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Wilson Seneme é o novo membro do Comitê de Arbitragem da FIFA

Ex-árbitro brasileiro de 46 anos foi anunciado nesta sexta como um dos dez membros do novo Comitê de Arbitragem da Fifa. Perluigi Colina passa a ser o presidente.

Ex-árbitro brasileiro e presidente do Comitê de Arbitragem da Conmebol, Wilson Luiz Seneme foi anunciado hoje como um dos dez membros do novo Comitê de Arbitragem da FIFA. O Comitê foi totalmente renovado em nomes e na concepção, já que a entidade adotou o critério de nomear apenas ex-árbitros para a função. Aos 46 anos, Seneme recebeu o convite em carta assinada pela secretária-geral da FIFA, Fatma Samoura.

O presidente do Comitê passa a ser o italiano Pierluigi Collina, de 56 anos, que apitou a final da Copa do Mundo de 2002 quando o Brasil venceu a Alemanha por 2 a 0, em Yokohama, no Japão. O Comitê de Arbitragem da FIFA é o responsável por receber e validar anualmente as listas de árbitros internacionais da entidade, promover treinamentos, implementar e interpretar as regras do jogo, além de propor mudanças nessas mesmas regras ao Conselho do órgão, que as levará ao IFAB e de apontar os árbitros para as competições da FIFA.

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Seneme entrou no quadro de árbitros da FIFA em 2006. Havia sido pré-selecionado para apitar na Copa de 2014, no Brasil, mas acabou ficando fora da disputa por problemas físicos diagnosticados pela entidade durante os testes de seleção. Ele também apitou a final da Copa Sul-Americana de 2011. Havia se aposentado em fevereiro de 2015, após ter dirigido a final do primeiro turno do Campeonato Paraense entre Remo e Paysandu.

Os outros membros escolhidos são Amelio Andino, do Paraguai, Dagmar Damkova, da República Tcheca, Brian Hall, dos Estados Unidos, Shamsul Maidin, da Singapura, Eddy Maillet, das Ilhas Seicheles, Neil Poloso, das Ilhas Salomão, Kevin Stoltenkamp, da Nova Zelândia, e Hani Taleb Balan, do Cátar. Outros membros poderão ser apontados no futuro.

Fonte: SporTV

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Final da Libertadores 2016 teve apito paraguaio e árbitros adicionais

Enrique Caceres

Enrique Caceres

A primeira partida da final da Copa Libertadores da América 2016, realizada na última quarta-feira (20/07) em Quito, foi disputada entre as equipes Independiente Del Valle (Equador) e Atlético Nacional (Colômbia) e, pela primeira vez na história, teve a participação de árbitros assistentes adicionais (AAA), posicionados no lado esquerdo das metas. As equipes empataram em 1 a 1 e o título será definido na próxima partida em Medelin.

Os 6 árbitros que participaram da partida são paraguaios e foram definidos pela Comissão de Arbitragem da Conmebol, comandada pelo ex-árbitro Wilson Seneme. O assessor dos árbitros foi o brasileiro Ednilson Corona, que atualmente é presidente da Comissão de Árbitros da Federação Paulista de Futebol.

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Árbitro: Enrique Caceres
Assistente 1: Eduardo Cardozo
Assistente 2: Milciades Saldivar
Adicional 1: Ulises Mereles
Adicional 2: Jose Mendez
Quarto árbitro: Roberto Cañete

Ulises Mereles

Ulises Mereles

Seneme se aposenta, aceita cargo na Conmebol e abre briga por escudo FIFA

Wilson Seneme

Wilson Seneme

Depois de atuar na final do primeiro turno do Paraense, entre Remo e Paysandu, o árbitro paulista Wilson Luiz Seneme resolveu se aposentar da arbitragem. Aos 44 anos, ele deixa a função dentro dos gramados para ser o representante brasileiro na Comissão de Arbitragem da Conmebol, após indicação do presidente da CBF, José Maria Marin.

