Arquivo

Posts Tagged ‘Simon’

Carlos Simon completou 50 anos em comemoração com amigos ilustres

O ex-árbitro e jornalista Carlos Eugênio Simon completou 50 anos de idade no dia 03 de setembro e celebrou a data em uma comemoração no sábado (08) com uma partida de futebol e churrasco, do jeito tradicional gaúcho. A festa contou com a presença de ilustres amigos como os ex-jogadores Jardel e Paulo Roberto Falcão, o ex-governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, o escritor Luis Fernando Veríssimo e o jornalista Ruy Carlos Ostermann.

COPDr1TWcAAx_X3

Simon foi por muitos anos militante do PT, mas hoje já não é mais. Depois de 27 anos no apito e 1.198 jogos pelo mundo, além de 3 Copas do Mundo, Simon se tornou comentarista do canal Fox Sports Brasil.

Confira a reportagem no canal Fox aqui.

Parabéns Simon e muitos anos de vida.

Categorias:Notícia Tags:

Foto do dia: Programa de Assistência à Arbitragem no Chile

Carlos Chandia (Chile), Dr. Carlos Alarcón (Conmebol), Silvia Regina (Brasil), Oscar Ruiz (Colômbia) e Carlos Eugênio Simon (Brasil).

Carlos Chandia (Chile), Dr. Carlos Alarcón (Conmebol), Silvia Regina (Brasil), Oscar Ruiz (Colômbia) e Carlos Eugênio Simon (Brasil).

Jantar do Seminário da FIFA para Copa da Confederações

O ex-árbitro mundialista Carlos Simon (RS) publicou em seu Twitter uma foto ao lado de Arnaldo César Coelho e Howard Webb, dois finalistas de Copa do Mundo, que estavam presentes no Jantar do Seminário da FIFA para Copa da Confederações 2013 no Brasil, que terá início no próximo fim de semana. Os brasileiros atualmente são comentaristas de arbitragem em canais de televisão. Webb é o representante inglês para apitar a competição.

coelho_webb_simon

STJ nega pedido de danos morais por erro em arbitragem

Ação, contra a CBF, questionava pênalti não marcado por Carlos Eugênio Simon em jogo do Galo contra o Botafogo, pela Copa do Brasil, em 2007.

simonO Superior Tribunal de Justiça (STJ) indeferiu o pedido por indenização por danos morais para o torcedor atleticano Custódio Pereira Neto, que acionou a justiça por um erro de arbitragem em um jogo entre Galo e Botafogo, em 2007. Custódio, que é também advogado, entrou com ação contra a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por conta de um pênalti não marcado pelo ex-árbitro Carlos Eugênio Simon, a favor do Atlético-MG, nos últimos minutos da partida contra a equipe carioca, pela Copa do Brasil daquele ano. Para o autor da peça, o caso deveria ser julgado com base no Código de Defesa do Consumidor.

Em 2011, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro entendeu que a ação não preenchia requisitos legais para ser julgador em instância superior, mas a ação foi levada ao STJ e negada na tarde desta terça-feira.

O ministro Luis Felipe Salomão, relator do processo, explica que não é possível o dolo, ou seja, a intenção de Simon em prejudicar o Galo com a não marcação do pênalti. Por unanimidade o relator e os demais ministros entenderam que não houve um ato ilícito, o que não confere a possibilidade de conceder danos morais ao recorrente.

Na partida, Simon não marcou uma penalidade clara para o Atlético-MG em cima do meia Tchô, que hoje é atleta do Villa Nova, na segunda partida contra o Botafogo, pelas quartas de final da Copa do Brasil de 2007. O lance, que aconteceu nos últimos minutos do jogo, poderia ter dado a classificação ao Galo , caso o pênalti tivesse sido marcado e convertido. A partida terminou 2 a 1 para o time carioca e garantiu a classificação do Botafogo para as semifinais. Pouco tempo depois, Simon chegou a reconhecer o erro, alegando que não viu a infração dentro da grande área.

