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Posts Tagged ‘pênalti’

Jogador bate pênalti de calcanhar

17/07/2011 3 comentários

Um atleta dos Emirados Árabes, Awana Diab, chutou de calcanhar a cobrança de pênalti e fechou a goleada de 6 a 2 sobre o Líbano no amistoso disputado neste domingo (17).

Pergunta aos árbitros. O lance é válido?

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Jogador inova e cria pênalti com salto mortal

Se as paradinhas foram proibidas pela FIFA nas cobranças de pênalti, agora um jogador finlandês inovou com um salto mortal.

Segundo as regras do jogo, é permitido fazer qualquer parada ou finta no momento em que o atleta se dirige à bola, porém está proibido de fazê-lo no momento em que terminou o seu percurso e se prepara para chutar a bola. Neste caso, o jogador Joonas Jokinen parece não infringir as regras, pois realiza seu salto mortal após ter chutado a bola, o que a regra não prevê. Logo, o gol é válido. E bonito!

Veja o video aqui.


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Árbitro não vê pênalti escandaloso na Inglaterra

No jogo entre Boston  United e Gloucester City, válido pela sexta divisão inglesa, o zagueiro Rory Coleman, do Boston, evitou um gol com um toque de mão intencional e claro, sem e menor cerimônia. O árbitro, no entanto, não viu a pataquada e deixou o jogo seguir. Felizmente, o Gloucester venceu a partida pelo placar de 1 a zero.

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Video: Tire as dúvidas sobre a paradinha no pênalti

Um video da FIFA tira as dúvidas quanto à paradinha nas cobranças do tiro penal. Curiosamente, todos os lances exibidos são do Brasil. Veja o video:

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Novo truque de Neymar em pênalti gera cartão amarelo

22/11/2010 1 comentário

Sem paradinha, Neymar tenta novo “truque” em pênalti e leva amarelo

Neymar aplica novo truque na cobrança de pênalti

Neymar foi o destaque da goleada por 4 a 1 do Santos sobre o Goiás neste domingo, no Serra Dourada. O atacante marcou três gols, mas também chamou a atenção por outro lance. Ele tentou uma “inovação” ao cobrar um pênalti: Neymar finge que vai ajeitar a bola, mas na verdade chuta e marca.

A nova “artimanha”, porém, não deu certo. O árbitro Marcelo de Lima Henrique não só mandou repetir a cobrança como deu cartão amarelo ao atacante. Na sequência, Neymar, desta vez sem “truques”, bateu e marcou.

Adepto da paradinha, Neymar se viu forçado a abandonar o recurso após a proibição da Fifa. O atacante, então, errou algumas cobranças.

Veja o video: http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/videos/sem-paradinha-neymar-tenta-novo-truque-em-penalti-e-leva-amarelo/

E você, acha que o árbitro acertou na aplicação da sanção disciplinar e na decisão técnica no lance?

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Brasil é rei de pênaltis

Brasil é rei de pênaltis: bate Espanha, Itália, Inglaterra, Alemanha, Argentina

Brasileirão lidera também média por jogo de faltas cometidas. Espanhol lidera nos cartões amarelos, e o Apertura, dos hermanos, nos vermelhos.

Espanha lidera cartões amarelos, e Argentina, os vermelhos (Foto: Arte Esporte / Cláudio Roberto)

Atacante que disputa o Brasileirão 2010 e tem pé atrás com arbitragem reclama de barriga cheia. No futebol nacional, caiu na área é pênalti. Em comparação com os principais campeonatos do mundo – Alemão, Argentino, Espanhol, Inglês e Italiano -, os juízes daqui são os que mais apitam apontando logo para a marquinha redonda do tiro livre mais temido pelos goleiros. Os números mostram 120 penalidades máximas marcadas nas 35 rodadas, o que dá média de 0,34 por jogo.

Além da liderança nos pênaltis, o Brasileirão tem também a maior média de faltas cometidas por partida: são 35,6, contra 29,7 da Espanha. É bom lembrar que a competição nacional está na reta de chegada, ao contrário dos demais países pesquisados. Mais tensão nos gramados na corrida pelo título e na luta contra o rebaixamento poderia justificar tais números.

Por outro lado, se no Brasil os atletas cometem mais pênaltis e faltas, a Espanha, detentora do título mundial na África do Sul e que acolhe Messi e os mais galácticos do planeta, apesar de ter apenas 110 jogos nas 11 rodadas de seu campeonato, é a campeã de cartões amarelos: são 646, o que dá média de 5,87, contra 5,32 do vice, o Brasil. O “título” das “tarjetas” vermelhas é da Argentina: por 57 vezes nas 140 partidas em 14 rodadas do Apertura, alguém foi mais cedo para o chuveiro. Média de 0,40. Em segundo lugar, ali, no fotochart, aparece a Espanha, com 0,39.