O agora ex-árbitro enviou uma carta confirmando a decisão à CBF e Federação Paulista. Com a retirada de Seneme, que era do quadro da Fifa, abre-se uma corrida pelo escudo da entidade. A CBF vai definir o novo ocupante da vaga, que pertence a árbitros filiados à Federação Paulista. Dois aspirantes são cotados para a vaga: Luiz Flávio de Oliveira e Guilherme Ceretta.

O efeito cascata, então, deve abrir outra vaga de aspirante no quadro da CBF para outro árbitro paulistas. O substituto está sendo analisado pelo presidente da comissão local, Marcos Marinho.

Novo aposentado, Wilson Seneme já vinha atuando como instrutor de árbitros da CBF. Ele, inclusive, estará no curso que começa a ser ministrado pela entidade nesta terça. Na Conmebol, Seneme ocupará a vaga deixada por Salvio Spínola.

Semene já vinha sofrendo com problemas físicos, como o que o tirou do caminho para a Copa-2014. Com uma lesão no joelho, ele não conseguiu ser aprovado nos exames da FIFA e deu espaço, ocupado por Sandro Meira Ricci.

Fonte: Lancenet

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Seneme apitou a final da Copa Kaiser 2013 em São Paulo; Ceretta fez a final da série B

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Quando você ouvia seu avô falando que “na várzea que era bom”, a imagem que se formava era um verdadeiro clichê. Bolas surradas, campos cheios de buracos, zagueiros de fazenda e pernas de pau correndo atrás da bola. Na tarde de domingo, o principal torneio amador do país mostrou a um árbitro Fifa que está bem longe dessa realidade.

A final da Copa Kaiser não teve as mais de 20 mil pessoas do ano passado, é verdade, mas ainda assim foi um evento digno do país do futebol. O público superou as dez mil pessoas no estádio do Nacional, na Barra Funda. Foi maior, por exemplo, do que o público de cinco dos dez jogos do último fim de semana no Campeonato Brasileiro da Série A.

A presença do público impressionou o escolhido em dirigir a partida. “É uma final, um grande jogo. É uma satisfação muito grande. A regra não tem diferença entre profissional e amador. O respeito é o mesmo. Futebol no Brasil é coisa séria”, disse Wilson Seneme, do quadro da Fifa.

“A diferença é o glamour”, analisou. E ele teve uma dose das características incomuns que você só encontra na várzea. O maior exemplo ficou por conta dos uniformes. Vencedor da partida e campeão pela primeira vez da Copa Kaiser, o Leões da Geolândia manteve, para a decisão, sua numeração bizarra.

Desde o início do ano, para comemorar os 13 anos da equipe justamente em 2013, o time da Vila Medeiros, na Zona Norte, usou o 13 nas costas. Isso criou uma numeração única, com o goleiro reserva usando o 1313, o volante de 3113 e o atacante e destaque do campeonato, com a 135. Um pesadelo para o juiz quando era hora de anotar um cartão.

Do outro lado, do Família 100 Valor, Seneme ganhou uma ajuda. As camisetas do time do jardim Panamericano chamaram atenção desde o início do ano com seu design inusitado. Um grande ccifrão e as cores verde e branco (em referência ao dólar norte-americano), transformavam a identificação dos números um pesadelo. Mas o uniforme feito especialmente para a final era um pouco mais discreto, predominantemente preto e com o número em branco, muito mais visível.

Em campo, os amadores não eram tão amadores assim. Pelo lado do 100 Valor, a maioria dos atletas passaram por categorias de base de times profissionais e alguns contam com passagens pelo futebol internacional. Um deles, o lateral Róbson, chegou a jogar no Anchi, da Rússia (onde sofreu com o preconceito de companheiros de time). Pelo Leões, o lateral Caio Vilela jogou, até o ano passado, no interior de São Paulo. Ele disputou o Paulista, por exemplo, pelo Sertãozinho.

“O futebol profissional tem mais técnica. Aqui tem mais espaço, mas é a condição ideial para a prática do futebol. Um ambiente muito bom, uma torcida maravilhosa, tem coisas aqui você não encontra lá. Mas a rigidez é a mesma. O status Fifa não garante nada, você precisa impor respeito em campo”, explicou.

Para os jogadores, a presença de Seneme, no início, intimidou. A maior prova foi que o jogo começou muito disputado no meio-campo, mas sem faltas. Quando um gol do Leões foi anulado, no fim do primeiro tempo, a reclamação foi mínima. Na segunda etapa, quando o Leões abriu 1 a 0, com gol do veloz atacante baiano Capetinha, as entradas ficaram mais duras. Mas bastou ao juizão mostrar dois amarelos para as coisas se acalmarem. A única discussão mais ríspida foi com o volante do 100 Valor Baiano, por reclamação. Mas o volante logo desistiu.

Até mesmo a final da Série B da Copa Kaiser teve um árbitro famoso. Guilherme Ceretta de Lima não é Fifa, mas apitou a final do Campeonato Paulista desse ano. Ele foi o responsável por controlar os ânimos do empate entre Classe A, da Barra Funda, e Santa Cruz do Jardim Sinhá – que venceu nos pênaltis. Sem nenhuma ocorrência.

Fonte: UOL

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Seneme estuda virar comentarista e instrutor para novatos

O jogo entre Corinthians x Santos, domingo, pela primeira partida da final do Paulista, pode ser a despedida do árbitro Wilson Luiz Seneme, 42.

Reprovado em teste físicos da Fifa e da CBF, ele atualmente só pode apitar partidas de campeonatos estaduais por ter sido aprovado no último teste feito pela Federação Paulista de Futebol, em dezembro de 2012. Um problema no joelho esquerdo dificulta a realização da prova física.

Em entrevista à Folha, ele falou sobre a possibilidade de parar, do que pensa para o futuro, se teme críticas caso erre na decisão, estando reprovado pela Fifa, e também da perda da vaga como árbitro brasileiro na Copa do Mundo de 2014.

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Folha: Teme que, caso falhe na decisão de domingo, seja lembrado que foi reprovado em testes da Fifa e da CBF?

Seneme: Tenho 15 anos de arbitragem, 43 anos [completa em agosto], já reprovei em pelo menos dez testes e já fiz inúmeros clássicos pelo Brasil e pela América do Sul. Já passei por situações de erros e de acertos. Tudo que ocorrer, independentemente do lado bom ou ruim, não vai ser novidade. Estou preparado, tranquilo, o erro faz parte, a minha intenção é ir para o jogo para fazer o melhor.

Você ter ficado fora da Copa do Mundo pesou nessa possibilidade de parar de apitar antes de completar 45 anos?

Na verdade, desde que fui indicado já tinha o problema físico. Com essa realidade física, das dificuldades que teria, já foi um mérito muito grande ser indicado, ter sido o primeiro árbitro indicado. Demonstrou que fui pela qualidade técnica e fico muito feliz por isso. As provas para a Copa do Mundo são ainda mais difíceis. De maneira nenhuma me sinto frustrado, só eu sei a longo de 15 anos tudo que superei e ter sido indicado, depois de ter passado por três cirurgias, me deixou muito envaidecido. Muitos médicos, quando operei, recomendaram que eu não iria mais fazer atividade física.

Já parou para pensar friamente que pode ser o seu último jogo na carreira?

Na verdade, nas últimas rodadas do Campeonato Paulista sempre penso que aquele pode ser o meu último porque as escalas são feitas por sorteio e posso não ser sorteado. A cada sorteio para mim é uma felicidade, podendo trabalhar com esse pensamento (de parar). E agora tive essa sorte de ser sorteado justo para a decisão.

O que mais dificulta para continuar?

Em 2000 tive a lesão (no menisco), fiz três cirurgias para corrigir esse problema, mas realmente não ficou 100%. Então, nesses 13 anos, trabalhando, eu faço fortalecimento, mas a cada ano que passa as dificuldades vão aumentando. A grande dificuldade é passar pelo teste físico, o trabalho em campo não me atrapalha. A prova física é mais exigente do que o jogo, tenho essa dificuldade. Tenho feito fisioterapia, com orientação de preparador, mas é difícil. De coração, minha vontade é continuar, vou tentar, se for possível, mais algumas vezes fazer os testes. Mas se realmente perceber que não tem como conseguir, vou ter que buscar outras coisas, até dentro da arbitragem, que é meu desejo.