Outro caso

Na mesma época, outro torcedor impetrou uma ação na justiça por causa do pênalti não marcado na partida entre Galo e Botafogo. No entanto, desta vez, a ação foi diretamente contra Carlos Eugênio Simon, pedindo danos morais. O professor Bruno Scarpelli, também torcedor do Atlético-MG, teve sua ação declarada improcedente pelo juiz de direito em primeira instância na capital mineira.

Fonte: Globo Esporte

Categorias:Notícia Tags:

Carlos Simon ganha 60 mil em processo contra Belluzzo

BelluzzoO ex-presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, pagou R$ 60 mil de indenização ao ex-árbitro Carlos Eugênio Simon referente a um processo por danos morais. Em 2009, o então mandatário do time paulista chamou o juiz de “vigarista, safado e crápula” por ter anulado um gol de Obina contra o Fluminense, no Brasileiro. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, da “Folha de S. Paulo”.

Ainda segundo a coluna, Belluzzo disse que paga “com prazer o baixo preço da indignidade do senhor Simon”. O juiz do caso disse que o ex-árbitro teve “honra e boa fama agravadas de maneira vil” pelas ofensas.

Naquela partida em 2009, Simon anulou o gol do Palmeiras alegando falta do atacante Obina no lance. O Palmeiras perdeu por 1 a 0, no Maracanã.

Simon já ganhou três processos envolvendo ex-dirigentes. Os outros dois são Luiz Estevão (Brasiliense) e Carlos Augusto Montenegro (Botafogo). O advogado que o representa é o gaúcho Amadeu Weinmann.

Fonte: Globo Esporte

Categorias:Notícia Tags:

Árbitros brasileiros sofrem em teste e correm para não ficar fora da Copa

O Brasil, por ser país-sede, está garantido na Copa-14 sem necessidade alguma de participar de eliminatórias. Quando o assunto é arbitragem, porém, não há nenhuma certeza de que haverá um trio brasileiro entre os 32 que apitarão o Mundial.

O primeiro derrotado pelos testes físicos da Fifa foi o paulista Wilson Luiz Seneme, de 42 anos. O segundo foi o gaúcho Leandro Paulo Vuaden. A esperança e a responsabilidade estão com o mineiro Sandro Meira Ricci, da federação pernambucana, que será avaliado em abril, em Assunção, no Paraguai.

Ricci pega pesado na preparação para estar em forma na hora do teste. A participação do Brasil no quadro da arbitragem no Mundial em casa depende dele. Os próprios assistentes, que já passaram nos testes, dependem dele. Só em trio o país pode ter representantes na Copa.

E a parte física é o que mais dificulta aos árbitros brasileiros. Mesmo entre os mais celebrados. Seneme é muito respeitado entre seus colegas. Guilherme Ceretta de Lima, também árbitro paulista, conta que há um neologismo criado para definir o seu estilo. “Ele está sempre em cima do lance e sabe se impor aos jogadores. Quando um árbitro faz tudo certo, a gente diz que ele senemeou naquele jogo, é como se o cara tivesse gabaritado em um vestibular”.

O reconhecimento é o que sobrou para Seneme, que não passou nos testes para 2014 e não terá outra oportunidade de apitar um Mundial, pois a Fifa limita a 45 anos a idade de seus árbitros. “Não tenho nada que reclamar. Sempre soube como seriam os testes e sempre soube que, se não passasse, ficaria de fora. Não houve supresas”, diz, antes de lamentar a falta de profissionalização da arbitragem brasileira.

“Sou funcionário público estadual aqui em São Carlos, cuido da organização de Jogos Abertos e Jogos Regionais. Não é possível me dedicar apenas à arbitragem, não fiz uma preparação física ideal. Teria de ter começado aos 30 anos para passar agora, com 42. Pelo menos, fui reprovado na pista e não no campo”, diz.

