei Lamptey de qualquer atividade ligada ao futebol (administrativa, esportiva ou outra) em nível nacional e internacional pelo resto de sua vida. O árbitro foi culpado de infringir o artigo 69 parágrafo 1 (influenciar no resultado da partida de forma ilegal) do código disciplinar da FIFA no dia 12 de Novembro de 2016 na partida entre África do Sul e Senagal, qualificatória para a Copa do Mundo da Rússia” – declarou oficialmente a FIFA.

A entidade ainda prometeu dar maiores informações sobre a partida em questão assim que uma decisão final for tomada a respeito do seu resultado.

– “A FIFA tem uma política de tolerância zero contra a manipulação de resultados e está comprometida a proteger a integridade do futebol. A FIFA continuará seus esforços contínuos para combater a manipulação de jogos por meio de inúmeras iniciativas, que incluem a monitoração de apostas em nível internacional e um sistema de denúncia confidencial com uma linha direta e endereço de e-mail dedicados a este fim.”

 

Três ex-árbitro da Associação da África do Sul (SAFA) foram banidos do esporte em 2016 por conta de jogos amistosos internacionais disputados em 2010. Leslie Sedibe, ex-chefe executivo da SAFA, foi banido por 5 anos e multado em 14 mil libras (cerca de 54 mil Reais) pelo Comitê de Ética da FIFA. Steve Goddard e Adeel Carelse, antigos chefes do departamento de árbitros da SAFA, foram banidos por 2 anos.

Os casos dos sul africanos estavam ligados ao caso de Lindile Kika, antigo membro executivo da SAFA e chefe da arbitragem, que foi banido por 6 anos pela FIFA em Outubro de 2015. A FIFA disse que Sedibe, Goddard e Carelse infringiram a ética e as regras de conduta, lealdade e confidencialidade, cooperação e discrição.

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