Curioso é que países com futebol considerado mais pragmático, com ênfase na marcação e postura tática, como Alemanha, Inglaterra e Itália, aparecem mais abaixo na lista em todos os quesitos disciplinares. Para Zico, ídolo maior do Flamengo, que nos anos 80 atuou no Udinese, da Itália, e nas últimas temporadas treinou equipes – como o Fenerbahçe, da Turquia, e o Olimpiakos, da Grécia – que jogaram a Liga dos Campeões, enfrentando as principais forças e lidando com várias escolas de arbitragem, os números têm motivos técnicos e históricos.

– Nesses países o juiz deixa o jogo correr mais, não se marca falta toda hora. É uma questão cultural. O número alto de cartões amarelos na Espanha ocorre, acredito, mais por excesso de reclamação. Os vermelhos na Argentina são por violência mesmo. E os pênaltis no Brasil se devem mais à habilidade do jogador brasileiro dentro da área. Muitas vezes, o atacante faz a jogada nem com o objetivo do gol, mas de sofrer o pênalti. E acaba sofrendo.

Zico cita como exemplo um dos lances polêmicos de Corinthians 1 x 0 Cruzeiro, em que o atacante Thiago Ribeiro arrancou na área, tentou passar por Julio Cesar mas se chocou com o goleiro – o árbitro Sandro Meira Ricci não considerou pênalti.

– Para mim, o Julio Cesar derrubou o Thiago, com o ombro. E o pênalti do Gil no Ronaldo para mim não existiu. Ele não teve a intenção de derrubá-lo – afirmou, colocando mais lenha na fogueira, mas reconhecendo dificuldade na marcação dos lances.

Desde 2006 no Arsenal, na Inglaterra, o volante Denilson, cria das divisões de base do São Paulo, faz coro com o Galinho com relação ao futebol inglês.

– A diferença é cultural. Na Inglaterra, o jogo é mais pegado, sempre foi assim. É claro que existem algumas faltas mais duras, violentas. Mas são sempre punidas quando acontece algum tipo de exagero. O jogo fica mais corrido, os árbitros não marcam qualquer coisa. Não é qualquer empurrão ou choque que o juiz apita.

O volante afirma ter se adaptado bem ao estilo inventores do futebol e se diz satisfeito com a arbitragem.

– Não tenho nenhuma reclamação. Aqui existe um critério de faltas, e todo jogador que atua na Premier League sabe como funciona. O quadro de arbitragem não deixa a desejar.

Zico credita média alta de pênaltis marcados no Brasileirão à habilidade do jogador brasileiro. Denilson e Ewerthon veem arbitragens inglesa e alemã mais rigorosas para marcar uma falta; e Montillo acha que idioma é o seu maior problema com os juízes daqui (Foto: Globoesporte.com / Reuters / AE / AE)

Com duas passagens pelo futebol alemão – Borussia Dortmund e VfB Sttutgart – e uma pelo espanhol – Real Zaragoza -, o atacante Ewerthon, de volta ao Brasil, agora no Palmeiras, aponta as diferenças de critérios. E daí pode vir a explicação dos altos números da Espanha, ao contrário dos outros países europeus.

– Na Alemanha, o estilo de arbitragem é totalmente diferente do brasileiro. Lá o futebol é mais força, os árbitros já estão acostumados com encontrões e entradas mais duras, por isso não marcam qualquer falta. Eles só são rigorosos realmente quando há deslealdade. Já na Espanha é mais parecido. O futebol lá é um dos mais técnicos da Europa. Mesmo assim, não são marcadas tantas faltas quanto no Brasil, deixam o jogo rolar mais.

Um dos destaques do Campeonato Brasileiro, o argentino Montillo, camisa 10 do Cruzeiro e candidato ao título, chegou ao Brasil no segundo semestre. Diplomático, jura que viu pouca diferença nos estilos. O maior problema, segundo o meio-campo celeste, é na comunicação com o trio de arbitragem, na diferença do idioma.

– Em todo lugar o critério é parecido, muda pouco. Quando comecei a jogar aqui, vi que na Argentina os árbitros tinham muito boa visão de jogo. Aqui também, mas é mais difícil conversar com eles, reclamar de alguma falta ou algo que fizeram, não me compreendem. Há profissionais bons por todos os lados. Eles têm de ter vocação, como nós, jogadores de futebol – afirmou, absolvendo, por ora, os homens de preto (ou amarelo, basicamente) tantas vezes criticados.

* Colaborou Thiago Dias

Fonte: Globo.com
http://globoesporte.globo.com/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/2010/11/brasil-e-rei-de-penaltis-bate-espanha-italia-inglaterra-alemanha-argentina.html

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