O teste não é fácil. Os árbitros precisam dar 20 tiros de 150 metros em 30 segundos cada um. Após um tiro, eles caminham mais 50 metros para o local da nova largada. Também tem 30 segundos para caminhar esses 50 metros. Então, se fazem um tiro de 150 metros em 25 segundos, passam a ter cinco segundos a mais de descanso. Independentemente de conhecimentos técnicos, Usain Bolt seria aprovado com louvor.

teste_fifa_copa

Seneme, não. No primeiro teste, realizado em setembro de 2011 em Zurique, na Suíça, ele deu apenas um tiro. “Estava sofrendo de fascite plantar, dores na sola do pé e fui reprovado. Em janeiro de 2012, em Assunção, consegui dar 12 tiros e parei. O teste é muito duro. É mais difícil do que para se manter no quadro da Fifa, que tem um descanso de 35 segundos, que ajuda muito”, diz o árbitro.

Vuaden, que era o “reserva” de Seneme, também foi reprovado. Já os bandeirinhas Emerson Augusto de Carvalho e Alessandro Rocha foram aprovados. “Para mim, foi fácil. Fiz mais do que era necessário”, diz Emerson Augusto de Carvalho. Ele se refere a 40 tiros de 75 metros, em 15 segundos cada um, no máximo. O descanso entre um tiro e outro é de 20 segundos.

Nem sempre os testes foram tão duros. Até 2002, os árbitros selecionados precisavam dar dois tiros de 150 metros, com 35 segundos de descanso e, em seguida, submeter-se ao teste de Cooper, correndo no mínimo 2.700 metros em 12 minutos. Em 2004, Angel Maria Villar, presidente da federação espanhola de futebol, assumiu a arbitragem da Fifa e pediu ao belga Werner Ialsen que mudasse os testes. E, para as Copas de 2006 e 2010, os árbitros selecionados tiveram de dar 24 tiros de 150 metros, com um descanso de 35 segundos para caminhar os 50 metros.

Agora, em 2014, a quantidade de os tiros e de descanso diminuíram. Ao contrário do que possa parecer, ficou mais difícil. “São menos tiros, mas o descanso é bem menor. Esses cinco segundos a menos são terríveis”, afirma Seneme.

A escolha dos árbitros brasileiros para a Copa não passa pela CBF. “A Fifa decide tudo, ela nem nos consulta”, diz Aristeu Fagundes, ex-presidente da comissão de arbitragem, que deixou o no final de fevereiro de 2013, e, que que, como assistente, participou da Copa de 2006.

EX-ÁRBITRO CARLOS EUGÊNIO SIMON PASSARIA “COM O PÉ NAS COSTAS”

simon_copaO gaúcho Carlos Eugênio Simon foi o escolhido pela FIFA para representar a arbitragem brasileira nas últimas três Copas. E considera inadmissível uma reprovação. “Olha, eu tenho 47 anos e passo nesses testes da FIFA. Sempre passei. Se a idade permitisse eu continuava apitando e disputaria com os outros para disputar outra Copa”.

Para ele, a força de vontade é fundamental. “Eu falei com o Vuaden que teria de fazer os três últimos anos valerem 30 e conseguir a vaga. É uma coisa que vale para sempre. Não adianta dizer que foi bom, que apitou aqui e ali. O que vale é a Copa. Antes de mim, só 12 brasileiros tiveram essa chance. É algo que fica para sempre, mas tem se deixar de lado a cervejinha, o salgadinho, a fritura, não pode ser sedentário, tem de treinar todo dia, tem de amar a carreira. Eu fiz tudo isso e tem idiota que diz que sou político. Isso não adianta, a FIFA e que manda”.

Para Simon, os árbitros sul-americanos são menos determinados. “Outro dia, o Pierluigi Colina (árbitro italiano que apitou a final da Copa de 2002 e a final da Olimpíada de 1996) me disse que a taxa de reprovação na Europa é zero por cento. Só na América é que tem esse choro. O teste é duro? É, mas se você quer entrar na história, tem de trabalhar bastante”.

“Não posso dizer que me sinto triste porque dois árbitros nossos já foram eliminados, porque assumi em agosto de 2012 e não posso ser responsabilizado. O que eu sei é que a partir de 2013 todo árbitro brasileiro convidado para um curso, um congresso ou um torneio fora do país só comparece se for aprovado em um simulado realizado por aqui”.