Você é formado em educação física, não pretende seguir nessa carreira?

A arbitragem também não te permite desenvolver outra carreira. Nesses 15 anos de arbitragem perdi semanas viajando, impossível ter uma carreira sólida paralela à arbitragem. E um professor de educação física também não tem um padrão de vida que o trabalho como árbitro de futebol te proporciona. Teria que buscar alternativa financeira. Também tem que a realidade do árbitro não é a mesma realidade de jogador, técnico, que fazem um contrato de 5 anos e se garantem para o resto da vida.

O que pretende fazer ligado à arbitragem?

Preciso ver os contatos que eu tenho. Pode ser algo como comentarista, ou dentro da arbitragem na Federação (Paulista de Futebol), instruções para árbitros, sou qualificado para fazer isso. Mas é preciso haver interesse de outros também.

Quando você define se para ou continua?

Na verdade, se não puder apitar o Brasileiro (depende de fazer novo exame físico na CBF), meu último jogo provavelmente será a final do Paulista. Não vou esperar mais um ano, não tem lógica.

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Fonte: Folha de SP

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Seneme apita primeiro jogo da final entre Corinthians e Santos

Federação Paulista divulga responsáveis pelo apito na decisão do estadual e também na final do interior, que terá duelo entre Penapolense e Ponte.

seneme-fpf-2013A final do Campeonato Paulista já tem arbitragem definida. Corinthians e Santos se enfrentarão neste domingo, às 16h (horário de Brasília), no estádio do Pacaembu, com Wilson Luiz Seneme no comando do apito. Árbitro da Fifa, ele está entre os melhores brasileiros no ranking da entidade. O jogo de volta está marcado para o dia 19, na Vila Belmiro.

É a segunda vez consecutiva que Seneme apita a decisão do Paulistão. No ano passado, ele foi escolhido para comandar o duelo entre Guarani e Santos, também jogo de ida, no estádio do Morumbi.

Já a final do interior, entre Penapolense e Ponte Preta, no estádio Tenente Carriço, terá o veterano Paulo César de Oliveira como juiz.

Os árbitros foram definidos na tarde desta quarta-feira, em sorteio realizado na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF). Além da dupla escolhida, também participaram da seleção Raphael Claus, Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, Luiz Flávio de Oliveira, Rodrigo Braghetto e Guilherme Ceretta de Lima.

Fonte: Globo Esporte

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Jogadores entram com números iguais para confundir rival

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Um fato curioso e antidesportivo marcou a rodada de quarta-feira do campeonato paulista: no segundo tempo da partida entre Linense e União Barbarense, vencida pelos visitantes por 3 a 2, dois jogadores do time de Santa Bárbara D’Oeste entraram no segundo tempo usando o mesmo número de camisas.

Britto, meia, e Rafael Silva, volante, voltaram do intervalo usando a camisa 5 – Britto, anteriormente, estava com a 7. E não foi confusão: na saída de campo, Britto assumiu, em entrevista ao canal SporTV, que foi uma tentativa proposital de desestabilizar o adversário.

“Usamos todas as artimanhas possíveis, já que sabíamos que eles vinham para cima. Foi uma estratégia e deu certo”, declarou Britto.

O árbitro da partida, Wilson Luiz Seneme, demorou 26 minutos para perceber o ocorrido. Quando notou, mandou que o meia trocasse a camisa e lhe deu cartão amarelo.

Só que nem isso fez com que o jogador voltasse a usar o número 7: Ele voltou com a camisa 17 que não estava sendo usada por nenhum outro jogador em campo.

Se a artimanha teve iinfluência na vitória não é possível dizer, mas o resultado é essencial para a esperança da União Barbarense em se manter na série A-1 do paulista: com o triunfo, a equipe chegou aos 11 pontos, na 17ªposição. Foi a primeira vitória do time em 11 rodadas.

Já o Linense se manteve com 21 pontos e saiu da zona de classificação: caiu para a 10ªcolocação, ultrapassado por Penapolense e Bragantino.

Fonte: UOL

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