Aristeu explica que, mesmo que Sandro Meira Ricci ou Heber Roberto Lopes, seu reserva, forem aprovados, não é certeza de participação brasileira. “São aprovados 54 trios, que passam por análises detalhadas em quatro competições (Mundial sub-17, Mundial sub-20, Mundial Interclubes e Copa das Confederações). Só então, são definidos. Há uma tendência de o país-sede ser contemplado, mas não há uma certeza”.

Paulo Camello é designado pela CBF para acompanhar o trabalho dos árbitros. “Os árbitros selecionados pela Fifa para fazer os testes recebem um caderno de encargos para se prepararem. Há uma série de exercícios que devem fazer antes dos testes e também de competições. Não deu certo para o Seneme e para o Vuaden e eu sofri muito com eles. Fizemos de tudo, mas como não há profissionalização no Brasil, os árbitros precisam se virar, precisam buscar um tempo extra para treinar. Fica na mão deles. O Sandro Meira Ricci está seguindo tudo o que a Fifa pede e ainda contratou um profissional particular muito bom. Ele vai passar”, afirmou.

Enquanto se prepara para o teste, Sandro Meira Ricci é proibido de dar entrevistas. Aristeu permitiu – antes de sair do cargo – apenas que Roberto Patu, seu preparador físico, falasse com a reportagem. “O Sandro vai passar fácil. Ele não começou seu trabalho agora, temos uma parceria que começou há três anos, quando tinha algumas lesões. Hoje, além de árbitro, ele é um atleta”, afirmou Patu.

A preparação física de Sandro Meira Ricci

ricci_003Sandro tem 38 anos e se submete a uma dura rotina de testes. “Ele trabalha seis vezes por semana, sendo que nós consideramos um dia de jogo como dia de trabalho. O trabalho diário é feito pela manhã ou no final da tarde e visa conseguir resistência aeróbia, anaeróbia lática, anaeróbica analática, potência e agilidade”, explicou  o preparador físico Roberto Patu.

Na prática, são corridas. Cíclicas e acíclicas. “Nós alternamos tiros de 10, 30 e 50 metros com tiros rápidos de um minuto ou dois minutos. Em outros dias, ele faz uma corrida longa de 30 ou 40 minutos. Também há exercícios de salto e para aumentar a força”.

Só isso? Não, tem mais. Ricci vai à academia três vezes por semana para exercícios de musculação. Tem acompanhamento de uma nutricionista e se submete à dieta de 2500 calorias diárias. “Está tudo sobre controle. Nos últimos três anos,ele nunca teve taxa de gordura acima de 10% e a Fifa permite 12%. Ele vai arrebentar nos testes de abril”, afirma Patu. Se conseguir, será o 14º Arbitro brasileiro a participar de um mundial.

Fonte: UOL

Categorias:Notícia Tags:, , , ,

Carlos Simon dá palestra para jogadores do Grêmio na concentração

Ex-árbitro Carlos Simon visita concentração e dá palestra para jogadores do Grêmio.

simongremio

O ex-árbitro e atual comentarista de TV Carlos Simon será o palestrante do dia no Grêmio. A convite de Vanderlei Luxemburgo, Simon (que mora no Leblon) conversará com os jogadores, a fim de alertá-los sobre o comportamento dos árbitros na Libertadores.

— Também vou falar sobre o perfil dos árbitros que estão apitando a competição. O PC (o paulista Paulo César Oliveira, que comandará Fluminense x Grêmio), por exemplo, está maduro e deixa o jogo correr bem mais agora — disse Carlos Simon.

O ex-árbitro cita o colombiano Vilmar Roldán, que apitou LDU x Grêmio, como um dos destaques atuais.

— Eu falei para o Luxemurgo que no último título do Grêmio, o Gauchão de 2010, eu dei palestra aos jogadores na véspera da final (Gre-Nal, no Olímpico), a pedido do Silas. Sou pé-quente — brincou Simon.

Fonte: Zero Hora
Autor: Leandro Behs

Categorias:Notícia Tags:
%d blogueiros gostam disto: